UGT - Comunicados

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2021

RTP | UGT diz que o desemprego real é muito superior aos números oficiais

2021-02-15
RTP | UGT diz que o desemprego real é muito superior aos números oficiais

O INE diz que a taxa de desemprego é de 6,8% em 2020, mas a UGT garante que estes números não reflectem a realidade e que os mais prejudicados continuarão a ser os mais jovens.

Veja as declarações do Secretário-Geral Adjunto da UGT, Sérgio Monte

© RTP

Antena 1 | UGT admite que os números do desemprego poderão ser piores

2021-02-10
Antena 1 | UGT admite que os números do desemprego poderão ser piores

Em reacção aos números do desemprego divulgados esta quarta-feira pelo INE, a UGT admite que o pior ainda está para vir, com o aumento dos despedimentos colectivos.

Oiça as declarações do Secretário-geral Adjunto, Sérgio Monte, na Antena 1

© Antena 1

CPCS - 5 QUESTÕES UGT PARA O INÍCIO DE 2021

2021-02-02
CPCS - 5 QUESTÕES UGT PARA O INÍCIO DE 2021

A UGT enviou ao Governo um documento com várias propostas relacionadas com os apoios adotados no âmbito da pandemia de covid-19, para discussão na reunião da Concertação Social, agendada para quarta-feira.

Conheça as principais reivindicações da UGT no link abaixo

Saudação da UGT aos portugueses sobre as eleições presidenciais

2021-01-25
Saudação da UGT aos portugueses sobre as eleições presidenciais

Ontem, dia 24 de Janeiro, os portugueses deram mais uma lição de democracia, ao acorrerem às mesas de voto para exercerem o seu direito e dever cívico, elegendo o novo Presidente da República para o mandato 2021/2025.

A UGT saúda:

  • Os milhões de portugueses que decidiram afrontar o pânico provocado pela pandemia e contribuíram, uma vez mais, para a consolidação do nosso regime democrático, com elevado civismo e responsabilidade democrática;
  • todas as mulheres e homens que se disponibilizaram para assegurar o normal funcionamento das mesas de voto, dando um exemplo de cidadania inigualável em tempos de crise sanitária;
  • todos os profissionais de saúde, de segurança e de proteção civil que se mantiveram na linha da frente no combate sem tréguas ao coronavírus;
  • os candidatos e as candidatas ao cargo de Presidente da República de Portugal;
  • o Presidente reeleito, Professor Marcelo Rebelo de Sousa, que mereceu a aprovação e, consequentemente, a confiança reiterada pela grande maioria dos eleitores portugueses, face à forma como desempenhou o mais alto cargo de magistrado da Nação no mandato 2016/2021;

A UGT saúda, ainda, o discurso de vitória do Professor Marcelo Rebelo de Sousa, ao eleger o combate à pandemia como a sua grande prioridade deste final de mandato e início do novo, em articulação leal e institucional com a Assembleia da República, o Governo e os parceiros económicos e sociais, revelador dos princípios e valores da paz social, da estabilidade governativa e política que a esmagadora maioria dos portugueses aprova e ambiciona dos órgãos do edifício democrático português. 

A UGT reafirma que, a uma crise sanitária, NÃO PODEM juntar-se outras crises, sobretudo de índole política, ainda que todos tenhamos consciência que as consequências para a economia e para os trabalhadores serão graves. 

A UGT apela, neste primeiro dia após as eleições presidenciais, para o esforço de unidade nacional que deverá estar em primeiríssimo lugar no pensamento e na ação da classe política, empresarial e sindical, ao serviço dos portugueses – de todos os portugueses - e de Portugal.

FNE - Interrupção das aulas é "solução de recurso incontornável"

2021-01-22
FNE - Interrupção das aulas é "solução de recurso incontornável"

A Federação Nacional da Educação (FNE) considerou hoje que a interrupção das aulas, por 15 dias, é "uma solução de recurso incontornável" perante o agravamento da pandemia da Covid-19, apesar do seu "impacto extremamente negativo".

Reagindo ao anúncio feito pelo primeiro-ministro, o Secretário-Geral da FNE, João Dias da Silva, disse que o encerramento das escolas, a partir de sexta-feira e durante pelo menos 15 dias, levando à interrupção das aulas, é "uma solução de recurso incontornável perante a evolução da pandemia" e atendendo a que "não foram garantidas as condições para haver ensino remoto".

A medida, sendo necessária para "garantir a saúde", tem, para João Dias da Silva, contudo, "um impacto extremamente negativo", sobretudo para "os mais desfavorecidos e os mais desprotegidos", e vem "acentuar fragilidades" do ensino, em que alunos "não tiveram professores" durante o primeiro período letivo.

A FNE, que na segunda-feira defendeu em comunicado a suspensão do ensino presencial, pede que a interrupção das aulas nas escolas dure "o tempo considerado imprescindível", renovando o apelo à tutela para que dote as escolas dos "recursos indispensáveis", como professores, técnicos e equipamento informático, que garantam a retoma do ensino presencial.

"Não é a mera contabilização de dias", sustentou.

ER (APN/PC) // JMR

Lusa/Fim