UGT - Comunicados

Notícias

2019

XI Congresso MODERP

2019-05-13
XI Congresso MODERP

No passado Sábado dia 11 de Maio de 2019, realizou-se o XI Congresso do MODERP - Movimento Democrático de Reformados e Pensionistas, na sede da UGT Portugal em Lisboa, tendo sido eleitos os Órgãos Sociais para o quadriénio 2019/2022.

José Manuel Graça foi eleito como novo Presidente do Secretariado Nacional do MODERP, tendo deixado uma mensagem de esperança para o futuro: "mais um passo a caminho da construção do futuro, com a resiliência que mora em cada um de nós".

A UGT esteve representada pelo seu Secretário-Geral Carlos Silva, pela Presidente, Lucinda Dâmaso. O congresso contou ainda com a presença da Presidente da Junta de Freguesia de Santa Clara, Dr.ª Maria da Graça Pinto Ferreira, que realçou o papel fundamental de organizações como o MODERP na sociedade.

MODERP debate as problemáticas da saúde e do envelhecimento activo

2019-05-13
MODERP debate as problemáticas da saúde e do envelhecimento activo

O MODERP promoveu, na sede da UGT, no passado dia 11 de Maio, uma conferência sobre Saúde e Envelhecimento Ativo. Esta iniciativa contou com a participação do Prof. Dr. Adalberto Campos Fernandes, Ex-Ministro da Saúde, da Dr.ª Maria João Quintela, da Sociedade Portuguesa de Geriatria e Gerontologia, na apresentação do "Programa Radar" e as redes de vizinhança, e discussão sobre a diabetes.

A sessão de abertura da conferência esteve a cargo do Secretário-geral Adjunto da UGT, José Cordeiro, do Secretário Nacional do Moderp, José Graça, e da Presidente da Junta de Freguesia de Santa Clara, Dr.ª Maria da Graça Pinto Ferreira.

 

 

UGT recebe missão do FMI

2019-05-11
UGT recebe missão do FMI

A UGT recebeu na sua sede, no dia 10 de Maio, uma missão técnica do Fundo Monetário Internacional (FMI), denominada “Artigo IV”, que com uma frequência anual efectua o acompanhamento e monitorização das economias dos seus membros.

Nesta reunião estiveram em cima da mesa as questões relacionadas com o mercado de trabalho, a negociação colectiva, o salário mínimo e as desigualdades de género.

Em representação do FMI estiveram Alfredo Cuevas, Alex Pienkowski, André Santos, Koralai Kirabaeva e Mesmin Koulet-Vickot. Já a UGT fez-se representar neste encontro pelo seu Secretário-geral, Carlos Silva, pelos Secretários-gerais Adjuntos, Sérgio Monte, Dina Carvalho e Paula Bernardo, pelo Secretário Executivo, Carlos Alves e pela Secretária Internacional, Catarina Tavares.

FNE não deixará cair a bandeira da recuperação do tempo de serviço dos professores

2019-05-10
FNE não deixará cair a bandeira da recuperação do tempo de serviço dos professores

Convidado do Bom Dia Portugal, na RTP, o Secretário-geral da Federação Nacional de Educação (FNE), João Dias da Silva, reafirmou que não desistirá de lutar pela recuperação total do tempo de serviço congelado dos docentes.
Para o dirigente sindical caso esta sitação não ocorra nesta legislatura, a FNE não baixará os braços e numa próxima legislatura, com um novo governo continuará a luta.
Recorde-se que o Parlamento vota hoje o texto final relativo às apreciações parlamentares do BE, PCP e PSD sobre o tempo de carreira dos professores.

(Fonte:RTP)

 

SINTAP quer aumentos salariais, correcção das injustiças e revisão das carreiras gerais

2019-05-10
SINTAP quer aumentos salariais, correcção das injustiças e revisão das carreiras gerais

O Secretariado Nacional do SINTAP, reunido em Lisboa, a 10 de maio de 2019, após análise da atual situação político-sindical, considera que a inversão da política salarial e da política de carreiras para a Administração Pública está muito aquém do que é expectável e justo para os trabalhadores.

As medidas que os sucessivos governos têm adotado para a Administração Pública representam um total desprezo pelo valor das funções essenciais do Estado e do trabalho de quem as executa e representam uma inaceitável violação do direito à carreira e à progressão na mesma, uma vez que o tempo de serviço e a experiência acumulada são cada vez menos relevantes para efeitos de valorização salarial ou de progressão nas carreiras.

O SINTAP não aceita que o esforço feito pelos trabalhadores durante o período de congelamento salarial e de progressão nas carreiras seja premiado com um “apagão”, total ou parcial, do seu tempo de serviço, como aconteceu recentemente com os assistentes operacionais.

Leia na íntegra da Resolução do Secretariado Nacional do SINTAP