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2017

UGT-Açores saúda o Acordo de Concertação Social que permitiu fixar o salário mínimo regional em 584,85€

2017-01-10
UGT-Açores saúda o Acordo de Concertação Social que permitiu fixar o salário mínimo regional em 584,85€

O Secretariado Regional da UGT-Açores reunido em Ponta Delgada no dia 10 de janeiro releva a importância do compromisso tripartido a que se chegou em sede de Concertação Social pelo facto do mesmo abrir portas à celebração de um acordo de concertação a médio prazo fundamental para ancorar e projectar o nosso crescimento e desenvolvimento económico e social sustentável e a criação de emprego futuros num ambiente de paz social.

Leia o comunicado na íntegra abaixo

UGT lamenta a morte de Mário Soares

2017-01-07
UGT lamenta a morte de Mário Soares

Foi com profundo pesar que a UGT tomou conhecimento da morte do antigo Presidente da República, Mário Soares.

Portugal e o regime democrático como hoje o conhecemos perdeu o seu impulsionador. Mário Soares foi sem dúvidas o patriarca da atual democracia e uma das mais importantes figuras políticas em Portugal e na Europa,

Mário Soares será reconhecido por muitos como um combatente pela conquista da Liberdade e consolidação da Democracia.

Até ao 25 de abril foi um opositor acérrimo da ditadura e um grande apoiante da candidatura do General Humberto Delgado à Presidência da República.  

Foi deportado para São Tomé e Príncipe e depois para Paris. Regressou depois da Revolução dos Cravos já com Partido Socialista fundado para ocupar durante vários anos os mais altos cargos da Nação.

Foi Primeiro-ministro de Portugal e Presidente da República durante dois mandatos. Foi também ele que deu início ao processo de adesão de Portugal à União Europeia, a então Comunidade Económica Europeia, tendo formalizado o pedido em 1977.

Mário Soares foi um dos grandes impulsionadores da criação da UGT como resposta aos valores que sempre defendeu – pluralismo, contrário às teses da unicidade sindical e do discurso e pensamentos únicos.

Lembramos com honra e saudades as suas visitas às antigas sedes da UGT e aos seus variados apoios às posições da central Sindical na defesa do diálogo social e da concertação.

Neste momento de pesar, a UGT e as organizações suas filiadas endereçam as suas mais sentidas condolências à sua família, em particular aos seus filhos e netos, e ao Partido Socialista, do qual foi um dos seus fundadores e o seu primeiro Secretário Geral. 

Um compromisso que nos orgulha. Uma vitória da UGT na recentralização da concertação social

2017-01-03
Um compromisso que nos orgulha. Uma vitória da UGT na recentralização da concertação social

Foi por unanimidade e aclamação que o Secretariado Nacional da UGT aprovou hoje o documento que estabelece o compromisso tripartido para o aumento do salário mínimo para os 557€.

Além da questão do salário mínimo, os secretários nacionais aprovaram ainda um conjunto de acções para a dinamização da negociação colectiva, modernização do mercado de trabalho e combate à precariedade.  

Esta foi mais uma vitória para os trabalhadores portugueses, com um aumento dos seus rendimentos e consequentemente da melhoria das suas condições de vida.

Mas esta foi também uma vitória da UGT ao romper com um ciclo de perdas para os direitos e rendimentos dos trabalhadores impostos pela Troika. Foi também uma vitória perante uma ofensiva patronal que durante os últimos anos, em nome da competitividade e do crescimento, obtiveram grandes ganhos à custa da redução dos rendimentos do trabalho.

A UGT conseguiu com grande esforço e capacidade negocial trazer para a assinatura do acordo as confederações patronais, abrindo portas para que no futuro sejam negociadas matérias que serão vantajosas para os trabalhadores.

A UGT assumiu um compromisso que a orgulha e que a responsabiliza nas negociações futuras para um acordo de médio prazo. Este compromisso é um sinal claro da importância da concertação social e do seu papel central na concretização de mudanças fundamentais para o País.

Para a UGT, este compromisso que inclui a assinatura de todas as partes, à excepção da CGTP, é determinante na recentralização do papel da concertação social e dos parceiros sociais no quadro de uma democracia participativa.