UGT - Comunicados

Notícias

2020

Porto Canal - UGT e sindicatos europeus apelam aos chefes de Estado e Governo para que não optem pela austeridade

2020-06-18
Porto Canal - UGT e sindicatos europeus apelam aos chefes de Estado e Governo para que não optem pela austeridade

A UGT e vários sindicatos europeus escreveram uma carta aberta a António Costa e a outros líderes europeus a pedir aos chefes de Estado e de Governo que se reúnem esta sexta-feira para que aprendam as lições da última crise em 2008 e que não optem pela austeridade. 

As organizações sindicais europeias apelam aos países que se opõem à criação de um fundo de recuperação de 750 mil milhões para que assumam as responsabilidades e não imponham condições que obriguem os países afetados pela pandemia a sofrer com mais austeridade.

O Secretário-geral da UGT, entrevistado pelo Porto Canal, afirmou que os sindicatos europeus reivindicam que os governos possam aprovar neste conselho europeu o apoio financeiro aos vários estados-membros, entre os quais Portugal, e que será fundamental para apoiar a retoma da economia, para combater o desemprego, para apoiar as famílias e as empresas.

(Fonte: Porto Canal)

 

17 de Junho - UGT recorda vítimas dos incêndios no centro de Portugal

2020-06-17
17 de Junho - UGT recorda vítimas dos incêndios no centro de Portugal

Hoje dia 17 de junho cumprem-se três anos sobre os dramáticos incêndios ocorridos no centro de Portugal e que ceifaram 67 vidas humanas e destruíram a economia, lares, bens e o meio ambiente.

A UGT e os seus sindicatos e dirigentes curvam-se em memória de todos os que partiram, formulando o desejo sentido que DESCANSEM EM PAZ.

Condolências a todas as famílias de luto.

Webinar CES - UGT analisa os impactos territoriais da pandemia

2020-06-17
Webinar CES - UGT analisa os impactos territoriais da pandemia

Numa análise e interpretação dos efeitos da pandemia a nível territorial, a UGT, no 4.º webinar organizado pelo Conselho Económico e Social, na pessoa do Presidente da UGT-Viseu, Manuel Teodósio, afirmou que o facto de os territórios do interior serem regiões de baixa densidade, foi um factor que nesta época atípica diferenciou positivamente estas zonas, onde se registaram menos casos de Covid-19. 

O dirigente Manuel Teodósio destacou ainda o papel dos autarcas pelo seu comportamento e implementação de atitude propedêuticas.

Perspetivando o futuro, o presidente da união distrital de Viseu, afirmou que “neste tempo de grandes dificuldades, devem ser implementadas medidas capazes de “se transformarem em grandes oportunidades”.

E para isso “espera-se das entidades competentes a criação dos meios e das medidas legislativas específicas que permitam alavancar a economia no interior, potenciando a criação de novas empresas e a deslocalização de outras para o nosso interior, de forma a potenciar a criação de muitos postos de trabalho”, disse Manuel Teodósio, relembrando algumas medidas estruturantes que a UGT propôs nos últimos anos na defesa e dinamização do interior do País, como a diminuição significativa de impostos como o IRS, o IRC e o IMI assim como grande diminuição no valor das portagens nas autoestradas do interior.

Inquérito aos associados do SNATTI sobre a sua situação laboral e apoios da Segurança Social

2020-06-16
Inquérito aos associados do SNATTI sobre a sua situação laboral e apoios da Segurança Social

O SNATTI (Sindicato Nacional de Actividade Turística, Tradutores e Intérpretes), filiado na UGT, realizou um inquérito aos seus associados, entre os dias 09 e 12 de Junho de 2020, no sentido de obter dados sobre a actual situação laboral dos Guias Intérpretes e demais profissionais da informação turística em consequência da pandemia do novo coronavírus.

Com este estudo, o sindicato pretendeu avaliar os apoios disponibilizados pelo Estado aos profissionais de informação turísitca que foram confrontados com a paragem total do sector.

Veja os dados recolhidos no link abaixo.

 

Dia Mundial Contra o Trabalho Infantil - UGT alerta para os riscos da actual crise

2020-06-12
Dia Mundial Contra o Trabalho Infantil - UGT alerta para os riscos da actual crise

Os últimos 20 anos foram de luta intensa contra a realidade inadmissível do trabalho infantil, tendo-se verificado uma redução de 94 milhões de crianças a trabalhar. 

Em Portugal, no início deste milénio, o trabalho infantil era uma realidade frequente, mas uma acção firme de toda a sociedade – Estado, Parceiros Sociais, Organização Internacional do Trabalho, organizações da sociedade civil – permitiu uma redução sem par deste fenómeno no nosso País.

No entanto, as sucessivas crises, e nomeadamente a actual crise com origem na situação de pandemia, com o crescimento do desemprego e a perda de rendimentos das famílias associados a medidas necessárias como o encerramento de escolas, colocam novos riscos do crescimento do trabalho infantil em Portugal e em todo o Mundo. 

A UGT estará atenta e empenhada para que o trabalho infantil não apenas não aumente como continue uma trajectória descendente.

Pelas crianças e pelos seus direitos.