UGT - Comunicados

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2020

MOÇÃO - UGT ENALTECE COMPORTAMENTO RESPONSÁVEL DO “MAIS SINDICATO (SBSI)”

2020-05-29
MOÇÃO - UGT ENALTECE COMPORTAMENTO RESPONSÁVEL DO “MAIS SINDICATO (SBSI)”

Os Serviços de Assistência Médico Social (SAMS) do Mais Sindicato (SBSI) procederam ao início do processo de retoma gradual da actividade assistencial, que até ao momento se encontrava suspensa devido ao estado de emergência.

A UGT não pode deixar de enaltecer a postura de responsabilidade da Direcção do Mais Sindicato (SBSI) e do Conselho de Gerência dos SAMS, nesta retoma da actividade dos seus serviços de saúde, com a aplicação de regras muito estritas e de limites na forma de acesso aos cuidados clínicos, de forma a salvaguardar a saúde dos profissionais de saúde, dos utentes e beneficiários.

A pandemia ainda está presente e em evolução, e seja qual for o desenrolar da situação, a UGT estará ao lado dos seus sindicatos filiados, seja o Mais Sindicato (SBSI), ou outros que, com as regras determinadas pelas autoridades de saúde, preservem as condições de segurança e de saúde de todos os trabalhadores, utentes e as suas famílias.

Recordamos o oportunismo de alguns que, em nome de outros objectivos que não a defesa dos cidadãos, aproveitaram o momento de crise epidemiológica para denegrir a imagem de um dos sindicatos de charneira do movimento sindical português e pilar da UGT e do sindicalismo democrático.

O Secretariado Nacional da UGT, reunido na Sede da Central Sindical, em 29 de Maio de 2020, saúda o Mais Sindicato (SBSI), na pessoa do seu Presidente de Direcção e Primeiro Vice-Presidente da UGT, Rui Riso, pela postura de responsabilidade, durante a pandemia, com a aplicação de medidas que tiveram como fim único a defesa dos direitos de todos os trabalhadores abrangidos, profissionais de saúde dedicados, beneficiários e utentes.

Aprovada por Unanimidade e Aclamação

O Secretariado Nacional

TSF - UGT defende que as novas formas de teletrabalho exigem um olhar mais atento sobre a legislação

2020-05-28
TSF - UGT defende que as novas formas de teletrabalho exigem um olhar mais atento sobre a legislação

A UGT defende que é preciso adaptar a lei laboral de forma a defender melhor quem trabalha a partir de casa. 

"São mais esclarecimento e precisões do que propriamente alterações de fundo ao regime laboral", defendeu o Secretário Executivo da UGT, Carlos Alves. Apesar de a lei permitir "alguma margem de atuação", a UGT entende que a adequação do regime laboral às novas realidades do teletrabalho deve ser discutida "em Concertação Social", de forma a proteger os trabalhadores e a atender às necessidades das empresas.

Carlos Alves defende que o Código do Trabalho "está muito concebido na ótica de um trabalhador que está numa empresa, a trabalhar presencialmente no dia-a-dia e que, por qualquer motivo, passa a estar em teletrabalho".

Falta, defende o representante, que esteja prevista a contratação "para trabalhar em teletrabalho" desde o início da atividade laboral, assim como a regulação do "teletrabalho a tempo parcial ou intermitente", cenários que podem tornar-se cada vez mais comuns.

O dirigente sindical defendeu ainda o papel da negociação colectiva na resposta às necessidades dos trabalhadores em teletrabalho mediante as características dos sectores e empresas em que se inserem.

(Fonte:TSF)

 

RTP3 - UGT propõe pagamento do lay-off a 80%

2020-05-27
RTP3 - UGT propõe pagamento do lay-off a 80%

Caso exista o prolongamento do lay-off simplificado durante mais alguns meses, a UGT propõe que os salários garantidos aos trabalhadores enquadrados nesse regime passem a ser pagos, pelo menos, a 80%, sendo assegurados em iguais partes pela Segurança Social e pelo empregador. 

Em declarações aos jornalistas, o Secretário-geral da UGT afirmou que “a UGT não é contra o lay-off. Pelo contrário, entendemos que foi uma arma importante para se manterem os vínculos laborais, independentemente de haver um milhão e 300 mil trabalhadores que, estando abrangidos pelo lay-off, perderam um terço do seu vencimento”.

A proposta da UGT será analisada pelo Governo.  “Não fechou nem abriu porta nenhuma ao prolongamento. Irá analisar os recursos disponíveis”, disse Carlos Silva.

Além do lay-off foram também objecto de proposta da central sindical a protecção social dos trabalhadores, o teletrabalho, o papel das políticas activas de emprego e formação profissional e a necessidade de uma maior protecção e fiscalização nos locais de trabalho.

 

TSF - UGT apresenta as linhas gerais do que defende ser necessário para a retoma da economia

2020-05-25
TSF - UGT apresenta as linhas gerais do que defende ser necessário para a retoma da economia

No dia em que o primeiro-ministro recebe os partidos para alinhar ideias sobre o Plano de Emergência Social e Económica, a UGT deixou no Fórum TSF as linhas gerais do que defende ser necessário para retomar a economia.

Para a UGT, a questão do lay-off enquanto garante da manutenção do emprego, não funcionou tendo sido os precários as principais vítimas da perda dos postos de trabalho.

Na TSF, o Secretário-geral Adjunto da UGT deixou ficar o alerta sobre abusos laborais cometidos durante este período de pandemia. Sérgio Monte defendeu que a fiscalização deve ser mais apertada, "não obstante a Autoridade para as Condições do Trabalho ter sido reforçada".

"Uma maior celeridade nos apoios e menos burocracia" são também mudanças necessárias, nas palavras de Sérgio Monte. "Muitas empresas ainda não tiveram qualquer tipo de pagamento e outras estão à espera da resposta.

O dirigente sindical alertou ainda para o impacto que o prolongamento do lay-off terá nos rendimentos das famílias. E deixou uma nota para as questões da necessidade de um reforço das políticas activas de emprego e de qualificação dos trabalhadores, decorrentes da profunda alteração que esta pandemia trouxe ao tecido económico português.

(Fonte:TSF)

RTP - UGT quer saber a percentagem que os trabalhadores receberão no lay-off simplificado

2020-05-24
RTP - UGT quer saber a percentagem que os trabalhadores receberão no lay-off simplificado

Em declarações à RTP, o Secretário-geral da UGT afirmou que a central quer saber ao certo a percentagem que os trabalhadores vão receber com o lay-off simplificado.

Carlos Silva sugere que num prolongamento do lay-off simplificado, seja ponderado um maior apoio do Governo. "É importante perceber se há disponibilidade por parte do Governo de alterar para mais o valor pago aos trabalhadores".

(Fonte:RTP)