UGT - Comunicados

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2020

TSF - UGT defende que o eventual prolongamento do layoff deve ser avaliado

2020-05-21
TSF - UGT defende que o eventual prolongamento do layoff deve ser avaliado

A UGT defende que um eventual prolongamento da situação de layoff das empresas deve ser precedida de uma profunda análise e avaliação dos termos do mesmo e do atual momento da economia. Só assim terá a eventual concordância da central que se mostra disponível para a discutir em Concertação Social.

Em declarações à TSF, o secretário-geral adjunto da UGT, Sérgio Monte, lembra que existiram “abusos nos últimos meses” e que se devem “esclarecer as dúvidas sobre como é calculada a retribuição dos dois terços do salário, já que não há uma fórmula seguida por todas as empresas e o Governo nunca esclareceu verdadeiramente esta situação”.

Sérgio Monte lembrou ainda que houve empresas que “despediram trabalhadores com contratos precários para diminuírem o volume de trabalho e, dessa forma, aderirem ao regime de layoff, situação que não se poderá repetir”. 

A UGT reitera disponibilidade para discutir esta situação, definindo “novos critérios e novas medidas para os trabalhadores”. 

O secretário-geral adjunto da Central lembra ainda que a intenção do Governo em apoiar o sistema de layoff tem por base a manutenção dos postos de trabalho, porém, “subsistem dúvidas que esteja a ser seguido esse fundamento, uma vez que os números do desemprego têm aumentado”.

(Fonte:TSF)

UGT agradece o empenho de todos na doação das viseiras aos trabalhadores

2020-05-20
UGT agradece o empenho de todos na doação das viseiras aos trabalhadores

É, fundamentalmente, nos momentos difíceis que se exigem atos de solidariedade.

 

Tendo o movimento sindical nascido da solidariedade entre os trabalhadores para uma vida condigna para si e para os seus familiares, a UGT, como é do conhecimento de todos, também tem bem vincados, desde a sua origem, tais valores. Por tudo isto, e atendendo aos momentos dramáticos que vivenciámos em Portugal no início da Pandemia do coronavírus SARS-CoV-2, causador da COVID-19, e com a dramática ausência de EPI-Equipamentos de Proteção Individual dos trabalhadores da linha da frente no desigual combate perante um invisível inimigo, a UGT agiu no momento certo.

 

A UGT agiu e entendeu por bem dar urgente resposta a milhares de trabalhadores que, na linha da frente, se debateram com a ausência de equipamento básico e necessário para um trabalho com melhores condições de segurança e saúde.

A UGT agiu de imediato distribuindo por todo o país viseiras de proteção individual. Agora é o momento de darmos nota e de recordar todos os trabalhadores e instituições a amabilidade que tiveram em nos endereçar os agradecimentos por um acto de solidariedade que mais não foi para nós do que uma mera obrigação.

 

Assim, obrigamo-nos a listar todas as organizações que, para o bem de todos, estiveram na linha da frente e receberam viseiras da UGT. (Ver Link)

 

A todos os envolvidos o nosso muito obrigado.

UGT marca presença no webinar do CES "O SNS e a vigilância epidemiológica após a 1ª vaga"

2020-05-13
UGT marca presença no webinar do CES "O SNS e a vigilância epidemiológica após a 1ª vaga"

UGT Portugal marcou presença no webinar organizado pelo Conselho Económico e Social de Portugal - CES - "O SNS e a vigilância epidemiológica após a 1ª vaga" com o Secretário Executivo, Emanuel Boieiro.

O dirigente sindical afirmou que "os desafios do SNS requerem atenção especial", sobretudo pelos "vastos problemas" que já tinha e que "foram agravados pela crise pandémica". 

Veja a intervenção do representante da UGT (01:32:15)

UGT assina compromisso para a segurança na reabertura económica

2020-05-12
UGT assina compromisso para a segurança na reabertura económica

A UGT, as organizações patronais e o Governo assinaram esta terça-feira uma declaração de compromisso que visa um trabalho conjunto para a segurança na reabertura da actividade económica iniciada este mês.

Na declaração subscrita por todos os parceiros sociais, com excepção da CGTP, é firmado o compromisso de todos trabalharem em conjunto para que a retoma seja “feita em condições seguras do ponto de vista da saúde pública, também nos locais de trabalho, condição primeira para que possa ser sustentável no tempo e para que os esforços que temos coletivamente feito, com pesados custos para as empresas, para os trabalhadores e cidadãos no seu conjunto e para o Estado, não sejam desbaratados”.

Comprometem-se também a dialogar “para reforçar e aprofundar, a breve prazo, um quadro legal, administrativo e de medidas de apoio céleres e cada vez mais desburocratizadas às empresas, ao emprego, às pessoas e famílias, que seja favorável à retoma da atividade económica, à promoção da produtividade e competitividade e à salvaguarda da coesão social que são objetivos estratégicos para o nosso país”.

Na cerimónia de assinatura, o Secretário-geral da UGT congratulou-se com o acordo alcançado e criticou a CGTP: “Não temos foguetórios na Alameda, mas temos uma assinatura que vale por milhares de trabalhadores portugueses, mas acima de tudo vale pela necessidade de ter uma resposta ao país, uma resposta entre empresas e entre trabalhadores envolvendo os parceiros sociais que quiseram estar presentes”.

O compromisso foi também saudado pelo Presidente da República, que o considerou como um contributo para “um clima de confiança e de paz social”.

Numa nota divulgada no portal da Presidência da República, Marcelo Rebelo de Sousa congratulou-se com este “entendimento tripartido”, referindo que foi assinado “pelo Governo, pela confederação sindical UGT e pelas confederações empresariais CAP, CCP, CIP e CTP”.

“Este entendimento tripartido é um contributo importante para promover um clima de confiança e de paz social, necessário para ultrapassarmos a atual crise de saúde pública e para enfrentarmos em conjunto e com sucesso os desafios económicos e sociais presentes e futuros”, considerou o chefe de Estado.

A assinatura deste compromisso realizou-se numa cerimónia no Palácio Nacional da Ajuda, em Lisboa, com a presença do primeiro-ministro, António Costa, e do ministro de Estado e da Economia, Pedro Siza Vieira.

Leia o texto do compromisso no link abaixo

Fonte:RTP3

(Fonte:Rádio Observador)

Os contributos da FNE para o desenvolvimento do 3º período

2020-05-12
Os contributos da FNE para o desenvolvimento do 3º período

O recomeço da atividade letiva presencial, anunciada para o próximo dia 18 de maio, impõe que estejam reunidas, a tempo, todas as condições que permitam a sua concretização, em condições de saúde e de confiança para todos.

Consulte no link abaixo o documento VAMOS VENCER O COVID - A EDUCAÇÃO A GANHAR