UGT - Comunicados

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2021

Newsletter "Saúde com Todos para Todos

2021-05-13
Newsletter "Saúde com Todos para Todos

A UGT lançou a primeira edição de uma publicação exclusivamente dedicada ao sector da Saúde.

Um boletim trimestral visa sobretudo integrar todos os sindicatos da área da Saúde da UGT numa estratégia global e multidisciplinar de partilha de informação, conhecimento e experiência, assim como a divulgação de boas práticas na área do diálogo social, garantindo o acesso a dados relevantes do ponto de vista estatístico, legislação do sector da saúde e ao estado da arte da negociação colectiva desta área.

Leia a newsletter no Link abaixo

TSF | Cimeira do Porto foi importante ao colocar o social no centro da agenda europeia

2021-05-10
TSF | Cimeira do Porto foi importante ao colocar o social no centro da agenda europeia

Em declarações no Fórum TSF, a Secretária Internacional da UGT, Catarina Tavares, considerou a Cimeira Social realizada no Porto foi muito importante, pois recolocou na agenda europeia compromissos essenciais para a redução das desigualdades, bem como o reconhecimento do Pilar Europeu dos Direitos Sociais como fundamental para a retoma da economia.

Trabalhadores imigrantes e suas famílias | É hora de o Pilar Europeu dos Direitos Sociais mostrar as suas virtudes

2021-05-06
Trabalhadores imigrantes e suas famílias | É hora de o Pilar Europeu dos Direitos Sociais mostrar as suas virtudes

Não nos iludamos com a espuma dos dias. A realidade é mais complexa e os problemas são persistentes no tempo.

Os fenómenos que nos são diariamente dados a conhecer pelos órgãos de comunicação social, agora nestes últimos dias mais abundantemente, há muito que vêm sendo denunciados sem que nada de substantivo tivesse sido feito como os factos o demonstram, relativamente ao litoral e interior alentejanos.

A velha máxima “fez-se qualquer coisa para que tudo ficasse na mesma", está subjacente ao fenómeno e a muitos outros problemas estruturais relacionados com o abandono e desertificação do interior e do interior litoral. O “Interior” é cada vez mais uma condição social e menos uma condição geográfica.  Também há, e muito, “interior” junto às grandes zonas urbanas e metropolitanas.

Seja qual for a situação geográfica ou a condição social em que cada um se encontre inserido, há uma coisa que todos e cada um de nós não pode admitir numa sociedade humana e essa inadmissibilidade é a de que a dignidade de qualquer ser humano possa ser degradada por inércia coletiva e inépcia pessoal.

Infelizmente a pandemia veio agravar muitas das situações vividas entre nós, quer em Portugal, quer na União Europeia e, porque não dizê-lo, em todo o mundo. A pobreza não só se revelou com mais força como as desigualdades se agravaram. Temos a estrita obrigação de no pós-pandemia não esquecermos ninguém e, por isso, ao dizermos que “não pode ficar ninguém para trás" temos que lutar para que ninguém seja mesmo ninguém. Temos que assumir, enquanto país, e sem tibiezas que a pobreza extrema é uma condição intolerável e que a pobreza enquanto tal é uma condição insustentável para todos os que queremos viver numa sociedade mais justa e equitativa.

A UGT tem vindo a acompanhar a situação complexa de milhares de trabalhadores e de suas famílias diariamente através dos seus sindicatos. A UGT, também tem continuadamente pugnado para que as autoridades atuem no âmbito das suas competências e por isso tem também lutado por mais e melhor negociação colectiva, mais e melhor diálogo social, para que fenómenos de exclusão como os denunciados não se venham mais a verificar.

Na centralidade da economia terá que estar sempre, e acima de tudo, a dignidade de cada ser humano. Não pode valer tudo, caso contrário seria a barbárie.

Não estamos a viver problemas que deverão ser resolvidos pelos outros. Cabe a cada uma das instituições nacionais e europeias e a cada um de nós enquanto trabalhadores e cidadãos resolver o problema. Infelizmente, sendo um problema de uns quantos, é também e acima de tudo um problema de todos.

Não desistiremos na UGT enquanto estes problemas persistirem e denunciaremos sempre quaisquer “atrocidades" que sejam acometidas a qualquer ser humano e por maioria de razão não podemos calar as injustiças que firam a essência da dignidade de cada um.

É tempo de ação. O Pilar Europeu dos Direitos Sociais deve mostrar as suas virtualidades.

Desempenhe cada um o seu papel e teremos a obrigação de criar uma sociedade mais justa.

A UGT não abdica do seu papel intransigente da defesa das condições de trabalho e de vida dos trabalhadores e suas famílias.  A UGT assume o “trabalho” como uma condição e a imigração como uma contingência. Não confundir o essencial pelo acessório é defender a justiça e melhores condições de vida. Um ser humano é um ser humano, um trabalhador é um trabalhador e um imigrante é um imigrante. Confundir tudo é não querer resolver problema algum. A dignidade humana não é transacionável, seja qual for a situação pessoal de cada um.

Urge resolver os problemas dos trabalhadores e suas famílias que estão a viver em desespero e já.

No pós-pandemia teremos obrigações acrescidas de solidariedade e de justiça social.

A UGT não deixará de se manter na linha da frente de tais lutas.

UGT, 5 de maio de 2021

Governo e Administração do BST sensíveis às preocupações dos sindicatos

2021-05-05
Governo e Administração do BST sensíveis às preocupações  dos sindicatos

A ministra do Trabalho prometeu intervir da melhor forma face à redução de trabalhadores na banca. Já a administração do BST aceitou adiar qualquer medida unilateral, agindo de acordo com as propostas do Mais, SBC e SBN.

As medidas de repúdio à intenção do Banco Santander Totta (BST) de rescindir unilateralmente com 100 a 150 trabalhadores delineadas pelos sindicatos dos bancários da UGT já está a dar frutos: foram realizadas duas das reuniões solicitadas – com a ministra do Trabalho e com a administração da instituição. 

Ontem mesmo, dia 4, UGT, Mais Sindicato, SBC e SBN reuniram-se via Zoom com Ana Mendes Godinho. Muito célere a responder ao pedido, a ministra do Trabalho mostrou-se sensível às preocupações transmitidas e comprometeu-se a contactar a administração do Banco Santander.

A ministra garantiu ainda manter um canal aberto com os Sindicatos para acompanhar a questão da redução de quadros de pessoal na banca.

Os sindicatos aguardam agora a marcação de reuniões com os vários grupos parlamentares e com a Autoridade para as Condições de Trabalho (ACT).

 

Aceitar e agir

A reunião com administração do BST decorreu esta manhã, dia 5. Os Sindicatos da UGT manifestaram as suas preocupações face às recentes declarações do banco e apresentaram alternativas.

A administração foi sensível aos argumentos e à postura dos Sindicatos, que reiteraram estar dispostos a negociar e encontrar soluções.

Nesse sentido, o BST comprometeu-se a adiar a aplicação de qualquer medida unilateral, aceitando proceder em conformidade com o pedido dos Sindicatos, que insistem na necessidade de o banco: 

  • Negociar saídas por acordo e não por decisão unilateral do banco;
  • Contactar todos os trabalhadores que pretendam aceitar a reforma e cumpram o requisito de terem 55 ou mais anos; 
  • Abrir o processo de candidaturas a rescisões por mútuo acordo (RMA); 
  • Requalificar os que querem continuar no banco, pois há muito trabalho e muitos trabalhadores estão a ser sobrecarregados.

Ao lado da solução

MAIS, SBC e SBN mantêm a sua posição: não embarcam em estratégias de guerrilha. Estão e estarão ao lado dos trabalhadores, sem os expor – darão a cara por eles – e respeitarão qualquer que seja a sua decisão.

Os Sindicatos da UGT estão do lado da solução. Os trabalhadores podem contar com o seu apoio.

As Direcções 

Mais Sindicato, SBN e SBC

 

 

UGT reforça estratégia na defesa dos trabalhadores da Justiça

2021-05-03
UGT reforça estratégia na defesa dos trabalhadores da Justiça

A UGT recebeu no dia 30 de Abril, na sua sede, em Lisboa, o Sindicato dos Funcionários Judiciais. 

Em cima da mesa esteve a análise de alguns pontos convergentes para a defesa dos trabalhadores do sector da Justiça.

A central sindical esteve representada pelo Secretário-geral, Carlos Silva, os Secretários-gerais Adjuntos, Sérgio Monte e José Cordeiro, e pelo Presidente do Sindicato dos Oficiais de Justiça (SOJ), Carlos Almeida.