UGT - Comunicados

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2017

UGT descentraliza reunião do Secretariado Nacional para Figueiró dos Vinhos

2017-07-01
UGT descentraliza reunião do Secretariado Nacional para Figueiró dos Vinhos

A UGT não esquece, nem esquecerá as vítimas dos terríveis incêndios que atingiram Portugal, em especial as populações de Figueiró dos Vinhos, Castanheira de Pêra e Pedrogão Grande.

Neste sentido, e para dar visibilidade à tragédia que assolou toda esta região, a UGT irá realizar a sua próxima reunião do Secretariado Nacional, no dia 20 de Julho, na Casa da Cultura de Figueiró dos Vinhos.

Lembramos que a UGT tem neste momento um conta solidária cujo a totalidade da verba será entregue nesse mesmo dia ao Sr. Presidente da Câmara Municipal de Figueiró dos Vinhos, Dr. Jorge Abreu.

Aproveitamos para uma vez mais apelar ao vosso espírito e contributo solidário.

Secretário-geral no Encontro Nacional de Educadores e Professores

2017-06-30
Secretário-geral no Encontro Nacional de Educadores e Professores

No ano em que o SPZC (Sindicato dos Professores da Zona Centro) comemora o seu 40º aniversário, organizou, hoje, pelo décimo oitavo ano consecutivo o Encontro Nacional de Educadores e Professores, em Tentúgal.
A sessão de abertura deste encontro contou com as presenças de Fátima Carvalho, da Direcção Distrital de Coimbra do SPZC, de Emílio Torrão, presidente da Câmara Municipal de Montemor-o-Velho; de João Dias da Silva, secretário-geral da FNE; de Carlos Silva, Secretário-geral da UGT; e de José Ricardo, Presidente do SPZC.
Em seguida os convivas tiveram a oportunidade de assistir à palestra do Prof. Doutor Rui Nunes da Faculdade de Medicina da Universidades do Porto, sobre o tema “Ética e sociedade plural”. 

 

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PT/MEO encontrou uma nova forma de despedimento encapotado

2017-06-30
PT/MEO encontrou uma nova forma de despedimento encapotado

A PT/MEO está neste momento a proceder a uma deslocação de trabalhadores dos seus quadros para empresas externas, naquele que é claramente um processo de despedimento encapotado que, segundo rumores internos, pode atingir várias centenas trabalhadores até ao final de 2017.

Esta externalização, segundo a PT/MEO, não é opcional e caso o trabalhador rejeite mudar de empresa será convidado a rescindir com a PT/MEO. Outras das consequências desta movimentação, para os trabalhadores envolvidos, são a perda do sistema de saúde da PT (PT-ACS) e o fim da abrangência do Acordo da Empresa da PT, com todas as consequências que isso acarreta.

Estão já confirmadas 155 movimentações de trabalhadores e mais vêm a caminho.

O SINDETELCO está preocupado e continuará a acompanhar os seus associados, na defesa dos seus postos de trabalho e utilizará, tal como a empresa, todos os mecanismos legais ao seu dispor para defender os trabalhadores.

SINDEL assina acordo com a ABIMOTA

2017-06-29
SINDEL assina acordo com a ABIMOTA

O SINDEL (Sindicato Nacional da Indústria e da Energia), assinou hoje, com a presença do Secretário-geral da UGT, um acordo com a ABIMOTA (Associação Nacional das Indústrias de Duas Rodas, Ferragens, Mobiliário e Afins), que visa o desbloqueamento de um processo negocial para a revitalização de um contrato colectivo para o sector, subscrito pelo SINDEL há mais de 10 anos.

Este acordo visa o desbloqueamento das negociações para a reorganização das carreiras profissionais, a regulamentação do banco de horas, entre outras matérias.

A delegação da UGT após a assinatura do acordo foi convidada a visitar as instalações da ABIMOTA.

Durante a tarde está prevista a deslocação à Avantis Bike.

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SINDETELCO decidiu subscrever Acordo de Revisão da tabela salarial para os CTT

2017-06-29
SINDETELCO decidiu subscrever Acordo de Revisão da tabela salarial para os  CTT

O SINDETELCO após consultar muitos dos seus associados(as) nos locais de trabalho e de reunir o seu executivo decidiu subscrever a revisão da Tabela Salarial 2017.

Existem organizações sindicais que deram desde logo o seu acordo, referindo que “este não é um acordo excecional”.

Para o SINDETELCO este não é, garantidamente, um bom acordo.

Além de não repor o poder de compra dos trabalhadores(as) pelos valores previstos para a inflação, de não compensar o esforço e dedicação dos trabalhadores(as) e o trabalho efetuado sem retribuição (que sempre condenámos), este é um acordo que fica aquém das legítimas expetativas dos(as) trabalhadores(as) dos CTT e das possibilidades da empresa (tendo em conta os lucros obtidos em 2016).

Tendo em conta a posição irredutível da empresa na sua proposta final e o acordo firmado com outros sindicatos, só tínhamos dois caminhos a seguir: ou assinar o acordo nos valores da última proposta da empresa ou deixar os trabalhadores dos Correios de Portugal e do Grupo CTT sem qualquer aumento em 2017.

No entanto o SINDETELCO, sendo um Sindicato responsável e coerente, decidiu subscrever o acordo para revisão da Tabela Salarial 2017, não entrando em aventuras que levem os nossos(as) associados(as) a perder ainda mais poder de compra.