UGT - Comunicados

Resoluções

2021

Política Reivindicativa UGT 2021/2022

2021-09-16
Política Reivindicativa UGT 2021/2022

O documento aprovado por unanimidade reafirma a intervenção da UGT na defesa de políticas e medidas de valorização dos rendimentos dos trabalhadores e dos pensionistas; de promoção de emprego digno e de valorização do trabalho; de reforço e dinamização da negociação colectiva; da melhoria da protecção social; do combate à pobreza e às desigualdades e de melhores serviços públicos.

I - Melhores salários. Melhores Rendimentos. Menos Desigualdades 

II - Aprofundar a trajectória de valorização do salário mínimo

III - Desagravar a fiscalidade sobre salários e pensões. Por um sistema fiscal mais justo

IV - Alargar a protecção social. Melhorar os níveis de protecção. Não deixar ninguém de fora

V - Negociação Colectiva

VI - Dignificar o trabalho. Dignificar a Concertação Social.

 

 

Moção SINDEL | Exige-se diálogo e o cumprimento da contratação colectiva

2021-07-22
Moção SINDEL | Exige-se diálogo e o cumprimento da contratação colectiva

(...) 

 

O Secretariado Nacional da UGT, reunido em Lisboa, no dia 22/7/2020:

  1. Reclama o cumprimento das regras constantes no ACT do Grupo ADP e no AE da EPAL relativamente à vigência das Tabelas Salariais e das suas atualizações, sem impedimentos por parte da tutela e do Ministério das Finanças, por forma a se retomar a normalidade da Contratação Coletiva nestas empresas;
  2. Reivindica à Administração do Grupo Águas de Portugal que se empenhe junto dos Ministérios que tutelam o Setor – como os do Ambiente e das Finanças– para que se possam iniciar processos negociados de Contratação Coletiva e de atualizações salariais no Grupo e na EPAL;
  3. Exige a escolha de Administrações com base em critérios de competência técnica reconhecida e não em critérios de satisfação de clientelas político-partidárias;
  4. Relembra a todas as partes interessadas e que têm estado de algum modo envolvidas no impasse negocial que se instalou no Setor, que é devido o respeito pela dignidade dos trabalhadores; que é fundamental valorizar os recursos humanos para que as empresas possam, elas também, valorizar-se; e que há uma ética intrínseca à gestão que não pode ausentar-se, sob pena de, com essa ausência, se afundarem os valores mais basilares de uma sociedade desenvolvida!

 

Os órgãos dirigentes da UGT tornarão público o conteúdo desta moção e fá-la-ão chegar ao Governo, nomeadamente Ministérios da Tutela, Grupos Parlamentares e Representações na Assembleia da República e Organismos de representação Tripartida em que a UGT está representada.

 

Moção SN UGT | Em defesa dos trabalhadores bancários

2021-07-22
Moção SN UGT | Em defesa dos trabalhadores bancários

O Secretariado Nacional da UGT, de 22 de Julho de 2021, aprovou por unanimidade e aclamação, uma Moção do sector bancário em defesa dos seus trabalhadores.

 

(...)

 

Os sindicatos bancários filiados na UGT reivindicam: 

 

1. Que o Governo lance mão de todos os mecanismos ao seu alcance para terminar com o clima de chantagem e de medo que se vive na banca; 

 

2. Que o Governo, através de uma atitude institucional coerente com as suas promessas, conduza as administrações bancárias às diversas mesas de negociação contratual no setor, em linha com os princípios de concertação social praticados ao longo dos anos no nosso país. 

 

SN aprova carta com reivindicações para o Primeiro-ministro

2021-07-22
SN aprova carta com reivindicações para o Primeiro-ministro

O Secretariado Nacional da UGT aprovou esta quinta-feira, 22 de Julho, uma carta com as principais reivindicações a apresentar ao Primeiro-Ministro durante a tarde. 

No documento, apresentado a António Costa, o Secretariado nacional exige um verdadeiro diálogo social, com resultados para os trabalhadores portugueses.

Leia no link abaixo a carta na íntegra.

FESAP | Vínculos, Carreiras e Remunerações: Recuperar para Avançar

2021-07-12
FESAP | Vínculos, Carreiras e Remunerações: Recuperar para Avançar

(...)

 

Não obstante a pandemia de Covid-19 estar a marcar indelevelmente o último ano e meio, essa não pode, nem deve, ser apontada como justificativo plausível para a forma como o Governo tem encarado e desenvolvido a negociação coletiva para a Administração Pública, uma vez que já vem de anos transatos o “hábito” de transformar os processos de negociação, incluindo o processo de negociação geral anual, numa espécie de procedimentos pró-forma através dos quais, na realidade, nada se negoceia nem acorda. 

 

Aliás, o facto de ser unânime na sociedade portuguesa que, entre os grandes protagonistas do esforço nacional de combate à pandemia de SARS-CoV-2, estão os trabalhadores da Administração Pública dos mais variados setores, com destaque para aqueles que desempenham funções nos serviços essenciais, é um fator que reforça a capacidade e a legitimidade dos trabalhadores e das organizações que os representam para exigir uma alteração profunda da situação atual. 

 

Esta realidade, inquestionável e inaceitável, exige, da parte da FESAP, uma tomada de posição cada vez mais firme relativamente ao direito à negociação coletiva, não só através da promoção de processos negociais com resultados, como também através do resgate desses processos para as sedes próprias, devolvendo aos sindicatos um papel que, por força das soluções governativas adotadas nas duas últimas legislaturas, lhes foi retirado. 

 

Para que tal aconteça, é essencial agir, pela via negocial, sobre um conjunto de matérias que a FESAP considera prioritárias.

 

Leia na íntegra a Resolução da Assembleia Geral da FESAP