UGT - Comunicados

Comunicados

2021

Comunicado Conjunto Sindicatos RTP | A.E. posto em causa com regulamentos ad-hoc

2021-09-21
Comunicado Conjunto Sindicatos RTP | A.E. posto em causa com regulamentos ad-hoc

Após o CA ter solicitado, em reunião de 7 de Julho p.p., o contributo dos sindicatos para a inserção no AE de algumas disposições que permitissem viabilizar os reenquadramentos eximindo-os das obstruções da tutela financeira e prevendo-se, para esse efeito, uma reunião no início de Outubro, eis que surgiu ontem às 20:06h, enviado para as sedes dos sindicatos após horário de expediente, e depois de ter sido, indevidamente, enviado à CT e em véspera de uma reunião sobre avaliações de desempenho.

Sobre este facto têm as Organizações sindicais a dizer o seguinte:

1- Os sindicatos negoceiam o Acordo de Empresa, não negoceiam regulamentos;

2- O CA quebrou o compromisso assumido em Julho de 2021;

3- Reenquadramentos não são promoções, e como tal não estão ao abrigo da cláusula 12ª do AE;

4- Atos administrativos são da estrita competência da Empresa, não dos sindicatos;

5- A negociação com os sindicatos deve ser pautada por boa-fé;

6- Os protocolos assinados com os Sindicatos não têm prazos de vigência anual e são para cumprir, nomeadamente os retroactivos nos reenquadramentos;

7- Jamais os sindicatos permitirão que o AE seja esvaziado e substituído por regulamentação avulsa.

 

Oportunamente, será marcada uma reunião de trabalhadores!

 

Os Sindicatos:

FE

FETESE

SICOMP

SINTTAV

SITIC

SJ

SMAV

STT

FESAP | Reunião promissora com o Secretário de Estado Adjunto e da Justiça

2021-09-15
FESAP | Reunião promissora com o Secretário de Estado Adjunto e da Justiça

A FESAP reuniu recentemente com o Secretário de Estado Adjunto e da Justiça, Mário Belo Morgado, com o objetivo de abordar uma série de problemas dos trabalhadores dos Centros Educativos, nomeadamente das carreiras de Técnico Profissional de Reinserção Social, Técnico Superior de Reinserção Social, Técnico Superior de Reeducação Social, Guarda Prisional, e das equipas multidisciplinares que englobam trabalhadores destas carreiras.

Num encontro que decorreu sob um clima de cordialidade e abertura entre as partes, a FESAP referiu que deve ser considerada a atribuição do subsídio de risco aos profissionais das carreiras acima referidas, uma vez que exercem funções muitos específicas e em condições particularmente difíceis.

A FESAP manifestou também grande preocupação com a falta de pessoal e com o aumento da média de idades dos trabalhadores, superior à média da Administração Pública, bem como com a ausência de concursos de progressão, tendo Mário Belo Morgado informado que os esforços de recrutamento e de abertura de concursos estão dependentes do despacho favorável por parte do Ministério das Finanças para que possam ser consequentes.

Nesta reunião, a FESAP propôs que se avance para a revisão das carreiras do setor da reinserção e da reeducação social, algumas das quais estão enquadradas no grupo das carreiras não revistas, muito desajustadas da realidade vivida atualmente pelos trabalhadores.

No que respeita aos guardas prisionais, a FESAP considerou imperativo que o Orçamento do Estado para 2022 preveja a correção das incoerências estatutárias que se verificam ao nível das chefias. 

Mário Belo Morgado demonstrou abertura para a discussão de todas as matérias colocadas pela FESAP e para trabalhar em conjunto no sentido de melhorar o sistema de reinserção social.

Ficou desde já agendada uma nova reunião para o dia 4 de outubro, sendo expectável que dessa possam surgir mais informações e avanços sobre as matérias em apreço.

 

Leia o comunicado em pdf no link abaixo

 

UGT-Espanha solidária com bancários do BST

2021-09-15
UGT-Espanha solidária com bancários do BST

A UGT espanhola e os seus sindicatos do Grupo Santander juntaram-se aos portugueses na defesa dos bancários do Santander Totta (BST). Juntos, exigem que seja interrompido o despedimento coletivo anunciado.

Por iniciativa da UGT/Portugal, realizou-se hoje, dia 15 de setembro, uma reunião entre os três sindicatos portugueses – Mais Sindicato, SBC e SBN – e uma delegação da UGT/Espanha, que integrou dirigentes sindicais do Santander em Espanha. 

No encontro ficou claro que a redução do número de trabalhadores está a ser realizada de forma radicalmente diferente nos dois países – quer em termos de dimensão, quer de processos.

Em Espanha, o Santander negoceia soluções com os Sindicatos, preservando a paz social: ou seja, por acordo com os trabalhadores e em condições claramente mais vantajosas. Além disso, em 2021 a redução de efetivos é de cerca de 15% do total de trabalhadores.

Pelo contrário, em Portugal o BST ameaça com despedimento coletivo os trabalhadores que não aceitam a proposta de rescisão por mútuo acordo (RMA). Por sua vez, no mesmo período a diminuição de efetivos ronda os 25% da força de trabalho.
 

É tempo de parar
Ressaltou da reunião a importância do diálogo ibérico, para que a Administração central do Santander em Espanha saiba o que se passa em Portugal e como os responsáveis do BST agem, de forma completamente distinta e em completo desrespeito pelos trabalhadores – lançando uma profunda mancha negra na imagem do Grupo Santander.


Os sindicatos portugueses frisaram que é urgente negociar com mais tempo, atendendo às circunstâncias: este ano, o banco já reduziu em mais de 1000 o número de efetivos e, em simultâneo, tem agências em que há falta de trabalhadores. Por outro lado, em termos de resultados obteve lucros.... Razões suficientes para parar por aqui o seu procedimento e não enveredar por processos unilaterais.

Face aos factos, os Sindicatos de ambos os países e as respetivas centrais sindicais deixam uma mensagem clara à Administração do Santander: é fundamental parar o processo de redução de trabalhadores.

Do mesmo modo, exigem dignidade, respeito e paz social – a pandemia não serve de desculpa!

Leia o comunicado conjunto em pdf no link abaixo

Ponto de situação no setor bancário

2021-09-07
Ponto de situação no setor bancário

Os sete Sindicatos do setor bancário – SBC, SNQTB, Mais Sindicato, SBN, SIB, STEC e SinTAF – estiveram hoje reunidos e fizeram uma análise sobre os temas que afetam os trabalhadores bancários e, em particular, sobre as situações específicas do Banco Santander Totta (BST), Banco Comercial Português (BCP), Caixa Geral de Depósitos, Montepio Geral e Parvalorem.

Os seis* Sindicatos decidiram solicitar, com caráter de urgência, uma reunião às comissões executivas do BCP e BST, tendo como pano de fundo os processos de reestruturação em curso.

SBC, SNQTB, Mais Sindicato, SBN, SIB e SinTAF vão exigir o fim imediato de qualquer intenção de despedimento coletivo ou de figuras análogas.

Se esta exigência não for atendida, estes Sindicatos irão declarar uma greve conjunta, a realizar ainda no corrente mês de setembro.

 

* Com a solidariedade do STEC - Sindicato dos Trabalhadores das Empresas do Grupo CGD.

 

Coimbra, Lisboa e Porto, 7 de setembro de 2021

 

Aceda no link abaixo ao comunicado em pdf.

UGT e sindicatos dos bancários reúnem com Governo sobre despedimentos no BCP e Santander

2021-09-02
UGT e sindicatos dos bancários reúnem com Governo sobre despedimentos no BCP e Santander

No âmbito dos processos de despedimento coletivo com que os Bancos Santander/Totta e Millennium/BCP confrontaram os sindicatos dos bancários da UGT, após longos processos negociais, na tentativa de consensualizar soluções que garantam aos trabalhadores as melhores condições para o seu futuro, os sindicatos dos bancários da UGT - Mais Sindicato, SBN e SBC - acompanhados pelo Secretário Geral, Carlos Silva, reunirão na próxima sexta feira, dia 3 de Setembro, pelas 15h00, na sede do Ministério do Trabalho, na Praça de Londres, com os Ministros da Economia e da Transição Digital e do Trabalho, Solidariedade e Segurança Social, Pedro Siza Vieira e Ana Mendes Godinho, respetivamente, no sentido de o Governo adotar medidas de defesa dos trabalhadores e de evitar que as empresas possam recorrer a esta figura legal - despedimento coletivo - para atingirem objetivos económicos dos accionistas, aproveitando o momento de pandemia, onde seria exigível uma responsabilidade social que proteja os mais frágeis e vulneráveis na relação de trabalho.

Esta é uma das ações que a UGT e os seus sindicatos irão despoletar, inclusive a nível internacional, de chamar a atenção para atitudes e comportamentos anti-sociais de violação da dignidade dos trabalhadores.

Numa altura em que o Governo apresentou aos parceiros sociais uma AGENDA PARA O TRABALHO DIGNO E A VALORIZAÇÃO DOS JOVENS NO MERCADO DE TRABALHO importa que seja o Governo o primeiro a rejeitar estes comportamentos de grandes empresas, que deveriam liderar a responsabilidade social, e nestes casos, apenas surgem na cauda dos mais irresponsáveis e injustos socialmente.