UGT - Comunicados

Notícias

2019

SBSI já tem novos corpos gerentes

2019-04-18
SBSI já tem novos corpos gerentes

A Direção, o MECODEC, os Secretariados das Secções Sindicais de Empresa e Regionais e o Conselho Geral tomaram posse ontem, dia 17 de abril, numa cerimónia realizada na UGT.

Perante um auditório repleto de dirigentes e de convidados que fizeram questão de felicitar pessoalmente os vencedores das eleições, a presidente em exercício da Mesa cessante deu posse aos novos Corpos Gerentes do SBSI.

Iniciando a cerimónia dando posse a si mesma como nova presidente da MECODEC, Paula Viseu prosseguiu legitimando a mandato de cada membro da Mesa, da Direção, dos Secretariados de Empresa e Regionais e do Conselho Geral.

Nesta cerimónia interveio o Secretário-geral da UGT, Carlos Silva, que em breves palavras referiu o papel importante do SBSI na conquista da liberdade no 25 de Abril e afirmou que o movimento sindical não está em declínio como muitos apregoam. "O SBSI é o maior sindicato português e sabemos que por força da reestruturação da banca e da crise que se abateu sobre a Europa e sobre Portugal em particular houve milhares de postos de trabalho que se perderam no setor bancário. E a verdade é que temos conseguido resistir".

Carlos Silva fez votos de que a intenção de criar um sindicato nacional da banca e seguros se materialize no prazo de dois anos, coincidindo com a realização do congresso da UGT. "Desafio os quatro sindicatos a cumprirem o desiderato que os bancários querem de um sindicato nacional".

Mostrando-se muito satisfeito pela tomada de posse ocorrer na sede da UGT, Carlos Silva deixou rasgados elogios ao papel do SBSI dentro da própria central. "O SBSI é um grande contribuinte líquido para aquilo que a UGT é. Somos uma central de liberdade, democrática e ficamos muito satisfeitos por este grande Sindicato vir aqui à sua casa fazer a tomada de posse."

"O papel do SBSI para a UGT continua a ser fundamental, no seu apoio, na visibilidade que a nossa central tem no País", referiu o secretário-geral, que também demonstrou a sua satisfação por ver uma maioria feminina na MECODEC.

Além do Secretário-geral da UGT, o auditório pode também ouvir as palavras do Presidente eleito, Rui Riso, e do Secretário-geral da FEBASE e presidente do STAS, Carlos Marques.(Leia mais AQUI)

Veja os discursos na íntegra abaixo

(Noticia UGT com SBSI)

Crise Combustíveis - UGT defende que é urgente trabalhadores e patrões negociarem

2019-04-17
Crise Combustíveis - UGT defende que é urgente trabalhadores e patrões negociarem

Sérgio Monte, Secretário-Geral Adjunto da UGT Portugal, comenta a Crise dos Combustíveis, "a greve é justa, as reivindicações também são justas, agora o momento talvez não seja o mais aconselhável", a UGT defende que é urgente haver diálogo e negociação entre os trabalhadores e os patrões para evitar que esta greve se prolongue por mais tempo, Sérgio Monte afirma ainda que as empresas representadas pela ANTRAM tem mantido uma "posição anti-negocial".

Estas declarações foram prestadas à entrada para a reunião de concertação social onde estiveram a ser discutidas as matérias relacionadas com fundos europeus e com o Programa Nacional de Reformas (PNR). Além do dirigente Sérgio Monte estiveram também presentes na reunião os Secretários-gerais Adjuntos, Paula Bernardo e José Cordeiro, e o Secretário Executivo, Carlos Alves.

UGT debate as questões do trabalho nos portos

2019-04-15
UGT debate as questões do trabalho nos portos

A Federação Nacional dos Sindicatos de Trabalhadores Portuários (FNSTP) organizou, no passado dia 13, no auditório Almada Negreiros, na Rocha de Conde de Óbidos, um Fórum subordinado ao tema “O Trabalho nos Portos / Presente e Futuro”. Um evento bastante participado que contou com a presença de muitos trabalhadores portuários, em particular estivadores, de organismos oficiais da administração portuária e de empresas de trabalho portuário.

Aristides Peixoto, presidente da FNSTP; João Carvalho, presidente da AMT-Autoridade da Mobilidade e dos Transportes; e Enrico Tortolano, ITF Docker’s Section, abriram o fórum.

Logo após a sessão abertura seguiu-se um painel sobre “A Importância dos Sindicatos nas Relações de Trabalho” no qual participou o Secretário-geral Adjunto da UGT, Sérgio Monte que centrou a sua intervenção na importância do tripartismo e da negociação coletiva. Estiveram também presentes neste painel, João de Deus, membro da Confederação dos Sindicatos Marítimos e Portuários, e Silvestre de Sousa, consultor jurídico da FNSTP.

Na sessão de encerramento, presidida pela Ministra do Mar, Ana Paula Vitorino, interveio o Secretario Geral da UGT Carlos Silva que saudou a iniciativa e salientou a importância deste setor para a economia nacional. 

FESAP defende alargamento aos CIT numa ADSE pública e inclusiva

2019-04-15
FESAP defende alargamento aos CIT numa ADSE pública e inclusiva

Enquanto representante dos beneficiários no Conselho Geral e de Supervisão da ADSE, a FESAP tem defendido que o Instituto Público deve cumprir escrupulosamente a missão de  assegurar a proteção dos seus beneficiários nos domínios da promoção da saúde, prevenção da doença, tratamento e reabilitação.

A FESAP tem também vindo a propalar que a ADSE deve zelar criteriosamente pelo cumprimento integral das atribuições inerentes ao cumprimento dessa missão, sendo nesse âmbito urgente e prioritária a celebração de novos acordos, convenções, contratos e protocolos que melhorem a rede de prestadores, em particular nas regiões do interior, na Madeira e nos Açores, e, em simultâneo, o desenvolvimento e a implementação de mecanismos de controlo da despesa.

Leia abaixo a nota de imprensa da FESAP

UGT defende que devem ser encontrados outros fatores que alimentem a Segurança Social

2019-04-12
UGT defende que devem ser encontrados outros fatores que alimentem a Segurança Social

A Fundação Francisco Manuel dos Santos (FFMS) apresentou no dia 12 de Abril, um estudo sobre a "Sustentabilidade do Sistema de Pensões Português", adjudicado ao Instituto de Ciências Sociais da Universidade de Lisboa pela FFMS, no qual os investigadores perspectivam que a Segurança Social deverá começar a registar défices crónicos já no fim da próxima década, sendo a solução aumentar a idade de reforma até aos 70 anos.

Perante estas conclusões, o Secretário-geral da UGT defendeu que devem ser encontrados outros fatores que alimentem a Segurança Social, além do que já existe, sem o aumento da idade da reforma, que prejudica trabalhadores e o mercado de trabalho.

De acordo com Carlos Silva, independentemente da relevância do estudo da Fundação Francisco Manuel dos Santos, aumentar a idade da reforma para os 69 anos "não é o caminho".

"Aumentar a idade da reforma é penalizar quem necessita do seu trabalho para garantir a sua subsistência e nós [UGT] não estamos de acordo com o aumento. Aliás, já tínhamos demonstrado a nossa contrariedade quando foi decidido o aumento de um mês por cada ano até aos 67 anos", salientou.

Carlos Silva lembra que a UGT sempre defendeu que para garantir a sustentabilidade da Segurança Social é preciso encontrar outras receitas alternativas que podem passar por uma tributação de impostos às empresas a partir de determinado patamar.

"Podemos encontrar uma derivação dos atuais impostos para permitir o reforço do orçamento da Segurança Social. (...) Por outro lado, consideramos que deve haver transferência de verbas do Orçamento do Estado. É para isso que os trabalhadores pagam impostos", disse.

O secretário-geral da UGT considera também que o estudo da Fundação Francisco Manuel dos Santos "olha mais para a questão económica do que para a social".