UGT - Comunicados

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2018

UGT reúne com Grupos Parlamentares do PS e PSD

2018-11-22
UGT reúne com Grupos Parlamentares do PS e PSD

Uma delegação da UGT foi recebida pelo Presidente do Grupo Parlamentar do Partido Socialista (PS), Carlos César, em mais um encontro dos vários que a central sindical promoveu junto dos partidos com assento parlamentar no sentido de apresentar as suas propostas relativas ao Orçamento do Estado para 2019.

No final da reunião com o Grupo Parlamentar do PS, o líder da UGT adiantou que recebeu por parte do presidente socialista o compromisso de “analisar” a questão da contagem do tempo de serviço das carreiras especiais da Administração Pública, em que incluem os professores. Uma das preocupações já manifestadas pela UGT por não haver por parte do Governo “uma solução clara e inequívoca”, o que levará a uma imposição por parte do Parlamento caso não exista uma solução negociada com os sindicatos. Neste ponto, Carlos Silva referia-se às várias propostas de alteração do O.E.2019 que, pelo BE e pelo PCP, incluem uma calendarização para a contagem integral do tempo de serviço. Do lado do PSD e do CDS as propostas vão no sentido da imposição de normas que retoma o que foi aprovado no orçamento de 2018 e que forçam o Executivo a voltar à mesa de negociações

Carlos Silva adiantou que “o PS tem a preocupação dos constrangimentos orçamentais, mas reconhece que houve uma recomendação no ano interior. O grupo parlamentar irá analisar de que ponto poderá intervir, há esse compromisso do presidente Carlos César no sentido de perceber até onde podemos ir. É um ponto de interrogação.”

No mesmo dia, a UGT reuniu também com o PSD, tendo sido transmitido ao líder da UGT o reconhecimento de que o tempo de serviço deve ser contabilizado, embora com “responsabilidade de se perceber que impacto terá no orçamento”.

Em matéria fiscal, Carlos Silva salientou que a UGT entende que “deveria ser introduzido mais um escalão no IRS e mexidas nas taxas deste imposto, embora o Governo já tenha manifestado a sua indisponibilidade”.

“Deveria haver responsabilidade social da parte do actual Governo, adotando uma maior progressividade naquilo que é a uma carga fiscal tremenda que afecta os portugueses, sobretudo os cidadãos da classe média”.

O Secretário-geral da UGT manifestou também preocupação em relação à política para o interior do país e dos fundos europeus destinados à formação profissional no próximo quadro comunitário.

No que respeita à evolução do salário mínimo nacional, Carlos Silva deixou críticas ao Bloco de Esquerda por ter incluído essa matéria, com valores específicos de aumento, no acordo de viabilização do governo do partido socialista em novembro de 2015.

“Se calhar, sem acordo, o salário mínimo poderia ir além dos 600 euros. Temos de conseguir ultrapassar este constrangimento. O Bloco de Esquerda quis criar uma bandeira do salário mínimo, que não é a sua e que sempre foi do movimento sindical”, afirmou o líder da UGT.

Notícia baseda na Agência Lusa e Foto da autoria de Jorge Ferreira (P.S)

 

Trabalhadores da CP, EMEF e IP em Greve

2018-11-22
Trabalhadores da CP, EMEF e IP em Greve

Os trabalhadores da CP, EMEF e Grupo Infraestruturas de Portugal (I.P) estarão em greve no próximo dia 7 de Dezembro de 2018.

Esta paralisação convocada pelo SINAFE (Sindicato Nacional dos Ferroviários do Movimento e Afins) e pelo SINTAP (Sindicato dos Trabalhadores da Administração Pública e de Entidades com Fins Públicos), ambos filiados na UGT, e as comissões de trabalhadores e restantes estruturas sindicais destas empresas convergiram nesta luta exigindo o cumprimento dos compromissos assumidos pelo Governo.

As razões comuns são a exigência que em cada uma das empresas se cumpram os acordos firmados e que as negociações decorram, com o objectivo de encontrar resposta para as reivindicações dos trabalhadores, nomeadamente na valorização dos salários.

Leia o comunicado conjunto no link abaixo

UGT desafia CTP a ir além dos 600€ no aumento do SMN

2018-11-20
 UGT desafia CTP a ir além dos 600€ no aumento do SMN

A UGT recebeu hoje na sua sede a Confederação do Turismo de Portugal (CTP) para uma reunião bilateral que visou abordar a actual situação económica e os desafios para o futuro, nomeadamente as questões que preocupam as duas confederações, como as matérias apresentadas no Orçamento do Estado para 2019 e as matérias da negociação e da precariedade no sector do turismo.

No final do encontro o Presidente da CTP, Francisco Calheiros fez um balanço e destacou uma das preocupações actuais da confederação, a questão do novo aeroporto do Montijo e os atrasos na sua abertura, que considerou serem “um forte inibidor para o desenvolvimento da economia”.

Também o Secretário-geral da UGT deixou alguns alertas à delegação da CTP, numa tentativa de sensibilização dos agentes turísticos para a necessidade de combater a precariedade que, na opinião do líder da central sindical, poderá ser feita com a implementação do acordo de concertação social na “maior extensão possível”, com a redução dos contratos a termo.

Carlos Silva desafiou ainda a CTP a ir além dos 600 euros o aumento do salário mínimo nacional em 2019, destacando a disponibilidade já demonstrada pelo Ministro do Trabalho de ir além do valor apresentado no programa do Governo, caso haja entendimento entre os parceiros sociais.

Num recado claro a um dos partidos apoiantes do Governo no Parlamento, Carlos Silva afirmou que os acordos de salário mínimo nacional (SMN) em Portugal “não são efectuados, nem nunca foram no passado, por partidos políticos.”

“Nós não aceitamos a partidarização do SMN, para que os partidos políticos apresentem uma bandeira. Eu lembro que um partido político que subscreveu com o governo do PS o SMN para estes três anos, foi o mesmo partido político e os mesmos dirigentes que castigaram profundamente a UGT em 2014 quando houve um aumento do SMN dos 485€ para os 505€”.

 

Ver fotos (Flickr)

SINDITE lamenta personalização dos processos negociais

2018-11-16
SINDITE lamenta personalização dos processos negociais

O Secretariado Executivo do SINDITE – Sindicato dos Técnicos Superiores de Diagnóstico e Terapêutica, tomou conhecimento de uma nota de imprensa enviada à comunicação social sob o título “Em casa de ferreiro…espeto de pau”, acerca da situação laboral dos trabalhadores do SBSI (Sindicato dos Bancários do Sul e Ilhas) e dos SAMS (Serviços de Assistência Médico-Social).

A referida nota é subscrita pela comissão de trabalhadores do SBSI e por sindicatos, sem identificar quais.

O SINDITE – Sindicato dos Técnicos Superiores de Diagnóstico e Terapêutica, que representa trabalhadores no SBSI, nunca personalizou os processos negociais em que participa.

O SINDITE – Sindicato dos Técnicos Superiores de Diagnóstico e Terapêutica lamenta, apesar de se rever no conteúdo da referida nota de imprensa no que toca às reivindicações nela expressas, referências pessoais ao Presidente da Direção do SBSI, que em nada contribuem para ultrapassar o impasse negocial e desbloquear o processo de revisão do Acordo de Empresa.

Com os melhores cumprimentos,

P´lo Secretariado Nacional

SITESE não personaliza processos negociais

2018-11-16
SITESE não personaliza processos negociais

O Executivo da Direção do SITESE tomou conhecimento de uma nota de imprensa enviada à comunicação social sob o titulo “Em casa de ferreiro…espeto de pau”, acerca da situação laboral dos trabalhadores do SBSI (Sindicato dos Bancários do Sul e Ilhas) e dos SAMS (Serviços de Assistência Médico-Social).

A referida nota é subscrita pela comissão de trabalhadores do SBSI e por sindicatos sem identificar quais.

O SITESE, que representa trabalhadores no SBSI, nunca personalizou os processos negociais em que participa.

O SITESE lamenta, apesar de se rever no conteúdo da referida nota de imprensa no que toca às reivindicações nela expressas, referências pessoais ao Presidente da Direção do SBSI, que em nada contribuem para ultrapassar o impasse negocial e desbloquear o processo de revisão do Acordo de Empresa.

Com os melhores cumprimentos,

Secretariado da Direção