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2021

TSF | As prioridades da UGT para o Orçamento do Estado 2022

2021-10-07
TSF | As prioridades da UGT para o Orçamento do Estado 2022

No Fórum TSF desta quinta-feira, o Secretário-geral da UGT, Carlos Silva, definiu as prioridades da central para a discussão do Orçamento do Estado de 2022.

Para a UGT, a política salarial, a fiscalidade e as alterações à legislação laboral são matérias essenciais a ter em conta pelo Governo no documento que será entregue no próximo dia 11 de Outubro.

Salário Mínimo | UGT reivindica aumento de 715€ para 2022

2021-09-30
Salário Mínimo | UGT reivindica aumento de 715€ para 2022

O Governo poderá subir o salário mínimo nacional (SMN) para os 705€ em 2022, segundo a edição desta quinta-feira do Jornal de Negócios.

A UGT reivindica, na sua política reivindica, o aumento para 715€ em 2022 e propõe uma nova trajetória de aumento para os 1000€ em 2028.

A UGT entende que a melhoria do SMN obriga a acertos nas remunerações médias e, consequentemente, a uma melhoria das condições de vida dos trabalhadores.

Boletim Informativo "Saúde com Todos para Todos" | N.º2

2021-09-23
Boletim Informativo "Saúde com Todos para Todos" | N.º2

Já se encontra disponível o 2.º número do Boletim Informativo da UGT dedicado exclusivamente ao sector da Saúde.

Descarregue o boletim no link abaixo

Entrevista SG UGT | Alterações à lei laboral “não são moeda de troca, são medidas necessárias”

2021-09-22
Entrevista SG UGT | Alterações à lei laboral “não são moeda de troca, são medidas necessárias”

O Governo quer voltar a limitar a contratação a prazo, quando ainda nem colocou em causa uma das grandes medidas desenhadas, no acordo de 2018, para esse fim: a taxa de rotatividade. 

Em entrevista ao ECO, o secretário-geral da UGT, Carlos Silva, garante que não vai desistir da concretização dessa medida e sublinha que as demais alterações laborais que têm estado em cima da mesa não são uma “moeda de troca” para a aprovação do OE. São, antes, “medidas necessárias”.

Carlos Silva está confiante quanto à aprovação do próximo Orçamento do Estado. Ao ECO, o secretário-geral da UGT diz que ninguém quer hoje uma crise política.

Leia nos links abaixo a entrevista do Secretário-geral da UGT ao ECO

https://eco.sapo.pt/entrevista/orcamento-tem-de-ser-aprovado-ninguem-quer-uma-crise-politica-diz-lider-da-ugt/

https://eco.sapo.pt/entrevista/alteracoes-a-lei-laboral-nao-sao-moeda-de-troca-sao-medidas-necessarias-diz-carlos-silva/

UGT exige Melhores Salários. Melhores Rendimentos e Menos Desigualdades

2021-09-16
UGT exige Melhores Salários. Melhores Rendimentos e Menos Desigualdades

O secretário-geral da UGT, Carlos Silva, defendeu, esta quarta-feira, que o Governo socialista tem obrigação de aumentar os salários e propôs que o salário mínimo nacional (SMN) suba para os 1.000 euros até 2028.

A UGT aprovou, esta quinta-feira, em Secretariado Nacional, a política reivindicativa para 2022, onde defende que o salário mínimo (SMN) deveria subir para os 715 euros no próximo ano e para 1000€ até 2028.

Em conferência de imprensa, o Secretário-geral fundamentou as propostas apresentadas para o aumento da retribuição mínima com a entrada de “cerca de 49 mil milhões de euros em fundos estruturais”, nos próximos anos. 

O secretário-geral da UGT defendeu a necessidade de acabar com a política de baixos salários e precariedade e sublinhou que o Governo tem de dar o exemplo, aumentando os salários dos trabalhadores da administração pública, que tiveram o último aumento em 2009.

“Este é um Governo socialista, que conta com o apoio da esquerda no parlamento, tem o dever social de fazer subir os salários”, disse o líder da UGT, acrescentando que este é o compromisso de António Costa, que assumiu no congresso socialista de Portimão que “chega de baixos salários”.

Com o bloqueamento da negociação coletiva, e o travão verificado na valorização das remunerações dos portugueses, Carlos Silva defende que a subida do SMN poderá ser uma via para alavancar os demais salários. Na conversa com os jornalistas, o dirigente sindical frisou que o aumento de 50€ reivindicado para a retribuição mínima, deveria ser aplicado a todos os trabalhadores em 2022.

O documento aprovado por unanimidade pelo Secretariado Nacional da UGT reclama também que os aumentos salariais a negociar na contratação coletiva devem situar-se entre os 2% e os 4%, nunca ficando abaixo dos 50 euros por trabalhador.

Além da valorização geral dos salários, no documento é também reivindicado o desagravamento fiscal, o alargamento da proteção social, o combate às desigualdades e melhores condições para a promoção da conciliação da vida profissional com a vida pessoal.

No seu caderno reivindicativo, a UGT aborda ainda o capítulo da proteção social, apelando ao seu reforço e alargamento. A central sindical defende a revisão da fórmula de atualização das pensões e da regra de atualização do Indexante dos Apoios Sociais (IAS). Defende ainda, o fim do fator de sustentabilidade, a melhoria da proteção no desemprego, a agilização do reconhecimento do estatuto de cuidador informal e o início da discussão sobre as profissões de desgaste rápido ou de elevada penosidade.

Numa altura em que decorrem as negociações para o próximo Orçamento do Estado, a UGT enviou a sua proposta de política reivindicativa aos partidos e aos grupos parlamentares e vai apresentá-la ao Governo em sede de concertação social.

Leia AQUI a Política Reivindicativa da UGT para 2022