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Alvorada de Abril - Comemorações dos 40 Anos do 25 de Abril - 2014

UGT assinala 40 anos do 25 de Abril

Faltavam cinco minutos para as 23 horas do dia 24 de abril de 1974 quando nos Emissores Associados de Lisboa ecoou «Depois do Adeus», música de Paulo de Carvalho. Quem escutava rádio nessa altura pensou que se tratava apenas de mais uma canção. Mais tarde soube-se que, afinal, essa canção servia de primeira senha para a revolução que os militares tinham colocado em marcha. Foi há 40 anos. Quatro décadas de Liberdade.

Efeméride que a UGT não quis deixar passar em claro e assinalou condignamente os 40 anos da revolução com a «Alvorada de Abril – 40 anos de Perspetivas sindicais», iniciativa que decorreu em Santarém, terra natal de Salgueiro Maia, um dos capitães de Abril.

Esta foi uma homenagem sentida e muito participada que juntou centenas de sindicalistas junto à estátua de Salgueiro Maia, momento que contou com a presença da mulher do capitão, Natércia Maia. Aí, e em homenagem a todos os que lutaram pela liberdade, o secretário-geral da UGT, Carlos Silva, e a presidente da UGT, Lucinda Dâmaso, depositaram uma coroa com 40 cravos, eles, que, juntamente com António Carreira, Presidente da UGT Santarém, lideraram as cerimónias de abertura do evento.

“Ao longo destes 40 anos perderam-se direitos, mas não como agora. A pretexto da crise está montada uma gigantesca trituradora, que pulveriza o emprego, os subsídios e os direitos. “ por António Carreira, Presidente da UGT-Santarém

“A UGT tem sido fundamental e um pilar essencial para a consolidação da democracia em Portugal. Por isso, a UGT merece ter este 25 de abril e ter todo o respeito dos trabalhadores e trabalhadoras portuguesas.” por Lucinda Dâmaso, Presidente da UGT.

“A UGT, 36 anos depois, está cá, está viva e vai provar que a sua coesão e a sua unidade são a melhor força que a UGT pode dar ao país para a esperança necessária nestes momentos difíceis.” por Carlos Silva, Secretário-geral da UGT

São 40 anos de liberdade, quatro décadas de democracia, é por isso importante perceber as perspetivas sindicais neste hiato de tempo. Este é o momento certo para ouvir episódios marcantes contados na primeira pessoa por antigos secretários-gerais e presidentes da UGT, designadamente, Torres Couto, João Proença, Pereira Lopes, João Dias da Silva e João de Deus Pires.

 

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