UGT - Comunicados

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2018

Faro recebeu Ciclo de Conferências sobre Educação

2018-03-05
Faro recebeu Ciclo de Conferências sobre Educação

A sala multiusos do Hotel Mónaco, em Faro, recebeu a segunda Conferência do Ciclo de Conferências 2018, que a FNE organiza em conjunto com a UGT, CEFOSAP, ISCTE-IUL, CBS e a UFP, que se vai estender ao Funchal, Évora, Coimbra, Braga, Viseu, Bragança e Lisboa.

Os conferencistas convidados para o evento algarvio que tratou do tema "Educação e Formação para um desenvolvimento sem desigualdades" foram Francisco Marques, Delegado Regional da Educação do Algarve - DSRAL/DGESTE, e Saúl Neves de Jesus, da Universidade do Algarve.(…)

Coube a Carlos Silva, SG da UGT, fechar a sessão de abertura, começando por salientar o facto de a sala ter uma maioria feminina, algo que por aí já contribui para a eliminação de desigualdades. Em seguida relembrou que "antes do 25 de Abril, o Professor era uma figura carismática no país e agora tem-se desvalorizado esse emprego com o objetivo de quanto menos ganharem, melhor. É necessário valorizar as profissões com papéis importantes, sem constrangimentos orçamentais e ir à luta". O SG da UGT chamou ainda a atenção para o tema das escolas no interior: "É necessário combater o fecho de escolas no interior. Como querem fixar populações fechando escolas? Encerrar escolas é matar uma comunidade. O Estado opta por fechar um estabelecimento de ensino para não pagar a um professor para ir dar aulas. Desta forma quem é que quer viver no interior?".

Carlos Silva defendeu ainda a necessidade de ser criada uma política integrada na educação, mas que é necessária vontade política, deixando o aviso de que é preciso "valorizar quem trabalha na educação. Os sindicatos fazem bons trabalhos. E o Governo? Um professor é alguém fundamental para consolidar o futuro", dizendo a fechar que a UGT está pronta para lutar com a FNE na mesa das negociações e, se for necessário, sair à rua.

Leia a notícia na íntegra AQUI

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Greve - SINDEL ao lado dos trabalhadores das lojas EDP

2018-03-02
Greve - SINDEL ao lado dos trabalhadores das lojas EDP

O SINDEL uniu a sua voz à luta dos trabalhadores das lojas EDP, no dia em que se cumpriu um dia de greve nacional pela melhoria das condições de trabalho e por actualizações salariais. Esta paralisação teve uma grande adesão por parte dos trabalhadores, com apenas duas lojas abertas ao público a nível nacional.

O SINDEL, o sindicato mais representativo dos trabalhadores da EDP, lamenta que o Grupo EDP não tenha uma postura de respeito pelos direitos dos trabalhadores que lhes prestam um serviço e que são o seu rosto perante os clientes.

Esta greve foi marcada porque os trabalhadores das lojas da EDP exercem a sua actividade em condições precárias, são contratados por empresas de outsourcing que exercem sobre eles pressões aos mais variados níveis.

A tudo isto acresce o facto de a EDP não estar a cumprir o que há mais de um ano foi iniciado por pressão do SINDEL, mas que não teve continuidade e que se prende com a melhoria das condições de trabalhos destes trabalhadores, nomeadamente no que diz respeito à segurança.

Abaixo leia o comunicado do SINDEL

Nataniel Araújo eleito presidente no III Congresso UGT - Vila Real

2018-02-25
Nataniel Araújo eleito presidente no III Congresso UGT - Vila Real

A UGT-Vila Real realizou este sábado (24 de fevereiro) a sua reunião magna, onde foram eleitos os novos órgãos sociais para o mandato 2018-2022.

Neste III Congresso da UGT-Vila Real, os delegados presentes depositaram a sua confiança em Nataniel Araújo (SBN) para liderar os destinos desta organização sindical.

Aceda aqui à fotogaleria

 

UGT junta a sua voz à luta dos trabalhadores dos CTT

2018-02-24
UGT junta a sua voz à luta dos trabalhadores dos CTT

Os dirigentes da UGT juntaram-se, solidariamente ao SINDETELCO, Comissão de Trabalhadores e restantes organizações sindicais representativas dos trabalhadores dos CTT, na manifestação nacional que juntou no dia 23 de fevereiro, 3500 pessoas em Lisboa.

Em dia de Greve Geral, os trabalhadores contaram com o forte apoio das populações e das autarquias contra uma política da administração dos CTT que, não só coloca em causa centenas de postos de trabalho, com o encerramento de estações e postos dos CTT, como afasta o serviço público universal postal das empresas e das populações, principalmente as do interior de Portugal.

No final da manifestação que levou centenas de pessoas do Marquês do Pombal até à residência oficial do Primeiro-Ministro, as estruturas representativas dos trabalhadores entregaram um documento onde exigiram a reversão da privatização da empresa.

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UGT sensível às preocupações dos trabalhadores e empresários de Oliveira do Hospital

2018-02-23
UGT sensível às preocupações dos trabalhadores e empresários de Oliveira do Hospital

No dia antes do Secretariado Nacional em Oliveira do Hospital, a UGT promoveu um conjunto de encontros com o município e o call-center da Altice, auscultando os principais atores sociais e económicos da região.

No encontro com o Presidente da Câmara Municipal, José Carlos Alexandrino, a delegação sindical, que integrou o presidente da UGT-Coimbra, levou ao executivo camarário as suas preocupações com os trabalhadores da administração local, bem como as preocupações relativamente à perda de centenas de postos de trabalho em várias empresas da região, afetadas pelos incêndios de outubro de 2017.

O encontro com a representação sindical da UGT foi bem vista pelo Presidente da Câmara, que durante a reunião teve oportunidade de expor a situação de retoma económica da região após o flagelo dos incêndios e de se congratular pela postura assumida pela central sindical de sensibilidade social e de aproximação aos problemas das pessoas e das populações.

Durante a tarde, a comitiva sindical deslocou-se ao call-center da Altice e Randstad, que emprega cerca de uma centena trabalhadores em Oliveira do Hospital. Na reunião, o secretário-geral do SINDETELCO, José Arsénio, congratulou-se a instalação desta unidade no interior do país com a criação de postos de trabalho e fixação de populações. Neste encontro a UGT contactou com os trabalhadores e tomou conhecimento das suas condições de trabalho.

O dia terminou com a visita a empresas afectadas pelos incêndios, uma delas dedicada à produção de têxteis que perdeu 15 milhões de euros e que contava com 50 postos de trabalho. Nesta empresa, o Secretário-geral da UGT falou com o empresário que lhe deu conhecimento da situação de discriminação que se sente vítima face aos apoios dados a empresas afectadas pelos fogos de outubro, em relação àquelas que sofreram danos no incêndio de Pedrogão Grande.

Perante esta situação, o Secretário-geral considerou que “não faz sentido tratar uma empresa que ardeu do lado de lá da serra, em junho, com comparticipações do Estado de 85%, e esta neste território apenas com 70%”.

Para o líder da UGT, a diferença de comparticipação no apoio leva a que haja um “grau de desigualdade e discriminação que não faz sentido”, referindo que a central sindical irá “apelar ao Primeiro-Ministro para que haja uma resolução” desta situação. “Nós queremos que os trabalhadores desta empresa voltem ao seu posto de trabalho, e para voltarem aos seus postos de trabalho é preciso comprar máquinas. Apoiaremos os empresários que queiram criar emprego”.

Veja o dia da UGT em Oliveira do Hospital

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