UGT - Comunicados

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2019

Salário Mínimo na Função Pública - UGT considera que se poderia ir mais além no sector privado

2019-02-19
Salário Mínimo na Função Pública - UGT considera que se poderia ir mais além no sector privado

O Presidente da República promulgou o decreto do Governo que actualiza de 580 para 635,07 euros o salário mínimo na função pública, contudo deixou algumas chamadas de atenção relativas à opção política escolhida pelo Executivo.

Num comentário a esta questão, o Secretário-geral Adjunto da UGT, Sérgio Monte, no Fórum TSF, considerou pertinentes as chamadas de atenção deixadas pelo Presidente, justificando que este aumento “deixa um sinal claro que o salário mínimo nacional no sector privado poderia ser superior aos 600 euros como a UGT sempre defendeu”, mas tal não aconteceu por responsabilidade das entidades patrionais que não quiseram chegar a acordo.

O dirigente sindical acrescenta ainda que este aumento “é um sinal de que em sectores onde houver uma capacidade reivindicativa, onde houver negociação colectiva, devemos pugnar por um salário acima dos 600 euros”.

UGT assume Presidência do Centro de Relações Laborais

2019-02-19
UGT assume Presidência do Centro de Relações Laborais

A eleição e a tomada de posse do novo Presidente do CRL - Sérgio Monte, Secretário-geral Adjunto da UGT – tiveram lugar em reunião realizada a 18 de Fevereiro, com a presença do Ministro do Trabalho, Solidariedade e Segurança Social. 

O Centro de Relações Laborais (CRL) é um órgão tripartido com competência para desenvolver actividades em áreas centrais para os trabalhadores: a dinamização da negociação colectiva e o acompanhamento do emprego e formação profissional.

Face à recusa da CGTP para assumir a Presidência do CRL, no quadro da rotatividade prevista no respectivo Regulamento, a UGT decidiu assumir aquele cargo, garantindo a continuidade e o aprofundamento do papel daquele organismo.

Mais uma vez, soubemos colocar acima de tudo os valores do diálogo social tripartido e os interesses dos trabalhadores que representamos e defendemos.

Será o respeito por esses valores e princípios que regerá o mandato da UGT na Presidência do CRL. 

O novo Presidente do CRL foi eleito com os votos favoráveis de todos os membros que integram este organismo à excepção da CGTP-IN que se absteve.

Opinião - O Melhor da Semana - Secretário-geral da UGT

2019-02-18
Opinião - O Melhor da Semana - Secretário-geral da UGT

No seu comentário semanal no Jornal da Noite, da SIC, Luís Marques Mendes destacou na rubrica "Melhor da Semana", o Secretário-geral da UGT, Carlos Silva, pela sua postura face às declarações do Primeiro-Ministro sobre a Central sindical.

(Fonte:SIC)

III Congresso UGT- Madeira – Continuidade na liderança e nas políticas

2019-02-17
III Congresso UGT- Madeira – Continuidade na liderança e nas políticas

A UGT-Madeira realizou no dia 16 de Fevereiro o seu III Congresso, que elegeu Ricardo Freitas para cumprir o seu terceiro mandato à frente da união regional.

No seu discurso na sessão de encerramento do congresso o líder eleito afirmou que a taxa de desemprego na região autónoma continua a ser a “mais alta do país”, contudo reconheceu que tal resulta do impacto do regresso de emigrantes da Venezuela.

Ricardo Freitas esclarece que o executivo madeirense tem feito algum esforço para alterar esta situação, mas indicou que a taxa de desemprego de 8,8% é um claro sinal de dificuldades, embora admita que a percentagem aumentou com o regresso de emigrantes da Venezuela, cerca de 7 mil desde 2016.

A sessão de encerramento contou também com a presença do Secretário-geral da UGT. Carlos Silva, que na sua intervenção destacou o papel da UGT na obtenção de “acordos essenciais” para a consolidação da democracia e manutenção da paz social, advertindo contudo que a central sindical “não tem medo de ir para rua”. O líder da UGT destacou ainda algumas das medidas positivas adotadas pelo governo madeirense, dando como exemplo a exclusão da representação da CGTP-IN do Conselho Económico e Social e o aumento do salário mínimo para um valor superior ao nacional (615 euros).

Ainda na sessão de encerramento, o vice-presidente do Governo Regional, Pedro Calado, sublinhou a questão da taxa de desemprego ter baixado de 18% em 2012 para 8,8% em 2019. Destacou ainda o descongelamento de carreiras no arquipélago que abrangeu em 2018, cerca de 9.500 funcionário públicos, um processo de representou um esforço de quase três milhões de euros para o Governo Regional.

FESAP e FNE fazem balanço da greve

2019-02-17
FESAP e FNE fazem balanço da greve

Os líderes da FESAP e da FNE, José Abraão e João Dias da Silva, respectivamente, realizaram no dia 15 de Fevereiro uma conferência de imprensa conjunta em Lisboa, onde consideraram que o segundo dia de Greve registou uma adesão massiva por parte dos trabalhadores da Administração Pública, de norte a sul do país e também dos arquipélagos dos Açores e da Madeira, em todos os setores de atividade.

Os dois líderes sindicais referiram que a percentagem total de adesão ronda os 80 por cento, destacando porém o setor da Educação como um dos mais afetados, com mais de 90 por cento das escolas encerradas ou a funcionarem com grandes limitações, e os setores da saúde e das autarquias como tendo registado adesões que ultrapassam os 80 por cento.

Nas finanças, justiça, segurança social, entre outros setores, registaram-se também percentagens de adesão muito elevadas.

José Abraão e João Dias da Silva reivindicaram novamente a uma só voz a necessidade urgente do Governo respeitar os compromissos assumidos e iniciar processos negociais que tenham em vista o alcance de resposta às reivindicações dos trabalhadores, sobretudo as que estão relacionadas com as remunerações e com as carreiras.

Caso o Governo não dê as respostas esperadas, as duas Federações prometeram avançar para novas formas de luta, deixando desde já pré-agendada para março uma vigília de dirigentes sindicais junto da residência oficial do primeiro-ministro.

"Estão sempre em aberto novas formas de luta, juntamo-nos a quem for necessário enquanto sentirmos que temos razão", reforçou o dirigente sindical adiantando que a vigília frente à residência oficial do primeiro-ministro, António Costa, é uma forma de "iluminar" o Governo para os problemas do setor.

Por sua vez, o dirigente da FNE salientou o "desgosto" dos trabalhadores face às expetativas criadas, pelo que estes estarão disponíveis para encarar novas ações de protesto "dentro do quadro da estrita legalidade", disse.