UGT - Comunicados

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2016

UGT mobiliza apoios do movimento sindical europeu e mundial contra a aplicação de sanções a Portugal

2016-07-26
UGT mobiliza apoios do movimento sindical europeu e mundial contra a aplicação de sanções a Portugal

CSI, CES e UNI Europa estão contra a aplicação de sanções a Portugal por procedimento de défice excessivo.

A UGT já tinha alertado para a tremenda injustiça de tal decisão, que no atual quadro europeu, marcado por uma visão ideológica única que tornou sacrossanta a consolidação orçamental e em que a solidariedade foi esquecida como valor fundacional, considera não ser surpreendente.

Luca Visentini, Secretário Geral da Confederação Europeia de Sindicatos (CES), em mensagem enviada à UGT, manifestou "a oposição da CES à aplicação de sanções a Portugal e Espanha e afirmou o seu empenhamento para, junto da Comissão Europeia, contrariar o prosseguimento das políticas de austeridade, tanto a nível europeu como nacional. A CES está empenhada na criação dum crescimento económico sustentável e de empregos de qualidade, assentes no investimento público e no aumento salarial dos trabalhadores europeus, incluindo os trabalhadores da administração pública."

Sharan Burrow, Secretária Geral da Confederação Sindical Internacional (CSI), subscreveu a posição defendida pela UGT, classificando de "inaceitável a posição da Comissão Europeia, visto que foram as políticas prescritas pela mesma, que atinigiram de uma forma muito dura a economia de Portugal."

Também a UNI Europa irá dar seguimento à posição defendida pela UGT.

Carlos Silva em entrevista ao Jornal i

2016-07-26
Carlos Silva em entrevista ao Jornal i

O Secretário Geral da UGT mantem aberta a porta do diálogo, alertando que mesmo com um eventual congelamento dos salários para os trabalhadores da Administração Pública em 2017, há outras medidas de compensação que devem ser discutidas e não abdica duma atualização do salário mínimo.

Leia AQUI a entrevista dada ao Jornal i.

UGT recebida pelo Presidente da República

2016-07-22
UGT recebida pelo Presidente da República

Um delegação liderada pelo Secretário Geral da UGT, Carlos Silva, e que integrou a Presidente da UGT, Lucinda Dâmaso, os Secretários Gerais Adjuntos, Nobre dos Santos e Luis Correia, assim como o Secretário Executivo, Sérgio Monte, foi recebida no passado dia 20 de Julho pelo Senhor Presidente da República, Prof. Dr. Marcelo Rebelo de Sousa.


Esta reunião, enquadrada nas reuniões que serão promovidas entre a Presidência da República e os parceiros sociais, teve como objetivo analisar a sessão legislativa cessante e perspetivar a situação económica e social para 2017.

 

 

 

DIREITO DE RESPOSTA - Jornal de Negócios

2016-07-22
DIREITO DE RESPOSTA - Jornal de Negócios

DIREITO DE RESPOSTA

(A UGT fez chegar a seguinte nota ao Sr. Diretor do Jornal de Negócios)

 

Ao abrigo do previsto pela Lei nº 2/99 de 13 de Janeiro, Capítulo V, Dos Direitos à Informação, Secção 1, Do Direito de Resposta e Retificação, a UGT – União Geral de Trabalhadores, sita na Avenida Almirante Gago Coutinho, 132, Lisboa, vem por este meio exercer o seu legítimo direito de reposta à publicação em capa da edição de 21 de Julho de 2016, do Jornal de Negócios, “UGT vende direitos laborais por 0,65% do salário”, que remete para um artigo da mesma edição, assinada pela jornalista Catarina Almeida Pereira, com o título “Direitos Laborais à venda por 0,65% do salário”.

 

Para além de estranharmos o facto do título em capa não corresponder ao próprio título da notícia ao qual se refere, e que induz claramente em erro o leitor, fazendo passar a ideia de que a UGT troca direitos laborais por parcelas salariais, demonstra um profundo desconhecimento do assunto em causa e põe claramente em causa o bom nome desta central sindical.

 

A matéria à qual a notícia quer fazer alusão, diz respeito à adesão individual e voluntária, prevista há muito no Código do Trabalho, por parte dos trabalhadores não sindicalizados às convenções coletivas celebradas pelos sindicatos, e cujo âmbito não é exclusivo da UGT, mas de todas as organizações sindicais legalmente reconhecidas.

 

Daí considerarmos também totalmente desproporcionada a utilização da fotografia do Secretário Geral da UGT, Carlos Silva, associada a esta notícia, bem como a referência a declarações feitas pelo próprio em Abril de 2016 e retiradas do seu contexto original.

 

A UGT, ao contrário do que é referido, não coloca “à venda” direitos laborais, tem sido aliás o bastião de defesa dos trabalhadores portugueses, vilãmente atacados nos seus direitos, pelos diretórios políticos nacionais e internacionais dos últimos anos.  

 

O Gabinete de Imprensa da UGT

Lisboa, 22 e Julho de 2016

NOTA DE ESCLARECIMENTO - Notícia de rodapé da TVI24 e Jornal de Negócios

2016-07-21

Rodapé TVI24 “UGT vende direitos laborais dos trabalhadores por 0,65% do salário”

A UGT vem por este meio demonstrar o seu profundo repúdio pela notícia em rodapé que está a ser passada pela TVI24, referindo que a “UGT vende os direitos laborais dos trabalhadores por 0,65% do salário.”

Para além de induzir claramente em erro o espectador, fazendo passar a ideia de que a UGT troca direitos laborais por parcelas salariais, demonstra um profundo desconhecimento do assunto em causa.

A matéria vertida no rodapé, e aliás veiculada por uma notícia publicada hoje pelo Jornal de Negócios, diz respeito à adesão individual e voluntária, prevista há muito no Código do Trabalho, por parte dos trabalhadores não sindicalizados às convenções coletivas celebradas pelos sindicatos.