UGT - Comunicados

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2017

Greve Geral CTT - EM DEFESA DO SERVIÇO PÚBLICO POSTAL

2017-12-20
Greve Geral CTT - EM DEFESA DO SERVIÇO PÚBLICO POSTAL

Os Secretário-gerais da UGT e do SINDETELCO lançam apelo à participação de todos os trabalhadores dos CTT na Greve Geral marcada para 21 e 22 de Dezembro.

Esta é uma greve pela reversão da privatização dos CTT. Até ser privatizada os CTT sempre apresentaram resultados positivos, sempre foi uma empresa de referência para os portugueses, pela confiança e pela prestação de um serviço postal de qualidade, sendo considerada um dos melhores operadores postais a nível mundial.

Hoje os CTT são uma empresa sem qualidade, no que respeita ao serviço postal universal, executando um serviço abaixo dos mínimos exigidos pelo contrato de concessão, sendo alvo de consecutivas multas aplicadas pela ANACOM.

Esta é uma greve pela defesa dos postos de trabalho. É inadmissível que se façam propostas de rescisão a trabalhadores por estarem condicionados por problemas físicos em consequência das suas funções.

TODOS UNIDOS PELA SALVAGUARDA DOS POSTOS DE TRABALHO E PELO FUTURO DA EMPRESA

Patrões rejeitam acordo de Concertacão Social sobre o salário mínimo

2017-12-19
Patrões rejeitam acordo de Concertacão Social sobre o salário mínimo

Foi com uma postura completamente inadmissível, que as confederações patronais recusaram um acordo em sede de concertação social, onde a troco de um acordo sobre o aumento do salário mínimo nacional, se tenham comportado como verdadeiros usurários.

A UGT partiu para este processo negocial com um espírito de construção que fosse de encontro à defesa dos melhores interesses dos trabalhadores e sempre acreditou ser possível alcançar um aumento que fosse além dos 580€.

Infelizmente desde cedo se percebeu que não havia qualquer vontade por parte das confederações patronais em caminhar para uma solução de compromisso, exigindo a não mexida total do atual quadro legislativo laboral.

À entrada para a reunião da concertação social, o secretário-geral da UGT, Carlos Silva, já dava conta aos jornalistas que os patrões não queriam ir além dos 580 euros, acrescentando que a UGT não estava disponível para suspender as contribuições para o Fundo de Compensação do Trabalho (FCT).

"Não estamos disponíveis para suspender [as contribuições para o FCT], nem para poderem abocanhar os 160 milhões que estão no fundo, portanto aí não se mexe", frisou Carlos Silva, acrescentando que a central sindical está, todavia, disponível "para poderem reduzir a taxa, mas só até ao final da legislatura".

No final do encontro quer a UGT, quer o Governo, na pessoa do ministro Vieira da Silva, lamentaram não ter sido possível alcançar um acordo, sublinhando que o mesmo não foi possível devido às exigências das confederações patronais que, segundo a tutela, seriam "impossíveis de satisfazer".

Veja as declarações da Presidente da UGT, Lucinda Dâmaso, no final da reunião.

Carlos Silva em entrevista à Antena 1 e Jornal de Negócios

2017-12-17
Carlos Silva em entrevista à Antena 1 e Jornal de Negócios

Na véspera da reunião de concertação social, o Secretário-geral da UGT em entrevista no Conversa Capital da Antena 1 e Jornal de Negócios, afirmou que a legislação laboral não deve ser alterada, mantendo a sua estabilidade. Contudo, o líder da UGT gostaria de ver discutida a questão da caducidade das convenções colectivas e o tratamento mais favorável.

Em relação às conritbuições para o Fundo de Compensação do Trabalho e a possibilidade de as entidades patronais suspenderem as contribuições, o Secretário-geral abre a porta a uma negociação para a suspensão durante dois anos, ou seja, no período da actual legislatura.

Nesta entrevista foi também abordada a questão dos aumentos na Função Pública em 2019. Carlos Silva considera que no Orçamento do Estado que marca o final da legislatura, o Governo vai ter de dar o clique e mostrar boa vontade nesta matéria.

Na questão dos recibos verdes, relativamente ao acordo alcançado entre o Governo e o Bloco de Esquerda, Carlos Silva considera que se trata de uma medida boa e justa.

Por último foi abordada a questão da Autoeuropa sobre a qual o líder sindical afirmou que se está a cair num precipício. O Secretário-geral da UGT defende que a administração tem de negociar com os sindicatos e considera que o Executivo deve intervir.

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Audição no Grupo de Trabalho sobre alteração do regime jurídico da transmissão de empresa ou estabelecimento

2017-12-14
Audição no Grupo de Trabalho sobre alteração do regime jurídico da transmissão de empresa ou estabelecimento

Audição da UGT, no Grupo de Trabalho da Comissão de Trabalho e Segurança Social da Assembleia da República, sobre Projetos de Lei sobre alteração do regime jurídico da transmissão de empresa ou estabelecimento.

A UGT representada por Sérgio Monte, Secretário-Geral Adjunto, José Arsénio, Secretário-Geral do SINDETELCO (Sindicato Democrático dos Trabalhadores dos Correios, Telecomunicações, Media e Serviços) e por Soraia Duarte, do Gabinete Jurídico da UGT.

Fórum TSF: Comentário de Rui Miranda sobre o Conflito Laboral na Autoeuropa

2017-12-13
Fórum TSF: Comentário de Rui Miranda sobre o Conflito Laboral na Autoeuropa

Rui Miranda, Secretário-Geral do SINDEL - Sindicato Nacional da Industria e da Energia, no Forum TSF com o tema "Conflito Laboral na Autoeuropa"