UGT - Comunicados

Notícias

2020

CPCS | UGT reafirma que os trabalhadores não podem continuar a ser prejudicados nos seus salários

2020-09-30
CPCS | UGT reafirma que os trabalhadores não podem continuar a ser prejudicados nos seus salários

No final da reunião de concertação social, Carlos Silva afirmou que a UGT irá avaliar as alterações ao regime de lay-off simplificado, mas lembra que os trabalhadores não podem continuar a ser prejudicados nos seus salários.

© RTP 

Carlos Silva espera que a retoma da economia não seja feita à custa dos salários dos trabalhadores

2020-09-29
Carlos Silva espera que a retoma da economia não seja feita à custa dos salários dos trabalhadores

A UGT está preocupada com os salários dos trabalhadores que vejam os seus contratos suspensos.

Em declarações a vários órgãos de comunicação social, o Secretário-geral da UGT, Carlos Silva mostrou-se preocupado e lamenta que o Governo não tenha esperado pela reunião de concertação social para anunciar esta medida.

Carlos Silva espera que a retoma da economia não seja feita à custa dos salários dos trabalhadores.

O ministro da Economia anunciou esta segunda-feira que o apoio à retoma progressiva vai permitir suspender contratos de trabalho, aproximando este regime do lay-off simplificado.

© Antena1

©TSF

Webinar FNE “Teletrabalho na Contratação Coletiva: onde estamos, para onde devemos ir”

2020-09-24
Webinar FNE “Teletrabalho na Contratação Coletiva: onde estamos, para onde devemos ir”

No próximo dia 30 de setembro de 2020, entre as 17h e as 18h30, o Canal4 da AFIET (Associação para a Formação e Investigação em Educação e Trabalho) organiza o webinar “Teletrabalho na Contratação Coletiva: onde estamos, para onde devemos ir” que vai contar com as presenças de Carlos Alves, Secretário Executivo da UGT (responsável pelo Gabinete jurídico da central) e de Elizabeth Barreiros, Presidente do Secretariado da Ala de Quadros da UGT, nomes reconhecidos na matéria no campo sindical.

Este webinar do Canal4 da AFIET pretende ir ao encontro dos desafios do teletrabalho na contratação coletiva; o carácter voluntário, o direito à desconexão, o direito de reversão, o direito à privacidade, o respeito pelos horários de trabalho; os desafios à segurança e saúde no trabalho e os custos do teletrabalho como aspetos fundamentais a regular; a representação sindical e o teletrabalho; o que temos, o que poderemos regular no futuro?; que vantagens e desvantagens do teletrabalho?; qual o equilíbrio que desejamos entre lei e negociação coletiva?

Saiba mais em www.fne.pt

Garanta aqui o seu lugar:

https://us02web.zoom.us/webinar/register/WN_D6CdD9ZkS8yVRHd92diuXQ

TSF | UGT defende a proibição de despedimentos para empresas que tenham recebido apoios do Estado

2020-09-22
TSF | UGT defende a proibição de despedimentos para empresas que tenham recebido apoios do Estado

Convidado esta manhã pelo Fórum TSF, o Secretário-geral da UGT, Carlos Silva defendeu a proibição de despedimentos para empresas que tenham recebido apoios do Estado, nomeadamente através do regime de lay-off simplificado.

O Secretário-geral da UGT afirmou que a Autoridade para as Condições do Trabalho deve também fiscalizar o que está a acontecer com o encerramento das empresas. "A nossa preocupação é dizer ao Governo que tem de atentar muito bem no género de encerramentos e despedimentos coletivos com que estamos a ser confrontados", explica Carlos Silva.

O líder da UGT vai mais longe e questiona "o que é que andaram os empresários a fazer durante os últimos anos -em que um conjunto de atividades económicas deram imenso lucro e eram a galinha dos ovos de ouro do país - e a distribuir os lucros e os ganhos para quem? Para os acionistas?". Carlos Silva acrescenta que não entende como é que "não há condições em poucos meses de essas empresas acudirem aos seus trabalhadores".

© TSF

 

Desfasamento de Horários | Conceitos "muito indeterminados" preocupam a UGT

2020-09-21
Desfasamento de Horários | Conceitos "muito indeterminados" preocupam a UGT

Sérgio Monte, Secretário Geral Adjunto da UGT, alerta para o facto de a nova legislação ter conceitos “muito indeterminados”, nomeadamente o de “prejuízo sério”. Em teoria, o trabalhador pode invocá-lo, para recusar um determinado horário de trabalho. Mas, “na prática, o assunto acabará na generalidade das vezes em tribunal”.

O dirigente sindical foi o convidado desta semana do programa Em Nome da Lei, na Rádio Renascença.

 

Ver link