UGT - Comunicados

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2017

Fórum TSF: Comentário da UGT ao tema "Os robôs vão tirar-nos os empregos?"

2017-11-09
Fórum TSF: Comentário da UGT ao tema "Os robôs vão tirar-nos os empregos?"

Participação de Carlos Alves, Secretário Executivo da UGT, no Fórum TSF com o tema "Os robôs vão tirar-nos os empregos?"

Para a UGT, as sociedades têm capacidade de se adaptarem a estas alterações que ocorrem de uma forma cada vez mais rápida e à escala global, e não esquecendo os sistemas fiscais, contributivos, de saúde e formação profissional, todo este processo de transformação terá uma melhor concretização se forem envolvidos os representantes dos trabalhadores e as empresas.

 

FNE - Carta Aberta ao Primeiro Ministro de Portugal

2017-11-08
FNE - Carta Aberta ao Primeiro Ministro de Portugal

O Secretariado Nacional da Federação Nacional da Educação (FNE) enviou hoje uma Carta Aberta ao Primeiro Ministro, António Costa.

Leia no link abaixo a carta na íntegra.

UGT não esquece as vítimas dos incêndios

2017-11-01
UGT não esquece as vítimas dos incêndios

No Dia de Todos os Santos, feriado nacional em honra dos mortos, a UGT não esqueceu as vítimas dos incêndios de Pedrógão Grande, Figueiró dos Vinhos e Castanheira de Pêra e prestou homenagem a todos os que perderam a vida na EN236-1. O Secretário-geral da UGT e vários membros do seu Executivo depositaram uma coroa de flores em memória das 64 pessoas que ali perderam a vida.

Novo Banco garante estabilidade de postos de trabalho

2017-10-31
Novo Banco garante estabilidade de postos de trabalho

Numa reunião esta terça-feira com os sindicatos, o Novo Banco garantiu que o plano de reestruturação não inclui despedimentos.

O plano de reestruturação que a Lone Star vai implementar no Novo Banco não inclui redução forçada do número de funcionários, disse Rui Riso, presidente do Sindicato dos Bancários do Sul e Ilhas. Esta foi uma das garantias dadas esta terça-feira pela administração do Novo Banco numa reunião realizada a pedido dos sindicatos.

Poderá haver acordos de rescisão e casos de saídas por reforma antecipada mas a administração do Novo Banco transmitiu “confiança” e “estabilidade” quanto ao futuro dos trabalhadores do banco.

“É um grande peso que se retira de cima dos trabalhadores do Novo Banco”, disse ao Dinheiro Vivo Rui Riso. “Poderá haver redução do número de balcões mas os trabalhadores serão transferidos para outras divisões”, adiantou.

A venda do Novo Banco à Lone Star foi concluída a 10 de outubro e a norte-americana passou a deter 75% do capital do banco, ficando o Fundo de Resolução com os restantes 25%. O novo dono do Novo Banco está a finalizar com Bruxelas os últimos detalhes de um plano de reestruturação a ser implementado no banco.

 O plano prevê a venda de negócios não core, como a área de seguros e os negócios no exterior. Mas não prevê despedimentos. “Haverá estabilidade dos postos de trabalho”, disse Rui Riso que esteve presente na reunião com a gestão liderada por António Ramalho.

 O Novo Banco emprega cerca de 5.650 funcionários, segundo Riso, e o banco admite que saiam alguns trabalhadores por acordo, enquanto os que estão nas unidades de negócio que serão vendidas irão continuar nessas mesmas empresas, depois com novos donos. “O plano de reestruturação vai até 2021 e prevê que o Novo Banco dê lucros dentro de dois a dois anos e meio.

FONTE: DINHEIRO VIVO

LEIA A NOTICIA NA ÍNTEGRA AQUI

UGT recebeu CDS-PP para abordar Orçamento de Estado para 2018

2017-10-30
UGT recebeu CDS-PP para abordar Orçamento de Estado para 2018

A delegação do CDS-PP liderada pela Drª Assunção Cristas, que se fez acompanhar pelo Dr. Filipe Anacoreta Correia, reuniu esta manhã no âmbito das auscultações aos parceiros sociais para abordar as questões ligadas ao Orçamento de Estado para 2018.

O Secretário Geral da UGT aproveitou para salientar as suas preocupações sobre o Orçamento de Estado, que considera globalmente positivo, onde é importante melhorar a carga fiscal em sede de IRS para os trabalhadores, assim como em sede de IRC para as empresas que se instalem em territórios de baixa densidade.

Salientou ainda que é fundamental estabilizar a legislação laboral, reforçar o financiamento da Segurança Social com vista à sua sustentabilidade, bem como reforçar as verbas para a formação profissional.

Carlos Silva lembrou ainda a importância da necessidade dum pacto de regime para apoiar as populações e os territórios devastados pelos terríveis incêndios deste ano.

A delegação da UGT foi ainda composta pelos Secretários Adjuntos, Luis Correia, Sérgio Monte e Paula Bernardo, assim como pelo Secretário Executivo, Carlos Alves.

Assista na íntegra às declarações à comunicação social proferidas no final da reunião.