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2020

Informação - Cerimónias fúnebres de Fátima Lopes

2020-08-13
Informação - Cerimónias fúnebres de Fátima Lopes

Dedicamos este espaço para dar mais informações sobre as cerimónias fúnebres de Fátima Lopes.

A Missa permite até 150 pessoas na Igreja e o velório não pode ter mais de 10 pessoas em simultâneo.

O velório inicia-se hoje (13 de Agosto) às 18:00 na Capela da Igreja de Nossa Senhora de Fátima, na Avenida de Berna, em Lisboa até as 22:30.

Amanhã (14 de Agosto) continuará o velório das 9:30 às 15:30.

Pelas 16:00 celebra-se  a missa de corpo presente na parte principal da Igreja, seguindo o cortejo fúnebre para o Cemitério do Alto de São João onde terá lugar a cerimónia da cremação às 17:30.

 

Apoio extra a trabalhadores independentes é redutor

2020-08-11
Apoio extra a trabalhadores independentes é redutor

Os trabalhadores independentes e que trabalham por conta de outrem vão ter direito a apoio extra

A medida consta de um diploma publicado esta terça-feira em Diário da República e que alarga as ajudas do Estado à redução da atividade económica até agora reservadas apenas aos trabalhadores exclusivamente em regime de “recibos verdes”.

Na avaliação a esta medida, a UGT considera importante o reforço da protecção social aos trabalhadores que esta alteração vem conferir, contudo salienta que a mesma não deixa de introduzir uma lógica de concessão do apoio que é diversa da que presidiu ao diploma inicial.

Com efeito, ao deixar-se de apoiar apenas e só os trabalhadores em regime exclusivamente de trabalho independente, parece-nos que nos encaminhamos – e bem – para uma lógica de protecção de quebras de rendimentos.

Nesse sentido e com essa mesma lógica, a UGT considera que a opção agora assumida é redutora, devendo questionar o motivo da manutenção da exclusão de outros independentes que acumulem rendimentos de outras fontes e que, conforme sucede na situação agora contemplada, não excedam um determinado valor, como é o caso dos pensionistas.

A UGT defende que, apenas por essa via, se garante, na prática, uma solução legislativa mais abrangente e, por esse motivo, mais justa e equitativa.

Leia a posição da UGT no link abaixo

Newsletter UGT | N.º 14 | JULHO 2020

2020-07-30
Newsletter UGT | N.º 14 | JULHO 2020

Leia a 14.ª edição da newsletter da UGT no link abaixo

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UGT teme mais despedimentos após o fim do lay-off

2020-07-29
UGT teme mais despedimentos após o fim do lay-off

À saída da audiência com Marcelo Rebelo de Sousa, a Presidente da UGT, Lucinda Dâmaso, defendeu uma monitorização dos fundos concedidos às empresas, no sentido de ver a sua devida aplicação.

No encontro com o Presidente da República, a dirigente sindical manifestou igualmente preocupações sobre o mercado de trabalho em Portugal e afirmou que a chegada da taxa de desemprego aos 7% "assusta", prevendo ainda cenários piores para o futuro.

"Assusta e assusta o que poderá ser o futuro. Nós sabemos que com o lay-off que existe neste momento, as empresas têm que manter os trabalhadores por 60 dias. Será que depois dos 60 dias não vai haver mais desemprego?", questionou a responsável da central sindical no Palácio de Belém, quando instada a comentar sobre a chegada da taxa de desemprego aos 7% em junho.

"Será que não foi dado este apoio às empresas, e as empresas estiveram durante este tempo todo a trabalhar, com os trabalhadores, a ser subsidiadas pelo Estado para lhes pagar uma parte do seu vencimento, e será que isso não vai gerar desemprego? É contra isso que a UGT está", vincou a sindicalista.

Acompanhada pelo presidente do Sindicato dos Bancários do Norte, Mário Mourão, Lucinda Dâmaso afirmou que a UGT defende que os apoios não "foram para criar desemprego, foram para manutenção de emprego".

"Se não criar, pelo menos manter. Se o desemprego subir devido a esta circunstância, será muito mau e a UGT obviamente trabalhará no sentido de que estas questões não aconteçam", disse Lucinda Dâmaso, considerando também "provável que a taxa de desemprego dispare".

Sobre a reunião convocada por Marcelo Rebelo de Sousa em Belém, a UGT, segundo a sua presidente, abordou "o desemprego, a precariedade, as questões sociais", bem como "a questão do lay-off", incluindo "o que foi e o que deveria ter sido" feito relativamente a essa medida, que considerou "um mal menor".

Sobre a nova medida de lay-off, a presidente da UGT disse que a central sindical está a "analisar de uma forma muito pormenorizada o documento", considerando que poderá "haver um conjunto de pessoas, trabalhadores e trabalhadoras, que poderão não ser abrangidos".

"Até porque vai depender muito das entidades patronais", prosseguiu, considerando que não é sabido "como é que se vai apurar a veracidade ou não" das quebras na faturação que as empresas "dizem ter", já que esse é um critério para receber apoios no âmbito do novo regime de lay-off.

Lucinda Dâmaso disse ainda que o plano do gestor António Costa Silva "não tem uma vertente social muito ampla", esperando que "o Governo, quer no Orçamento de 2021, quer nos orçamentos seguintes, nunca se esqueça que a parte social é fundamental".

A representante da UGT disse ainda que a central sindical é "muito a favor" da Concertação Social, sede em que "em termos tripartidos, se podem traçar muitas questões para o país: Governo, representantes dos trabalhadores - no caso tem sido a UGT a única central sindical a assumir acordos - e também os patrões".

(Fonte © DN/Lusa)
(Foto © MIGUEL A. LOPES/LUSA)

UGT concorda com substituição do lay-off

2020-07-28
UGT concorda com substituição do lay-off

O Secretário-geral Adjunto da UGT, Sérgio Monte, aplaude a substituição do lay-off simplificado, que fomenta a retoma e não a suspensão da atividade, "porque diminui a sobrecarga que recai sobre a Segurança Social, nomeadamente na isenção, e aumenta o rendimento dos trabalhadores".

A única ressalva do sindicalista prende-se com algumas "situações que inspiram preocupação e que carecem de fiscalização", como por exemplo "ao nível do horário de trabalho", para que não haja uma "desregulação do trabalho".

Na segunda-feira, o Executivo anunciou que as empresas com quebra de faturação igual ou superior a 75% terão um apoio adicional da Segurança Social. Este apoio adicional está previsto no regime que vai suceder ao lay-off simplificado a partir de agosto e foi aprovado em Conselho de Ministros, designado por apoio extraordinário à retoma progressiva.

(Fonte: TSF e RTP)