UGT - Comunicados

Notícias

2019

UGT no 25.º Aniversário da CNASTI

2019-11-24
UGT no 25.º Aniversário da CNASTI

A UGT esteve presente, este sábado, em Braga, nas comemorações do 25º Aniversário da Confederação Nacional de Acção sobre o Trabalho Infantil (CNASTI), organismo que a Central integra desde a sua fundação.

A UGT esteve representada neste encontro pelo sue Secretário-geral, Carlos Silva, pela Presidente, Lucinda Dâmaso, pelo Secretário-geral Adjunto, Sérgio Monte, pelo Secretário Executivo, Luís Costa, e também pelo Presidente da UGT-Braga, César Campos.

A presidente da CNASTI, Fátima Pinto, agradeceu, na sua intervenção, a presença de todos os convidados e também a colaboração que as organizações que integram a CNASTI deram ao longo dos anos para o combate à problemática do trabalho infantil.

Lucinda Dâmaso, em breve palavras realçou o trabalho desenvolvido pela CNASTI ao longo dos anos, num percurso que enfrentou grandes dificuldades, mas felizmente com empenho foram sendo vencidas.

UGT promove debate internacional sobre a dinamização da negociação colectiva

2019-11-20
UGT promove debate internacional sobre a dinamização da negociação colectiva

A UGT realizou no dia 19 de Novembro, um seminário internacional, em parceria com a Fundação Friedrich Ebert, sob o tema “Dinamizar a Negociação Colectiva”.

A sessão de abertura contou com as intervenções do Secretário-geral da UGT, Carlos Silva, e do Presidente do Conselho Económico e Social (CES), António Correia de Campos.

No seu discurso, o líder da UGT deixou reflexões sobre as vantagens da aplicação dos acordos aos sindicalizados nas organizações outorgantes, sobre quem paga a negociação colectiva; sobre se vale a pena ou não ter portarias de extensão ou se vale a pena ser sindicalizado. No final deixou o desafio ao Presidente do CES para que as matérias da negociação colectiva sejam objecto de um debate mais alargado dentro do organismo que preside.

Já o Presidente do CES iniciou a sua intervenção fazendo uma breve resenha sobre a evolução da contratação colectiva nos últimos 15 anos, terminando com a resposta a algumas das interrogações lançadas pelo Secretário-geral da UGT, reforçando a ideia de que a negociação colectiva é um móbil para o desenvolvimento económico da nossa sociedade.

Seguiu-se o debate com o primeiro painel que teve como convidado Torsten Muller, investigador do Instituto Sindical Europeu (ETUI) que na sua apresentação fez nota das tendências e perspectivas futuras da Negociação Colectiva na Europa. 

A deputada socialista Catarina Marcelino e o representante da DGERT, Rui Abreu, foram os oradores do último painel da manhã que versou sobre a negociação colectiva e a questão da conciliação entre a vida familiar e profissional.

A tarde começou com uma discussão sobre as portarias de extensão e a adesão individual às convenções colectivas de trabalho num painel alargado que contou com a presença do Secretário-geral Adjunto da UGT, Sérgio Monte, do professor da Universidade de Amesterdão, Jelle Visser, e do jurista António Correia.

O último convidado neste debate foi o orador Paulo Feliciano do IEFP, que abordou a questão a negociação colectiva e da formação profissional.

O dia de trabalho terminou com a sessão de encerramento a cargo da Presidente da UGT, Lucinda Dâmaso, e de Reinhard Naumann, da Fundação Friedrich Ebert.

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Fórum TSF: UGT reafirma que os sindicatos continuam a ser o último bastião dos trabalhadores

2019-11-19
Fórum TSF: UGT reafirma que os sindicatos continuam a ser o último bastião dos trabalhadores

O Secretário-geral Adjunto da UGT, Sérgio Monte, em declarações no Fórum TSF sobre o tema "Os sindicatos deixaram de ser importantes?", tendo por base um estudo da OCDE que referia que a taxa de sindicalização em Portugal registou a segunda maior quebra nos últimos 40 anos, reafirmou que os sindicatos serão sempre o último bastião a quem os trabalhadores recorrem na salvaguarda dos seus direitos.

Para o dirigente sindcal, a quebra que sindicalização nacional acompanha a tendência europeia e a desvinculação dos trabalhadores deveu-se em grande parte à ofensiva da Troika durante o período de ajustamento económico financeiro, mas também às novas formas de trabalho muito ligadas à digitalização da economia e à precariedade.

Resta, segundo Sérgio Monte, ao movimento sindical encontrar novas formas de sindicalização e uma aposta clara no sindicalismo de proximidade.

 

Intervenção da UGT e do SINDETELCO foi determinante para alcançar um acordo nos CTT

2019-11-15
Intervenção da UGT e do SINDETELCO foi determinante para alcançar um acordo nos CTT

O papel decisivo do SINDETELCO com uma aposta no diálogo e a intervenção da UGT levaram a que no passado do dia 8 de Novembro fosse alcançado um acordo com os CTT para a revisão da tabela salarial de 2019.

A proposta prevê um aumento de 1,2% para os salários até 1.296,54 euros, de 1,0% para as remunerações entre 1.296,55 euros e 1.926,65 euros, e de 0,8% para o intervalo entre 1.926,66 euros até 2.821,10 euros, com a garantia de um aumento mínimo de 10 euros.

Com este acordo foram também criados 150 novos postos de trabalho. A revisão da tabela salarial acordada será aplicada a todas as empresas do Grupo onde não existe contratação colectiva.

O papel do SINDETELCO foi decisivo na reabertura das negociações anteriormente encerradas a 24 de julho e hoje, dia 14 de Novembro, será assinado o AECTT 2019 e revogado o acordo publicado e assinado apenas por um sindicato pouco representativo.

Comunicado SINTAP - Ações de luta dependerão do resultado das negociações

2019-11-15
Comunicado SINTAP - Ações de luta dependerão do resultado das negociações

Na sequência das reuniões da Comissão Executiva do SINTAP e do Secretariado Nacional da FESAP, bem como da apresentação, em conferência de imprensa, do caderno reivindicativo e do respetivo envio ao Governo, ficou decidido:

- solicitar desde já audiências ao Primeiro-ministro, António Costa, e à Ministra da Modernização do Estado e da Administração Pública (MMEAP), Alexandra Leitão, com vista a tratar de assuntos que neste momento mais preocupam os trabalhadores, com particular enfoque para todas as questões com incidência direta no orçamento do Estado aguardando que essas audiências possam realizar-se antes do final de novembro;

- num momento em que se aguarda também o início do processo de negociação geral anual para a Administração Pública, período durante o qual se pretende apresentar e discutir propostas para encontrar soluções para resolver os problemas dos trabalhadores, não consideramos ser a altura adequada para a adoção de formas de luta mais duras como são as greves, já que nem sequer sabemos quais as posições do Executivo face às matérias que reivindicamos;

- após o início do processo negocial, e logo que sejam conhecidas as respostas do Governo ao documento reivindicativo do SINTAP, serão tomadas as decisões necessárias à defesa dos direitos e das legítimas expetativas dos trabalhadores;

- na ausência de respostas do Executivo face às expetativas dos trabalhadores relativamente a questões tão relevantes como a atualização da posição de ingresso na carreira de assistente operacional, a correção das injustiças salariais que se verificam na carreira de assistente técnico e as atualizações salariais de todos os trabalhadores, serão certamente tomadas medidas no sentido de desencadear as formas de luta consideradas mais adequadas em cada momento, incluindo greves, gerais ou setoriais.