UGT - Comunicados

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2018

Baixas Médicas: UGT teme a injustificação de faltas dos trabalhadores e defende debate em sede de concertação social

2018-01-19
Baixas Médicas: UGT teme a injustificação de faltas dos trabalhadores e defende debate em sede de concertação social

Declarações do Secretário-Geral Adjunto da UGT, Sérgio Monte, sobre a proposta da Ordem dos Médicos de acabar com as baixas médicas até três dias. 

Sérgio Monte defende que "esta situação não pode ser só analisada na óptica dos médicos ou do serviço nacional de saúde, temos que ter salvaguardadas os direitos dos trabalhadores e também das empresas, as empresas e os trabalhadores têm que participar nesta discussão, porque responsabilizar os trabalhadores pela ausência deixa-nos aqui com grandes dúvidas"

A UGT teme a injustificação de faltas dos trabalhadores e defende que esta matéria deve ser debatida em sede de concertação social.

Assista a Intervenção no Forum TSF na íntegra:

UGT - Açores preocupada e solidária com a situação dos trabalhadores da COFACO do Pico

2018-01-17
UGT - Açores preocupada e solidária com a situação dos trabalhadores da COFACO do Pico

Perante as notícias vindas a público da possibilidade de despedimento de cerca de duas centenas de trabalhadores da fábrica de conservas da COFACO da Madalena do Pico, a UGT-Açores manifesta a sua preocupação para com a situação destes trabalhadores e total solidariedade com os mesmos nas formas de protesto e de luta que adotarem na defesa dos respetivos postos de trabalho.

O peso e importância que esta fábrica tem na economia do Pico e mesmo da Região – atente-se para a outra unidade fabril existente em Rabo de Peixe, São Miguel, que emprega cerca de 400 pessoas –, a ausência ou insuficiência de novas empresas produtivas regionais geradoras de emprego que permita absorver os nossos atuais desempregados e os trabalhadores ocupacionais, torna urgente a adoção de medidas que salvaguardem a manutenção e funcionamento eficiente desta unidade fabril da COFACO no Pico e dos postos de trabalho que assegura a uma parte importante da sua população.

Pelo relevante papel e importância que esta empresa tem no desenvolvimento económico e social do Pico e da Região, e dentro da matriz do diálogo e concertação social que nos caracteriza, a UGT-Açores vai solicitar uma reunião com a Administração desta empresa com vista a inteirar-se da real situação existente e das perspetivas que a mesma tem para o futuro da empresa e dos respetivos trabalhadores.

A UGT-Açores entende que está na hora de todos, em conjunto Governo, partidos políticos e parceiros sociais, se empenharem de uma vez por todas na adoção dum novo modelo de desenvolvimento económico assente na criação e modernização do nosso tecido produtivo regional gerador de riqueza e emprego, a começar desde já pela COFACO e pelos seus trabalhadores.

Conferência - A Escola, as Pessoas e a Melhoria dos Processos e dos Resultados Escolares

2018-01-17
Conferência - A Escola, as Pessoas e a Melhoria dos Processos e dos Resultados Escolares

A UGT-Leiria tem vindo a realizar um ciclo de conferências em parceria com a Câmara Municipal de Alcobaça, o Centro de Formação da Associação de Escolas de Alcobaça e Nazaré e o Instituto Politécnico de Leiria (ESCS) dedicado ao tema:

EDUCAÇÃO, ENSINO E CONTROVÉRSIA – A escola e os novos desafios da melhoria dos processos e dos resultados dos alunos

A Conferência de Encerramento decorrerá no dia 30 de Janeiro de 2018, no auditório do Centro Cultural Gonçalves Sapinho (Externato Cooperativo da Benedita) e contará, entre outros, com a presença do Sr. Secretário de Estado da Educação, Dr. João Costa, a Vereadora da Câmara Municipal de Alcobaça, Drª Inês Silva, além de 3 especialistas em educação vindos do Brasil para este efeito e oriundos de duas grandes Universidades do Rio Grande do Sul.

III Congresso da UGT-Porto: Clara Quental eleita presidente

2018-01-14
III Congresso da UGT-Porto: Clara Quental eleita presidente

A UGT-Porto realizou ontem o seu III Congresso e elegeu Clara Quental, dirigente do Sindicato dos Bancários do Norte como a nova Presidente da União distrital.

A nova presidente no seu discurso de tomada de posse, referiu os números do desemprego no País e pediu a todos os dirigentes sindicais mais “trabalho e união”, para “colocar a UGT-Porto no mapa sindical de Portugal.”

No encerramento também tomou a palava o Secretário-geral da UGT, Carlos Silva, que num discurso forte reafirmou que a central sindical “não fará fretes em relação à legislação laboral”, criticando a forma como as negociações relativas ao salário mínimo decorreram na concertação social.

E descreveu: “Antes de ir ao Parlamento sempre foi decisão desde 1986 discutir as matérias em sede de parceiros entre empregadores, sindicatos e Governo. Mas nos últimos anos tem-se assistido a uma força centrífuga que empurra para o parlamento competências da Concertação Social e pela primeira vez os patrões cederam à chantagem política que existe no país". No final acrescentou “nós [UGT] não vamos fazer fretes em relação a legislação laboral. Os patrões não têm legitimidade para vir bater à porta da UGT pedir batatinhas (...). Estamos cansados de ser acusados de ser muletas".

Para Carlos Silva, a UGT é a maior central sindical portuguesa porque, disse, "só pode ser uma verdadeira central sindical ao serviço do país quem, defendendo trabalhadores, não ignora que existem empresas e não ignora que existem outros organismos da atividade politica, económica e social".

O secretário-geral apontou ainda que "há muita gente confundida no país em relação ao momento que se vive", caracterizando-o como "ainda difícil para o movimento sindical". Numa referência clara às consequências das políticas de austeridade e ao facto de "muitos trabalhadores terem sido confrontados com despedimentos ou perdas de salário quando achavam que os sindicatos eram um bastião", referiu também que a “Europa está confrontada com uma perda de sindicalização na ordem dos vários milhões de homens e mulheres".

No final, o líder da UGT referiu que "uma das apostas da central é a qualificação dos trabalhadores" e lançou o apelo à Autoridade para as Condições do Trabalho para que tenha "coragem de entrar nas empresas".

Durante o seu discurso, Carlos Silva comentou ainda a actual situação vivida na Autoeuropa e fez algumas críticas à CGTP. Para o Secretário-geral, o que está a acontecer na empresa é um “caminho perigoso” e lembrou o que aconteceu no passado na Opel da Azambuja.

Carlos Silva afirmou que “se a Comissão de Trabalhadores decide aceitar pré-acordos, tem de assumir a responsabilidade de os assinar” e “não pode fazer um referendo ou um plenário de cada vez que há uma alteração”, apontando que “num universo de cerca 5.000 trabalhadores participam no plenário 400 ou 500”.

“Não vale a pena em Portugal, numa democracia com quase 44 anos, continuarmos a pensar que se chega a uma mesa de negociações, se tomam decisões e depois quando todos estão de acordo com o pré-acordo, vem-se cá para fora e diz-se aos trabalhadores: ‘assinei aquilo, mas não estou de acordo’. Instrumentalizam-se os trabalhadores e vendem gato por lebre. É o que está a acontecer na Autoeuropa e nós temos de ser sérios”, concluiu.

Ver fotos (Flickr)

Autoeuropa: Carlos Silva questiona a "credibilidade" e a "reputação" da comissão de trabalhadores

2018-01-13
Autoeuropa: Carlos Silva questiona a "credibilidade" e a "reputação" da comissão de trabalhadores

O Secretário-geral da UGT, Carlos Silva, em declarações à TSF, afirmou que o impasse que permanece nas negociações sobre o horário de trabalho na Autoeuropa "não augura nada de bom".

Para o líder da UGT, tanto os trabalhadores como a administração da empresa são responsáveis por esta situação.

Oiça as declarações do Secretário-geral da UGT.