UGT - Comunicados

Notícias Internacionais

2019

Eleições para o Parlamento Europeu de 2019 - Declaração dos Parceiros Sociais Europeus

2019-03-21
Eleições para o Parlamento Europeu de 2019 - Declaração dos Parceiros Sociais Europeus

A União Europeia assegurou uma paz duradoura em todo o nosso continente e reuniu os cidadãos europeus em torno dos valores fundamentais da democracia, dos direitos humanos, da liberdade e da igualdade.

A democracia precisa ser vivida para se manter viva. Por conseguinte, instamos os cidadãos de toda a Europa a participarem nas eleições europeias de 23 a 26 de Maio de 2019, a fim de poderem intervir sobre o futuro e defender a democracia, o crescimento económico sustentável e a justiça social.

A UE tem sido fundamental para tornar o modo de vida europeu o que é hoje. Trouxe um progresso económico e social sem precedentes e continua a trazer benefícios tangíveis para os cidadãos, trabalhadores e empresas em toda a Europa.

Estes são tempos incertos para a Europa e para o mundo. Estamos a caminho da recuperação, mas as consequências económicas e sociais da crise podem ainda ser sentidas pelos cidadãos, trabalhadores e empresas. Algumas pessoas questionam ou até rejeitam o projeto europeu. Enfrentamos enormes desafios - tensões internacionais, redefinindo as relações UE-Reino Unido, migração, desemprego, falta de perspetivas para a nossa juventude, as alterações climáticas e a transformação digital e, em vários países, o aumento das desigualdades económicas e sociais. Mas a resposta não é puxar a ponte levadiça e recuar – devemos sim, levantar-nos e agir em união.

O projeto da UE tem de permanecer resiliente e forte e nós, parceiros sociais europeus, acreditamos que ele pode continuar a ajudar-nos a enfrentar os nossos desafios e a conceber um futuro melhor para a Europa, os seus cidadãos, trabalhadores e empresas.

A Europa ainda é um dos melhores lugares do mundo para se viver, trabalhar e fazer negócios. Temos muito do que nos orgulhar e valorizar, e devemos continuar a construir juntos.

Neste espírito, continuaremos a contribuir para um projeto europeu de sucesso e uma Europa unida que proporcione aos seus trabalhadores e empresas, concentrando-se em iniciativas que melhorem a sua vida quotidiana e ofereçam um futuro melhor, cheio de oportunidades para todos.

UGT participa nas reuniões ao mais alto nível com FMI e Banco Mundial

2019-03-13
UGT participa nas reuniões ao mais alto nível com FMI e Banco Mundial

A UGT, representada pelo seu Secretário-geral, Carlos Silva e pela Secretária Internacional, Catarina Tavares, encontra-se em Washington, entre os dias 10 e 17 de Março, para participar numa série de encontros e reuniões ao mais alto nível promovidas pela Confederação Sindical Internacional (CSI) com o Banco Mundial e o Fundo Monetário Internacional (FMI).

Estas reuniões pretendem abordar com as instituições internacionais questões importantes para o movimento sindical como as políticas implementadas pelo Banco Mundial e o FMI relativas às desigualdades salariais, as crises económicas e respetivas recuperação, a protecção social, a regulação e a estabilidade dos sistemas internacional financeiro, e até mesmo, as alterações climáticas e as economias verdes.

Os representantes do movimento sindical a nível mundial, incluindo a UGT, tiveram a oportunidade de interpelar a Directora-geral do FMI, Christine Lagarde, sobre as políticas de intervenção nos vários países, que no caso específico de Portugal contribuiu para um clima de austeridade, de desregulação salarial e laboral.

Na sua deslocação a Washington, a delegação sindical portuguesa teve oportunidade de reunir com o Embaixador de Portugal nos E.U.A, Domingos Fezas Vital.

 

UGT debate as questões do turismo no espaço da CPLP

2019-03-13
UGT debate as questões do turismo no espaço da CPLP

A reunião informal dos Ministros do Turismo da Comunidade de Países de Língua Portuguesa (CPLP), que decorreu em Lisboa, na Feira Internacional de Lisboa (FIL), no dia 13 de Março contou com a representação do Secretário-geral Adjunto da UGT, José Cordeiro, na qualidade oficial do Estatuto de Observador, para um debate informal sobre a cooperação.

Esta reunião antecedeu o II Fórum de Negócios e Investimentos Turísticos no Espaço da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP) que decorreu na tarde do dia 14 de março também na FIL. Este fórum tem como objetivo promover e dinamizar os negócios, investimentos turísticos e conhecer o potencial no espaço da CPLP, cabendo aos Ministros de Turismo de cada país apresentar os principais projetos de investimento, identificando as novas áreas de desenvolvimento turístico e, paralelamente darem nota dos incentivos disponíveis.

Na sessão de abertura do II Fórum de Negócios e Investimentos Turísticos no Espaço da CPLP, participaram o Ministro de Turismo de Cabo Verde, José da Silva Gonçalves, o Ministro-adjunto e da Economia, Pedro Siza Vieira, o Secretário Executivo da CPLP, embaixador Francisco Ribeiro Telles, e o Presidente da Fundação AIP, Jorge Rocha de Matos.

Relatório 2018 Intervenção dos Representantes da UGT no CESE

2019-03-07
Relatório 2018 Intervenção dos Representantes da UGT no CESE

Relatório do ano de 2018 dos membros do Comité Económico e Social Europeu (CESE), indigitados pela UGT.

Este documento é da autoria de João Dias da Silva.

 

Aceda ao relatório na íntegra no link abaixo

CES - Eleições Europeias - Uma Europa mais justa para os trabalhadores

2019-03-04
CES - Eleições Europeias - Uma Europa mais justa para os trabalhadores

O resultado das eleições europeias de maio será crucial para o rumo futuro da União Europeia e os sindicatos desempenham um papel ativo na campanha.

A 26 de Fevereiro, a Confederação Europeia de Sindicatos (CES) lança o seu programa eleitoral - acordado pelas 90 organizações sindicais nacionais da CES que representam 45 milhões de trabalhadores - que apela a todas as pessoas para votarem nas eleições europeias e que votem nos partidos e candidatos que apoiam as reivindicações sindicais para uma Europa mais justa para os trabalhadores.

Os sindicatos declaram no programa que “uma Europa mais justa para os trabalhadores é possível” e deve ter por base:

- Democracia e justiça social

- Empregos de qualidade e salários mais altos

- Transições socialmente justas para uma economia de baixo carbono e digital.

Ideias chave:

“O novo Parlamento Europeu pode tornar a União Europeia um lugar melhor ou minar a cooperação europeia construída ao longo de muitos anos”;

“A crise deixou cicatrizes profundas nos trabalhadores”;

“A democracia está em risco de extremistas” e “o nacionalismo não oferece soluções para os problemas que enfrentamos hoje”.

“A mudança é possível”;

“A Europa pode ser uma força para o progresso social”.

Propostas específicas incluem:

- Novas políticas económicas para impulsionar o crescimento em benefício de todos, incluindo o relançamento do investimento público;

- Implementação integral do "Pilar Europeu dos Direitos Sociais", incluindo o direito à educação de qualidade e à aprendizagem ao longo da vida, saúde e segurança no trabalho, emprego seguro, igualdade entre homens e mulheres e serviços públicos de boa qualidade;

- Legislações europeias e nacionais que permitam que os empregadores e os sindicatos concluam acordos coletivos para aumentar os salários e alcançar melhores padrões de vida e trabalho para todos;

- O trabalho do mesmo valor deve ser pago da mesma forma em toda a Europa, em todos os setores, para mulheres e homens;

- Transições geridas para uma economia de baixo carbono e digital, para que ninguém seja deixado para trás, incluindo uma nova Política Industrial da UE para criar novos empregos e oportunidades.

Leia o programa no link abaixo