UGT - Comunicados

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2019

Comunicado SINAFE - Alcançado ACT na IP,SA

2019-04-05
Comunicado SINAFE - Alcançado ACT na IP,SA

Depois de uma longa maratona de negociações na empresa I.P, SA, finalmente foi alcançado um acordo que, não sendo o melhor do mundo, foi um acordo melhor que o existente na Ex-REFER e por sua vez melhor que os contratos individuais de trabalho.
O SINAFE fez o seu trabalho, outros «vieram a reboque», outros assobiaram para o lado e outros ainda continuam a pensar que são os donos da verdade absoluta. O SINAFE nunca enganou um único trabalhador e sempre se mostrou disponível para os ouvir e levar às negociações as suas preocupações.

Leia o comunicado na íntegra no link abaixo

Terra Justa 2019 - UGT na homenagem à OIT

2019-04-05
Terra Justa 2019 - UGT na homenagem à OIT

A UGT participou na 5.ª edição do Terra Justa – Encontro Internacional de Causas e Valores da Humanidade, que decorreu de 3 a 6 de Abril,em Fafe, e trouxe a debate três temas centrais: a saúde, o trabalho e a liberdade.

O primeiro dia de encontro foi dedicado à Organização Internacional do Trabalho (OIT) tendo terminado com uma homenagem a esta organização, no ano em que a mesma comemora o seu centenário, pelo seu papel na promoção dos direitos no trabalho, na luta por condições de liberdade, equidade, segurança e dignidade humanas. A OIT é o organismo criado em 1919, que integra o sistema das Nações Unidas e que conta com cerca de suas centenas de países, com dezenas de escritórios espalhados pelo Mundo, tendo a sua sede em Genebra, na Suíça.

À noite na homenagem estiveram presentes no Teatro Cinema de Fafe os representantes governamentais, dos empregadores e trabalhadores, na lógica que sustenta a OIT.

A UGT esteve representada neste fórum pelo seu Secretário-geral, Carlos Silva, que no seu discurso relacionou o papel da OIT com os princípios basilares da doutrina social da Igreja, sublinhando que “o caminho do diálogo social não é fácil”, mas pretende encontrar “denominadores comuns e compromissos”.

O futuro do trabalho é uma das prioridades na reflexão proposta pela OIT, a assinalar o centenário da sua criação. Helena André, diretora executiva do departamento da OIT para as atividades dos trabalhadores da OIT, em representação do presidente da organização, sublinhou que as “desigualdades estão a aumentar com novas formas de trabalho precário”, por via, por exemplo, das plataformas digitais. E deixou duas perguntas ainda à espera de resposta: “Como garantir a proteção dos trabalhadores ‘invisíveis’, que estão numa ‘nuvem’? Como complementar o trabalho humano com as novas tecnologias e a robotização?” Este é “o equilíbrio a fazer”, concluiu, “com capacidade de diálogo para encontrar novas formas de governança no trabalho”.

À tarde, numa das Conversas de Café, a UGT fez-se igualmente representar pelo Secretário-geral Adjunto, José Cordeiro, que perante uma plateia informal alertou para a pressão sobre a Segurança Social, sujeita a um “ataque desenfreado capitalista para que passe para mãos privadas e deixe a gestão pública”.

A edição de 2019 do Terra Justa - Encontro Internacional de Causas e Valores da Humanidade, promovido pelo Município de Fafe, homenageou a Organização Internacional do Trabalho, a Obra Vicentina de Auxílio ao Recluso e ainda o anterior diretor geral de saúde, Francisco George, bem como, a título póstumo António Arnaut.

(Créditos: Fotos cedidas pelo Município de Fafe)

UGT reúne com a UGT-Porto

2019-04-04
UGT reúne com a UGT-Porto

O Secretário-geral da UGT, Carlos Silva, e o Secretário-geral Adjunto, Sérgio Monte, deslocaram-se hoje ao Porto para uma reunião na UGT-Porto, na qual estiveram presentes a sua a Presidente, Clara Quental e o Presidente do Sindicato dos Bancários do Norte (SBN), Mário Mourão.

Este encontro teve como principal objectivo a articulação de esforços para o desenvolvimento das actividades futuras da união distrital.

 

UGT e SINDEL próximas dos trabalhadores da PSA de Mangualde e da Bodum

2019-04-03
UGT e SINDEL próximas dos trabalhadores da PSA de Mangualde e da Bodum

A UGT, a convite do Sindicato Nacional da Indústria e Energia (SINDEL), seu filiado deslocou-se à região de Viseu para promover a sindicalização nas empresas Bodum e PSA de Mangualde.

A visita começou cedo na fábrica da Bodum, em Tondela, que tem 222 trabalhadores, 46 dos quais sócios do SINDEL. Esta unidade fabril, de origem dinamarquesa, dedica-se à exportação de artigos para uso doméstico. Desde 2016, acolhe o centro logístico internacional da empresa, exportando para todo o mundo a partir deste concelho do distrito de Viseu.

A tarde foi passada na PSA de Mangualde uma fábrica de produção de veículos comerciais ligeiros que pertence ao Grupo PSA, responsável pelo fabrico de modelos da Citroën, Peugeot e Opel.

A PSA de Mangualde é segunda maior fábrica de automóveis em Portugal, pertencente ao Grupo PSA da Peugeot-Citroën.

Em 2018 produziu 63 073 veículos, as carrinhas Peugeot Partner e Citroën Berlingo, que mudaram de geração ao longo do último ano. Esta fábrica é liderada desde abril de 2016 pelo espanhol José Maria Castro.

A delegação da UGT integrou o seu Secretário-geral, Carlos Silva, o Secretário-geral Adjunto, Sérgio Monte, o Secretário-geral do SINDEL, Rui Miranda, e o Presidente da UGT-Viseu, Manuel Teodósio.

Durante esta visita, em declarações à Lusa, o Secretário-geral da UGT, defendeu o combate à precariedade e o bom exemplo dado pelo sector da indústria.

Carlos Silva lamentou que se mantenha o hábito de contratar a termo em setores como o comércio, a restauração e a hotelaria, apesar de começar a haver menos sazonalidade no turismo.

“Há estudos impactantes da vida do país que revelam que já há turismo ao longo do ano. Nesse sentido, há contratos que se podem transformar em permanentes”, frisou, acrescentando que os sindicatos terão de trabalhar junto com as empresas desses setores para combaterem a precariedade.

Já na indústria, “há um sentimento transversal à generalidade das empresas”, que consideram que “a contratação muito precária não permite a eficiência e a eficácia” no trabalho.

“Entra um trabalhador e sai daqui a 15 dias, três semanas, um mês. Este entrar e sair baixa os níveis de produtividade, levanta problemas de eficiência à empresa”, sublinhou.

Por outro lado, acrescentou, a contratação temporária exige à empresa “andar sempre a dar formação”.

“Que interesse tem isto para uma empresa que quer consolidar os seus resultados e manter um acento tónico na formação e na qualificação dos trabalhadores?”, questionou.

Na Bodum, Carlos Silva encontrou trabalhadores que se qualificaram na empresa ou já entraram qualificados e também aqueles que ascenderam da produção para áreas técnicas, através de concursos internos.

“Isso é muito importante do ponto de vista empresarial, porque permite consolidar a produção, a qualidade exportadora e manter o nível de exigência, sobretudo para quem exporta para clientes como Walmart ou Starbucks”, frisou.

“Percebemos que a Bodum é um exemplo de boas práticas, corroborado pelo nosso sindicato, que tem uma taxa de sindicalização que ultrapassa aquilo que nós temos informação de que é o setor privado”, com 46 trabalhadores sindicalizados, contou.

O secretário-geral da UGT frisou que este exemplo de boas práticas se situa no interior do país, numa zona que têm várias empresas que “criam muitos postos de trabalho e fixam pessoas”, sobretudo jovens.

Oiça as declarações do Secretário-geral da UGT ao Jornal do Centro AQUI

UGT marca presença na 4.ª conferência dos ministros do Emprego e Trabalho da União para o Mediterrâneo

2019-04-02
UGT marca presença na 4.ª conferência dos ministros do Emprego e Trabalho da União para o Mediterrâneo

A UGT marcou presença na quarta conferência dos ministros do Emprego e Trabalho da União para o Mediterrâneo, uma organização que reuniu 43 países e que decorreu em Cascais, sob o lema “Empregos, Competências e Oportunidades para Todos”.

Nesta iniciativa estiveram presentes o Primeiro-Ministro, António Costa, o Ministro do Trabalho, Solidariedade e Segurança Social, Vieira da Silva, bem como representantes de vários países da União Europeia (U.E) e do Mediterrâneo. De registar que marcou presença também uma delegação da Confederação Europeia de Sindicatos (CES), pelo seu Secretário-geral, Luca Visentini, tendo sido o discurso principal da autoria de Helena André, Directora da ACTRAV/OIT.

Esta que foi a primeira conferência que conta com a participação de parceiros sociais de Portugal e de outros países da zona do mediterrâneo, facto que a UGT não pode deixar de ressalvar, destacando que a própria central sindical se fez representar pela sua Secretária-geral Adjunta, Paula Bernardo (oradora numa das sessões sobre mercados de trabalho inclusivos), pela Secretária Internacional, Catarina Tavares, e pelo Secretário Executivo, Carlos Alves.

Os participantes deste encontro debateram os desafios do mercado de trabalho da região do Mediterrâneo, identificando formas de o tornar mais acessível e inclusivo para todos, imprimindo uma nova dinâmica de integração social e económica na região euro-mediterrânea.

 A conferência de dois dias terminou com a aprovação de uma declaração conjunta entre os 28 Estados-Membros da U.E. e os 15 países da margem sul e oriental do Mediterrâneo com estratégias comuns para o mercado de trabalho.

A União para o Mediterrâneo, criada em 2008, é uma organização intergovernamental que reúne os 28 Estados-membros da União Europeia e os 15 países da margem sul e oriental do Mediterrâneo para promover o diálogo e a cooperação, sendo atualmente copresidida pela Comissão Europeia e pela Jordânia.