UGT - Comunicados

Notícias Internacionais

2017

CESE - No 1º de Maio nós queremos uma Europa Social forte

2017-05-01
CESE - No 1º de Maio nós queremos uma Europa Social forte

Os representantes da UGT no Comité Económico e Social Europeu, Carlos Silva e João Dias da Silva, juntaram-se à campanha por uma Europa Social mais forte e transmitiram uma mensagem para o Dia Internacional do Trabalhador:

" Neste dia 1 de Maio, vamos todos defender uma Europa Social!"

 

 

 

 

UGT no Congresso fundador da Alternativa Democrática Sindical

2017-04-20
UGT no Congresso fundador da Alternativa Democrática Sindical

Uma delegação da UGT participa no Congresso fundador da nova Confederação Sindical Americana e das Caraíbas, que compreende 26 Confederações nacionais oriundas de 13 países e que representam, globalmente, cerca de 25 Milhões de trabalhadores do Continente Americano e das Caraíbas.

Com uma longa tradição de solidariedade e cooperação com a Forca Sindical do Brasil, uma das principais organizações presentes e cujo primeiro Secretario Geral da ALTERNATIVA DEMOCRATICA SINDICAL é oriundo desta confederação amiga, o seu dirigente Nilton Souza, a UGT foi convidada a assistir ao nascimento desta nova organização.

Com uma relação conturbada no seio da CSA - Confederação Sindical das Américas, que integra a CSI (Confederação Sindical Internacional, onde a UGT é filiada), estas 26 organizações decidiram percorrer o seu próprio caminho.

Numa intervenção produzida durante o Congresso, o Secretario Geral da UGT apelou ao diálogo entre as organizações do movimento sindical internacional, respeitando a liberdade sindical que a cada uma das organizações é conferida, mas alertando para que existam esforços entre a CSI e a nova ADS para uma convergência na acção no continente americano.

O Congresso termina dia 20 com a eleição dos órgãos dirigentes.

Ver fotos (Flickr)

UGT condena atentado na Suécia

2017-04-11
UGT condena atentado na Suécia

O Secretário-geral da UGT enviou às confederações sindicais suecas uma mensagem de solidariedade na sequência do ataque terrorista em Estocolmo.

Leia abaixo a mensagem de Carlos Silva.

"A UGT após tomar conhecimento do atentado terrorista em Estocolmo, não pode deixar de expressar a sua consternação perante este ataque bárbaro e manifestar a sua solidariedade ao povo sueco e a todos os trabalhadores, em especial aos trabalhadores portugueses residentes na Suécia.
A UGT condena veemente mais este ataque de violência injustificável e apresenta as condolências aos familiares das vítimas e reitera que o combate ao terrorismo e a defesa da dignidade humana de todos os europeus deve ser um objectivo pelo qual todos devem permanecer unidos e solidários."

Cordiais saudações sindicais
Carlos Silva
Secretário-geral da UGT

 

Versão Inglês

"After the terrorist attack in Stockholm, UGT-P can only express its dismay at this barbaric attack and express its solidarity with the Swedish people and all the workers, especially the Portuguese workers living in Sweden.
UGT strongly condemns this attack of unjustifiable violence and expresses its condolences to the victims’ families and reaffirms that the fight against terrorism and the protection of the human dignity of all Europeans should be an objective for which all must remain united and solidary."

Fraternal greetings
Carlos Silva
UGT-P General Secretary

 

 

Mário Monti no CESE

2017-04-06
Mário Monti no CESE

O ex-primeiro ministro de Itália, Mário Monti, está hoje presente no Conselho Económico e Social Europeu (CESE), na qualidade de presidente do Grupo de Alto nível sobre Recursos Próprios da U.E. para um debate sobre as possíveis consequências do Brexit.

 

CES e CSI: O ataque do FMI aos trabalhadores gregos é inaceitável

2017-03-30
CES e CSI: O ataque do FMI aos trabalhadores gregos é inaceitável

A Confederação Internacional e a Confederação Europeia de Sindicatos apelam ao Fundo Monetário Internacional para parar de insistir que a Grécia proceda com ainda mais cortes nas pensões a mais desregulação no mercado de trabalho antes do fundo aceitar um novo programa de empréstimo ou da assinatura do desembolso pelas instituições europeias.

Um porta-voz do FMI afirmou na passada quinta-feira que o FMI procura “particularmente reformas nas pensões e no mercado de trabalho” como condições para prolongar a assistência financeira à Grécia. Os trabalhadores gregos já sofreram uma severa redução das suas condições de vida. As medidas de austeridade e de desregulação exigidas pelas instituições credoras desde 2010 incluíram já reduções no salário mínimo, nas pensões e na abrangência da negociação coletiva. A Secretária Geral da CSI, Sharan Burrow, disse que “os trabalhadores gregos suportam na sua quase totalidade os custos da crise que começou em 2008; os salários caíram, as pensões foram cortadas e um quarto da força de trabalho encontra-se ainda desempregada. A OIT lançou no ano passado um estudo de grande relevância que demonstrou que a cobertura da negociação coletiva caiu dos 70% no pré-crise para os 10% em 2015. Continuar a reduzir os direitos coletivos dos trabalhadores não contribuirá em nada para recolocar a Grécia no caminho da recuperação económica, apenas reforçará a tendência alarmante do crescimento das desigualdades no país.”

Luca Visentini, Secretário-geral da CES, disse que a ultima tentativa do FMI em continuar a reduzir os direitos dos trabalhadores na Grécia constitui um ataque ao modelo social europeu: “Os trabalhadores e as empresas, das quais 95% são microempresas, precisam da negociação coletiva a nível setorial não precisam do despedimento coletivo. O Presidente da Comissão Europeia, Jean-Claude Juncker já enviou uma carta ao Primeiro-ministro Tsipras, afirmando claramente que a negociação coletiva e o direito à greve são questões de âmbito nacional, que devem ser acordadas entre parceiros sociais com o apoio do Governo e que a Comissão Europeia não intervirá nestas matérias na Grécia. Queremos que o FMI demonstre o mesmo respeito pelos trabalhadores gregos em vez de impor as assim intituladas “reformas” que poderão prejudicar a economia grega e a coesão social."

A OCDE publicou dados demonstrando que depois da aplicação da desregulação pelo governo anterior, a proteção no emprego já é mais fraca do que nos quatro países nórdicos, bem como na Alemanha, os Países-Baixo e vários outros países membro da União Europeia.

Os Secretários Gerais da CSI e da CES expressam a sua solidariedade para com a confederação sindical grega, GSEE e incitam o Governo grego e os seus parceiros europeus a defender os direitos dos trabalhadores contra as últimas exigências do FMI.

(tradução da responsabilidade da UGT)

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