UGT - Comunicados

Comunicados

2020

SE considera inaceitável que O.E 2021 não contemple outro enquadramento remuneratório para os Enfermeiros

2020-10-21
SE considera inaceitável que O.E 2021 não contemple outro enquadramento remuneratório para os Enfermeiros

O Sindicato dos Enfermeiros considera inexplicável que o Orçamento do Estado para 2021 não contemple outro enquadramento remuneratório dos Enfermeiros, nem a abertura de concursos para as diferentes categorias (enfermeiro, enfermeiro especialista e enfermeiro gestor).

 

Leia a nota de imprensa do Sindicato dos Enfermeiros no link abaixo

SINDEPOR aponta desigualdade de tratamento nos processos negociais

2020-10-21
SINDEPOR aponta desigualdade de tratamento nos processos negociais

O SINDEPOR enviou uma carta ao Governo Regional do Açores aponta desigualdade de tratamento nos processos negociais de convenções colectivas.

A UGT, atenta à exposição do SINDEPOR, apela à intervenção das autoridades regionais dos Açores na problemática enunciada.

Leia a carta do SINDEPOR no link abaixo

Moção "A Plataforma P'la Reposição das Scut na A23 e A25 não representa todos os utentes, nem as organizações que os pretendem defender"

2020-10-21
Moção "A Plataforma P'la Reposição das Scut na A23 e A25 não representa todos os utentes, nem as organizações que os pretendem defender"

Os secretariados distritais da UGT de Castelo Branco, Guarda e Portalegre aprovaram uma moção conjunta onde mostram o seu descontentamento, pelo facto de já terem transmitido formalmente o interesse em integrar a plataforma pela reposição das Scuts na A 23 e na A 25 mas, até agora, ainda não receberam qualquer resposta ou tomada de posição.

Leia a moção na íntegra no link abaixo

 

SINTAP | CML | Proposta de organização do trabalho não foi negociada com os trabalhadores

2020-10-20
SINTAP | CML | Proposta de organização do trabalho não foi negociada com os trabalhadores

O SINTAP manifesta o seu desagrado face à forma como a Câmara Municipal de Lisboa (CML) está a conduzir o processo de alteração ao regime de trabalho tendo em vista a adoção de um regime misto de trabalho presencial e teletrabalho, uma vez que, no seguimento da reunião mantida com o Vice-Presidente da autarquia a 11 de setembro, terá ficado claro que a discussão e negociação dessas alterações envolveriam as organizações representativas dos trabalhadores, tal como informámos em comunicado divulgado nesse mesmo dia.

No nosso entendimento, um processo desta natureza carece de algum tempo para negociação, algo que, num primeiro momento, pareceu estar a acontecer, com uma mensagem de correio eletrónico recebida pelo SINTAP no dia 29 de setembro, na qual a autarquia deu conhecimento da primeira versão da emenda ao regime de trabalho, a qual seria posteriormente enviada também aos trabalhadores do município.

Leia o comunicado do SINTAP na íntegra no link abaixo

UGT congratula-se com a suspensão da caducidade das convenções colectivas que o Governo se prepara para implementar

2020-10-19
UGT congratula-se com a suspensão da caducidade das convenções colectivas que o Governo se prepara para implementar

É com agrado que a UGT constata que o Governo se prepara para implementar, por um período de 24 meses, a suspensão da contagem de prazos associados à caducidade e sobrevigência das convenções coletivas. 

Esta é uma medida que a UGT propôs ao Governo, assente no facto de, já em 2017, no Compromisso Tripartido para um Acordo de Concertação de Médio Prazo, que a UGT celebrou com o Governo e os empregadores, ter conseguido fazer vingar uma medida análoga, dessa vez por 18 meses.

Com efeito, nesse acordo ficou estabelecido um compromisso político entre os parceiros sociais representativos de trabalhadores e empresas, de que não seria utilizada a figura da denúncia para efeito de caducidade das convenções coletivas durante um período de 18 meses a contar da data de 1 de janeiro de 2017.

Compromisso esse que foi integralmente respeitado, tendo, inclusive, perdurado por mais tempo do que os 18 meses.

É neste contexto que a UGT se congratula com esta medida, que propôs ao Governo na actual conjuntura de incerteza no mercado de trabalho, devido à situação de pandemia,  que abrangerá milhões de trabalhadores, sobretudo num período em que a caducidade poderia conduzir a uma diminuição substancial da cobertura da negociação coletiva, desprotegendo e prejudicando milhões de trabalhadores já de si tão fustigados pela crise. 

De acordo com os números divulgados hoje na comunicação social, serão mais de 2,9 milhões os trabalhadores abrangidos por esta medida defensora da estabilidade e dos direitos laborais.

O Secretariado Executivo

Foto © LUSA