UGT - Comunicados

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2019

21 de Fevereiro - Manifestação dos TSDTs pela "Equidade & Justiça"

2019-02-20
21 de Fevereiro - Manifestação dos TSDTs pela "Equidade & Justiça"

Manifestação dos Técnicos Superiores de Diagnóstico e Terapêutica, frente à assembleia da República, amanhã dia 21 de Fevereiro de 2019.

Pela "Equidade & Justiça", as organizações sindicais das quais destacamos as da UGT (SINDITE e SINTAP), exigem:

- Alteração ao decreto de lei que regulamenta as transições e grelhas salariais;

- Transições justas que contemplem TSDT nas três categorias da carreia;

- Ressaltos salariais iguais a outras carreiras da Administração Pública, com o mesmo nível habilitacional e profissional;

- Que o tempo de serviço, anterior à transição, releve para efeitos de progressão futura para todos.

 

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Salário Mínimo na Função Pública - UGT considera que se poderia ir mais além no sector privado

2019-02-19
Salário Mínimo na Função Pública - UGT considera que se poderia ir mais além no sector privado

O Presidente da República promulgou o decreto do Governo que actualiza de 580 para 635,07 euros o salário mínimo na função pública, contudo deixou algumas chamadas de atenção relativas à opção política escolhida pelo Executivo.

Num comentário a esta questão, o Secretário-geral Adjunto da UGT, Sérgio Monte, no Fórum TSF, considerou pertinentes as chamadas de atenção deixadas pelo Presidente, justificando que este aumento “deixa um sinal claro que o salário mínimo nacional no sector privado poderia ser superior aos 600 euros como a UGT sempre defendeu”, mas tal não aconteceu por responsabilidade das entidades patrionais que não quiseram chegar a acordo.

O dirigente sindical acrescenta ainda que este aumento “é um sinal de que em sectores onde houver uma capacidade reivindicativa, onde houver negociação colectiva, devemos pugnar por um salário acima dos 600 euros”.

UGT assume Presidência do Centro de Relações Laborais

2019-02-19
UGT assume Presidência do Centro de Relações Laborais

A eleição e a tomada de posse do novo Presidente do CRL - Sérgio Monte, Secretário-geral Adjunto da UGT – tiveram lugar em reunião realizada a 18 de Fevereiro, com a presença do Ministro do Trabalho, Solidariedade e Segurança Social. 

O Centro de Relações Laborais (CRL) é um órgão tripartido com competência para desenvolver actividades em áreas centrais para os trabalhadores: a dinamização da negociação colectiva e o acompanhamento do emprego e formação profissional.

Face à recusa da CGTP para assumir a Presidência do CRL, no quadro da rotatividade prevista no respectivo Regulamento, a UGT decidiu assumir aquele cargo, garantindo a continuidade e o aprofundamento do papel daquele organismo.

Mais uma vez, soubemos colocar acima de tudo os valores do diálogo social tripartido e os interesses dos trabalhadores que representamos e defendemos.

Será o respeito por esses valores e princípios que regerá o mandato da UGT na Presidência do CRL. 

O novo Presidente do CRL foi eleito com os votos favoráveis de todos os membros que integram este organismo à excepção da CGTP-IN que se absteve.

Opinião - O Melhor da Semana - Secretário-geral da UGT

2019-02-18
Opinião - O Melhor da Semana - Secretário-geral da UGT

No seu comentário semanal no Jornal da Noite, da SIC, Luís Marques Mendes destacou na rubrica "Melhor da Semana", o Secretário-geral da UGT, Carlos Silva, pela sua postura face às declarações do Primeiro-Ministro sobre a Central sindical.

(Fonte:SIC)

III Congresso UGT- Madeira – Continuidade na liderança e nas políticas

2019-02-17
III Congresso UGT- Madeira – Continuidade na liderança e nas políticas

A UGT-Madeira realizou no dia 16 de Fevereiro o seu III Congresso, que elegeu Ricardo Freitas para cumprir o seu terceiro mandato à frente da união regional.

No seu discurso na sessão de encerramento do congresso o líder eleito afirmou que a taxa de desemprego na região autónoma continua a ser a “mais alta do país”, contudo reconheceu que tal resulta do impacto do regresso de emigrantes da Venezuela.

Ricardo Freitas esclarece que o executivo madeirense tem feito algum esforço para alterar esta situação, mas indicou que a taxa de desemprego de 8,8% é um claro sinal de dificuldades, embora admita que a percentagem aumentou com o regresso de emigrantes da Venezuela, cerca de 7 mil desde 2016.

A sessão de encerramento contou também com a presença do Secretário-geral da UGT. Carlos Silva, que na sua intervenção destacou o papel da UGT na obtenção de “acordos essenciais” para a consolidação da democracia e manutenção da paz social, advertindo contudo que a central sindical “não tem medo de ir para rua”. O líder da UGT destacou ainda algumas das medidas positivas adotadas pelo governo madeirense, dando como exemplo a exclusão da representação da CGTP-IN do Conselho Económico e Social e o aumento do salário mínimo para um valor superior ao nacional (615 euros).

Ainda na sessão de encerramento, o vice-presidente do Governo Regional, Pedro Calado, sublinhou a questão da taxa de desemprego ter baixado de 18% em 2012 para 8,8% em 2019. Destacou ainda o descongelamento de carreiras no arquipélago que abrangeu em 2018, cerca de 9.500 funcionário públicos, um processo de representou um esforço de quase três milhões de euros para o Governo Regional.