UGT - Comunicados

Comunicados

2017

SBC - Comunicado sobre os incêndios

2017-10-19
SBC - Comunicado sobre os incêndios

Neste momento particularmente difícil para todos quantos vivem e trabalham nos concelhos que se viram afectados pelos incêndios, em especial os muitos trabalhadores bancários e as suas famílias, consternado, o Sindicato dos Bancários do Centro vem manifestar a sua solidariedade e o seu pesar.

Leia o comunicado na íntegra no link abaixo

Populações precisam de respostas urgentes e imediatas! UGT manifesta as suas condolências às famílias das vítimas dos incêndios

2017-10-17
Populações precisam de respostas urgentes e imediatas! UGT manifesta as suas condolências às famílias das vítimas dos incêndios

A UGT apresenta as mais profundas condolências às famílias das vítimas dos incêndios que mais uma vez fustigaram o País este fim-de-semana.

Num momento de consternação para todos quantos vivem e trabalham nos concelhos flagelados pelos fogos, a UGT manifesta a sua solidariedade a todos os bombeiros pelo seu trabalho árduo no combate às chamas e no socorro às populações.

Também às autarquias e às várias instituições de solidariedade que já se encontram no terreno, a UGT não pode deixar passar em branco o seu trabalho, contudo é necessário ir mais além e, de forma urgente, dar respostas às pessoas que viram as chamas consumir os seus bens ou as suas casas.

Ao ouvir as palavras do Primeiro-Ministro, António Costa, “nada pode ficar como antes”, a UGT não só concorda como reafirma o que já tinha dito em Junho aquando dos incêndios de Pedrogão Grande, Figueiró dos Vinhos e Castanheira de Pêra, que temos de passar das palavras ao actos, fazer um levantamento rápido dos danos e desenvolver esforços em conjunto com as forças políticas, sociais e económicas para a construção de uma verdadeira estratégia nacional que afronte os problemas com que as populações, os trabalhadores e as empresas das regiões do interior do País se confrontam.

Estas situações não podem voltar a acontecer. Não se pode negligenciar. É preciso agir. As populações precisam de respostas JÁ!

ELEIÇÕES AUTÁRQUICAS 2017

2017-10-02
ELEIÇÕES AUTÁRQUICAS 2017

No seguimento do acto eleitoral que ocorreu ontem, a UGT saúda todos os portugueses pela sua maior participação cívica, que se traduziu numa redução da abstenção, face às anteriores eleições autárquicas, mas que se mantém ainda em níveis indesejavelmente elevados.

O povo português, mais uma vez, deu provas claras de grande maturidade cívica e, talvez mais do que nunca, demonstrou especial atenção aos debates políticos e às propostas dos Partidos.

A UGT saúda também todos os autarcas eleitos, estendendo a sua saudação ao Partido Socialista pela vitória na maioria das câmaras municipais, não deixando de estar particularmente atenta ao papel desenvolvido pelos agora eleitos, num quadro de descentralização que trará especial responsabilidades, atendendo ao reforço de competências das autarquias locais em matérias centrais para o País e populações.

No seguimento destas eleições cabe agora à UGT afirmar que continua atenta à evolução política e económica do País e que não deixará de intervir em todos os fóruns onde tiver assento, procurando soluções para os problemas que preocupam os portugueses, nomeadamente o progresso económico e social, com justiça social, emprego digno e melhoria das condições de vida e de trabalho.

Perante um cenário territorial de incapacidade de fixar populações e atrair jovens para regiões do interior do País que agrava os problemas demográficos e acentua as problemáticas das regiões de baixa densidade, justifica-se, no entender da UGT como foi aprovado no Secretariado Nacional ocorrido no dia 22 de julho em Figueiró dos Vinhos, a criação de políticas transversais de discriminação positiva, incluindo matérias fiscais ou de apoio à criação de emprego de qualidade; um reequacionar do equilíbrio de competências entre o poder central e local e a adequação correta na utilização dos fundos europeus e das verbas nacionais.

A UGT não se demitirá do seu papel reivindicativo na procura da implementação de verdadeiras políticas de valorização do interior do País, de forma a corrigir as assimetrias regionais.

 

NÃO À UNICIDADE SINDICAL

2017-08-08
NÃO À UNICIDADE SINDICAL

Face aos lamentáveis incidentes, ocorridos na Assembleia Geral dos Estivadores do Porto de Leixões, realizada no passado dia 2 e descritos no comunicado da Federação Nacional dos Sindicatos dos Trabalhadores Portuários, a UGT não pode deixar de repudiar veementemente esta atitude antidemocrática e atentatória do sindicalismo democrático, cuja defesa esteve na génese da UGT,

Neste contexto, a UGT vem manifestar a sua solidariedade à Direção do Sindicato dos Estivadores, Conferentes e Tráfego dos Portos do Douro e Leixões, repudiando este tipo de atitudes de ingerência na vida interna de outras organizações sindicais, que mais parecem uma tentativa de (re)implementação da unicidade sindical.

Tal como no passado a UGT continuará na primeira linha de defesa do sindicalismo livre, plural e democrático.

 

Comunicado na íntegra da Federação Nacional dos Sindicatos dos Trabalhadores Portuários:

UGT saúda recomendação da Comissão Europeia de saída do procedimento por défice excessivo

2017-05-22
UGT saúda recomendação da Comissão Europeia de saída do procedimento por défice excessivo

A Comissão Europeia tornou hoje pública a sua decisão de recomendar ao Conselho Europeu que Portugal saia do Procedimento por Défice Excessivo.

Esta é uma decisão que a UGT saúda e que é o reconhecimento dos enormes (e muitas vezes excessivos) sacrifícios impostos aos portugueses, sobretudo aos trabalhadores e pensionistas.

Mas esta é uma decisão que vem também confirmar que era possível uma mudança de políticas no nosso País, sem que tal comprometesse o respeito pelos nossos compromissos com a União Europeia.

A recomendação da Comissão Europeia, que apenas peca por tardia, vai ao encontro do que a UGT há muito vem defendendo, sendo de relembrar que, já em 2016, deixámos claro que a melhoria da situação económica e orçamental em Portugal teriam justificado aquela saída e que a mesma apenas foi impedida pela visão política e ideológica de uma certa Europa.

Esta foi uma posição que reiterámos inúmeras vezes, quer a nível nacional quer comunitário, e que ainda recentemente tivemos ocasião de frisar como fundamental em reunião realizada com deputados de todos os partidos do Parlamento Alemão.

Estamos certos que o Conselho Europeu seguirá a recomendação da Comissão Europeia, o que não deixará de ser uma confirmação de que a austeridade não era a via para promover o crescimento económico e garantir a consolidação orçamental.

A UGT espera que a maior margem de soberania que aquela decisão confere ao Estado Português se traduza no aprofundamento de políticas que, promovendo o crescimento económico, garantam simultaneamente o progresso social.