UGT - Comunicados

Notícias Internacionais

2017

Transmissão em directo do Seminário Internacional na UGT TV

2017-03-24
Transmissão em directo do Seminário Internacional na UGT TV

Assista em directo a todo o Seminário Internacional promovido pela UGT sobre o tema "Que desafios para o movimento sindical à escala global"

Clique em https://www.ugt.pt/13congresso/pt/emission e não perca os momentos desta iniciativa que junta vários convidados nacionais e internacionais.

Veja AQUI o programa

UGT reuniu com embaixadora britânica

2017-03-14
UGT reuniu com embaixadora britânica

Uma delegação da UGT, liderada pelo Secretário-geral, Carlos Silva, recebeu esta tarde na sua sede a embaixadora britânica em Portugal, Kirsty Hayes. 

No encontro foram analisadas a situação económica e social nacionais e a questão do Brexit.

 

ETUC - Trabalhadores em 7 países da UE em pior situação hoje do que há 8 anos

2017-03-13
ETUC - Trabalhadores em 7 países da UE em pior situação hoje do que há 8 anos

Os trabalhadores ainda não estão a sentir recuperação económica: os salários são hoje mais baixos do que há oito anos em sete Estados-Membros da UE, de acordo com uma nova pesquisa publicada hoje pelo Instituto Sindical Europeu (ETUI) e pela Confederação Europeia de Sindicatos (CES).

A pesquisa também mostra que em 18 países da UE os salários têm crescido muito mais lentamente ao longo dos sete anos após a crise do que nos oito anos anteriores.

Nos 7 anos entre 2009-2016 os salários reais (ajustados pela inflação) caíram anualmente em média 3,1% na Grécia; 1% na Croácia; 0,9% na Hungria; 0,7% em Portugal; 0,6% no Chipre; 0,4% no Reino Unido e 0,3% em Itália.

O crescimento dos salários reais foi mais baixo no período de 2009 a 2016 do que nos anos de 2001 a 2008 na Áustria, na Bélgica, na República Checa, na Dinamarca, na Estónia, na Finlândia, na França, na Irlanda, na Letónia, na Lituânia, no Luxemburgo, em Malta, nos Países Baixos, na Roménia e na Eslováquia, Eslovénia, Espanha e Suécia.

O crescimento médio anual dos salários reais sofreu uma queda na Roménia de 11,2% 2001-2008 para 0,1% 2009-2016, na Lituânia de 8,8 para 1% e na Letónia de 10,6 para 1,2%.

Apenas em 3 países - Alemanha, Polónia e Bulgária - os aumentos salariais reais em relação a 2009-16 superaram os aumentos do período 2001-08.

Mesmo em 2016, quando os salários reais começam a aumentar, na verdade diminuíram na Bélgica e estão quase estagnados em Itália, em França e na Grécia.

"São péssimas notícias, não só para os trabalhadores e para as suas famílias, mas também para os negócios", afirmou a Secretária Confederal da CES, Esther Lynch. "Se os trabalhadores têm menos para gastar os negócios também sofrem."

"É hora de uma recuperação real. Os trabalhadores em toda a Europa precisam de um aumento salarial. Os salários estão a começar a melhorar, mas há um grande atraso que tem que ser recuperado."

Mais informação

Estas conclusões encontram-se no documento "Benchmarking Working Europe 2017", publicado pelo ETUI e pela CES (VER link abaixo)

A CES está a organizar a campanha “A Europa necessita de um aumento salarial”  www.payrise.eu

NOTA: Esta tradução é da responsabilidade da UGT

Ver link

Europa precisa de aumentos salariais - Está na hora da nossa recuperação

2017-02-20
 Europa precisa de aumentos salariais - Está na hora da nossa recuperação

A Confederação Europeia dos Sindicatos (CES) lançou uma campanha para um aumento salarial dos trabalhadores em toda a Europa, visando impulsionar o crescimento económico e combater as desigualdades.

Os sindicalistas europeus discutiram a necessidade de aumentos salariais com os empregadores e o governo numa conferência em Bruxelas.

"A Europa precisa de falar sobre aumentos de salários", disse o Secretário-Geral da CES, Luca Visentini. "Aumentos de salários, impulsionando o poder de compra, são um motor para a procura económica, o crescimento e o emprego."

"Os trabalhadores estão em perda há anos. Os salários não acompanharam o ritmo da produtividade durante décadas. Salários estão a cair em relação ao lucro, acções e rendas de capital. A percentagem de baixos salários é um escândalo. A persistência das disparidades salariais entre homens e mulheres é um embaraço de longa data e a escala da diferença de salários entre os Estados-Membros da UE não é aceitável. Os salários mínimos são intoleravelmente baixos em alguns países, e nem sequer abrangem todos ".

"A melhor maneira de conseguir aumentos de salário é através da negociação coletiva entre sindicatos e empregadores", disse a Secretária Confederal da CES, Esther Lynch. "Os empregadores e os sindicatos precisam iniciar uma nova onda de negociações salariais. A política económica da UE e nacional precisa de começar a incentivar os aumentos de salários e a negociação coletiva".

"Os sindicatos europeus estão determinados a retomar na sua agenda a questão da politica de rendimentos, pela primeira vez desde a crise financeira".

O Ministro do Emprego do Luxemburgo, Nicolas Schmit, e os Secretários de Estado do Emprego de Portugal e da Eslováquia, manifestaram-se firmemente a favor dos aumentos de salários dos trabalhadores.

O orador após orador, os representantes dos sindicatos em toda a Europa argumentou que:

• os salários estão a ficar abaixo da produtividade,

• os lucros não estão sendo justamente compartilhados com os trabalhadores por meio de aumentos de salários,

• a negociação colectiva necessita de ser reforçada,

• A política económica da UE e nacional deve reflectir o efeito positivo dos aumentos salariais na justiça social e no crescimento económico.

Os sindicalistas que participaram incluíram líderes eleitos da Bélgica, Bulgária, República Checa, França, Itália, Polónia, Eslováquia e Espanha.

(Nota: Tradução da responsabilidade da UGT)

 

Aceda AQUI ao website da campanha e junte-se a esta acção europeia

Ver vídeo (Youtube)

UGT recebe candidato presidencial francês, Benoit Hamon

2017-02-17
UGT recebe candidato presidencial francês, Benoit Hamon

A UGT recebeu esta tarde, na sua sede, o candidato socialista às presidenciais francesas, Benoit Hamon.

O candidato deslocou-se a Lisboa, numa visita oficial de dois dias para promover uma série de encontros com partidos políticos e organizações da sociedade civil.

A UGT foi uma das organizações escolhidas por Benoit Hamon para debater as questões sociais e laborais de Portugal.

 

 

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