UGT - Comunicados

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2018

SINTAP e AdP assinam ACT que estabele 613 euros de salário mínmo

2018-10-08
SINTAP e AdP assinam ACT que estabele 613 euros de salário mínmo

O SINTAP assinou esta segunda-feira, 8 de outubro, o Acordo Coletivo de Trabalho (ACT) para as Empresas do Grupo Águas de Portugal (AdP), depois de mais de 11 anos de trabalhos, com avanços e recuos, passando por diversos Governos e Administrações do Grupo.

Após um par de anos sem negociações, e depois de um esforço sindical em reiniciar a discussão do Acordo, o SINTAP regista com agrado o empenho demonstrado pela atual Administração para concluir o ACT.

Para além de uniformizar as condições de trabalho no seio do Grupo AdP, este ACT concede aos trabalhadores o Feriado Municipal e o Feriado de Carnaval, deixando a sua atribuição de estar dependente da decisão a ser tomada em cada ano, a dispensa da prestação de trabalho de um dia, a gozar na data de aniversário ou noutro dia à escolha do trabalhador.

Este acordo prevê também o aumento do salário mínimo para os €613, sendo também aumentados os valores do trabalho extraordinário, do horário noturno e de prevenção e do subsídio de alimentação.

Leia abaixo o Comunicado do SINTAP na íntegra

Milhares de professores e educadores na manifestação nacional em Lisboa

2018-10-06
Milhares de professores e educadores na manifestação nacional em Lisboa

No dia em que se assinalou o Dia Mundial do Professor e depois de o Governo na véspera ter aprovado um Decreto-Lei sobre a recuperação do tempo de serviço, os Professores e Educadores de todo o país decidiram mostrar na rua, numa grande Manifestação Nacional, a sua insatisfação e sentimento de desvalorização do trabalho realizado.

Neste protesto os profissionais docentes da educação mostraram a uma só voz que exigem que os 9 anos, 4 meses e 2 dias de serviço congelado seja contabilizado na totalidade, além de outros temas como as regras de acesso à aposentação, que se reconheça o especial desgaste físico, psíquico e psicológico que a profissão provoca, que tem de haver limites no tempo de trabalho que não podem ser ultrapassados e na resolução da situação da componente letiva e não letiva.

Antes do arranque da manifestação, o Secretário-geral da Federação Nacional de Educação (FNE) lembrou na sua intervenção que "nós, educadores e professores portugueses merecemos respeito porque temos desenvolvido a nossa atividade profissional com dedicação e com resultados que são reconhecidos a nível nacional e internacional" acrescentando ainda que "o lamentável processo que está a constituir a recuperação de todo o tempo de serviço que esteve congelado vem apenas somar-se a outras situações que constituem exatamente a ausência de medidas de promoção dos educadores e professores portugueses. Mas nós não desistimos".

Também no palco montado pela UGT, junto ao Instituto Superior Técnico, estiveram presentes os Secretários-gerais da UGT e da FESAP, Carlos Silva e José Abraão, respetivamente.

José Abraão no seu discurso garantiu que não iria abandonar os professores nesta luta e que não existem funcionários públicos de primeira e de segunda categoria.

Já o líder da UGT reafirmou que “somos contra os apagões da vida de quem trabalha”, considerando que é inaceitável “varrer” da vida dos docentes todo o tempo em que os professores trabalharam, porque estes trabalhadores merecem respeito e o reconhecimento do seu trabalho.

Além da FNE, estiveram também presentes os dirigentes de sindicatos filiados na UGT, como o SINAPE e o SINDEP.

Intervenção do Secretário-geral da FNE, João Dias da Silva

Intervenção do Secretário-geral da FESAP, José Abraão

Intervenção do Secretário-geral da UGT, Carlos Silva

Ver fotos (Flickr)

Manifestação Nacional - Plataforma para a Defesa do Serviço Público Ferroviário

2018-10-02
Manifestação Nacional - Plataforma para a Defesa do Serviço Público Ferroviário

Os sindicatos afectos à UGT (SINAFE, SINFA, SINFESE e SINDEFER) integram a Plataforma para Defesa do Serviço Público Ferroviário que realiza uma manifestação nacional, amanhã (03 de Outubro 2018), às 10h30, entre o Largo de Camões e a Residência Oficial do Primeiro-Ministro no Terreiro do Paço.

Está nas nossas mãos a defesa do serviço público ferroviário!

Morreu Manuel Jerónimo, Presidente do MODERP

2018-10-01
Morreu Manuel Jerónimo, Presidente do MODERP

Foi com grande pesar que a UGT recebeu a notícia do falecimento do nosso querido amigo e camarada Manuel Ferreira Jerónimo, cujo percurso de vida se confunde com a história do Movimento Sindical nos últimos 70 anos.

Operário na Lisnave desde muito jovem, cedo se entregou à causa dos trabalhadores tantas vezes enfrentando a polícia de choque do Estado Novo, nas duras lutas em finais doa anos 60.

Grande defensor dos direitos de cidadania protagonizou desde o 25 de abril de 1974, a defesa duma Central Sindical democrática onde tivesse cabimento todas as sensibilidades e soube interpretar a necessidade de concretizar esse caminho deixando para trás a irredutível unicidade sindical.

Militante socialista, amigo pessoal de Mário Soares, desempenhou várias funções no Partido Socialista, exercendo funções de deputado na VII legislatura (1995-1999).

Fundador da UGT em 1978 esteve sempre ligado à organização, exercendo vários cargos nos seus Órgãos e desempenhando ainda a função de Presidente do MODERP.

Chefe duma unida família nunca abdicou dos seus princípios e valores desdobrando-se em distintas funções sempre com o mesmo sentido do dever.

Pela amizade e companheirismo que eram seu timbre, a UGT saberá honrar a sua memória e registar o seu exemplo pela grandeza de carácter e o companheirismo atento e solidário que sempre pautou a vida de Manuel Jerónimo. 

Nesta ocasião de perda para todos quantos conviveram, no Movimento Sindical Democrático, com Manuel Jerónimo, a UGT apresenta à família mais sinceras condolências pelo seu falecimento.

Informamos que o corpo se encontra em câmara ardente, hoje, a partir das 16horas, na Igreja Paroquial de Nossa Senhora Mãe de Deus da Buraca, na Praça Luís de Camões, 8, na Amadora.

O funeral realiza-se amanhã às 10h30 no mesmo local, seguindo depois o corpo para o cemitério da Ajuda, em Lisboa.

 

Greve Professores e Educadores - Informar a sociedade com a verdade

2018-09-30
Greve Professores e Educadores - Informar a sociedade com a verdade

Nos dias em que decorre a Greve Nacional de Professores e Educadores, o Secretário-Geral da FNE estará presente em diversas localidades para distribuir, juntamente com dirigentes sindicais, um texto a quem passa, escrito em português, castelhano, inglês e francês, que pretende dar conta da situação vivida pelos Professores em Portugal, para além de uma carta dirigida aos Encarregados de Educação.
 

Este será um momento em que se procurará fazer a divulgação sobre as razões da Greve e sobre a forma como ela está a decorrer nas escolas de cada região, pelo que a presença em cada um dos locais, será divulgada à comunicação social (tanto a nível nacional, como regional). Nesta ação participarão dirigentes dos sindicatos e outros docentes, que estando em greve, podem estar presentes.

DIA

CIDADE

HORA

LOCAL

INTERVENÇÃO

HORA

1 OUT.
SDPGL

LISBOA

08:30h

Cais do Sodré

Secretário-Geral da FNE
João Dias da Silva

10:00h

2 OUT.
SDPSUL

BEJA

11:00h

Rua Capitão Francisco de Sousa

12:00h

LOULÉ

15:00h

Praça da República

16:00h

3 OUT.
SPZC

COIMBRA

10:00h

Largo da Portagem

13:00h

4 OUT.
SPZN

PORTO

10:00h

Praça dos Leões

11:00h


Mais se informa que estas ações serão realizadas em convergência com as previstas pelas demais organizações sindicais, que compreendem distribuições e conferências de imprensa, de acordo com o seguinte calendário:

  • Dia 1, Lisboa (Largo de Camões), 11 horas
  • Dia 2, Faro (Rua de Santo António), 11 horas
  • Dia 2, Évora (Praça do Giraldo), 15 horas
  • Dia 3, Coimbra (Praça 8 de Maio), 11 horas
  • Dia 4, Braga (Praça da República, junto à Arcada), 11 horas
  • Dia 4, Porto (Praça da Liberdade, junto ao Ardina), 15 horas

Por considerarmos que a convergência e unidade na luta não deverão pôr em causa a identidade e forma de estar de cada uma das organizações, optamos por promover as nossas próprias ações, respeitando, participando e apoiando as demais ações realizadas.