UGT - Comunicados

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2020

CPCS - UGT aguarda por proposta do Governo

2020-01-28
CPCS - UGT aguarda por proposta do Governo

O Governo voltou a reunir-se com os parceiros sociais esta terça-feira para discutir o acordo de médio prazo sobre competitividade e rendimentos, naquela que é a terceira reunião da concertação social sobre o acordo e onde previamente já tinha sido estabelecido pelo Governo o objectivo de aumentos salariais no privado superiores à soma da inflação e da produtividade nos próximos quatro anos, apontando para 2,7% em 2020, 2,9% para 2021 e 2022 e de 3,2% para 2023.

No final da reunião, o ministro do Estado e da Economia e da Transição Digital, Pedro Siza Vieira anunciou que o Governo iria deixar o cair o referencial geral para aumentos de salários e que iria agora apresentar “uma metodologia de fixação anual de referência para actualização dos salários, por sector, tendo em conta a evolução esperada e os ganhos de produtividade e inflação”. 

“Aquilo que precisamos de ter mesmo é uma metodologia que mereça o consenso dos parceiros sociais e que permita depois que, no exercício da liberdade sindical e no exercício da liberdade da negociação coletiva pelas associações patronais e pelas empresas, possamos todos contribuir para a concretização deste objetivo”, defendeu o ministro.

Perante o resultado a reunião, a Presidente da UGT, Lucinda Dâmaso, em declarações aos jornalistas, afirmou que há intenção por parte da central em trabalhar no seguimento da proposta do Governo e espera pela próxima reunião de concertação, agendada para 12 de fevereiro, para perceber como se irá desenvolver o processo. 

“A UGT sempre entendeu que a questão da contração colectiva é fundamental, portanto é dentro da contratação colectiva que deve ser estabelecido o referencial”, acrescentou Lucinda Dâmaso.

Veja as declarações da Presidente da UGT no final da reunião

Carlos Silva vai Directo ao Assunto e aponta o dedo ao primeiro-ministro, acusando-o de deixar a UGT para segundo plano

2020-01-27
Carlos Silva vai Directo ao Assunto e aponta o dedo ao primeiro-ministro, acusando-o de deixar a UGT para segundo plano

O Secretário-geral da UGT foi o convidado do programa Directo ao Assunto da Rádio Observador.

Numa conversa franca e aberta, Carlos Silva falou do actual estado das relações da central com o Partido Socialista, do seu afastamento da liderança da UGT e da unidade na acção dos sindicatos para a greve da Administração Pública do próximo dia 31 de Janeiro.

 

UGT defende a negociação colectiva na Renault em Cacia

2020-01-27
UGT defende a negociação colectiva na Renault em Cacia

Uma delegação da UGT, a convite do SINDEL, esteve no dia 24 de janeiro, em Aveiro, mais concretamente na fábrica da Renault em Cacia, para um encontro com os trabalhadores e representantes da empresa com vista a uma troca de impressões para levar a multinacional do sector automóvel à contratação colectiva.

À saída das reuniões com os trabalhadores e a administração, o Secretário-geral da UGT, Carlos Silva, disse que a contratação colectiva tem força de lei e os acordos directos com a comissão de trabalhadores não, acrescentando que a UGT queria com esta deslocação “que o papel dos sindicatos fosse mais importante dentro destas multinacionais".

Não queremos aqui colocar qualquer patamar entre a comissão de trabalhadores e a administração, só que a negociação colectiva é ela própria uma fonte de direito e os acordos das empresas não”, afirmou.

Em declarações aos jornalistas à saída da Renault, o líder da UGT revelou que recebeu um telefonema a convocar a central para uma reunião com as ministras do Trabalho e da Administração Pública, “o que acontece pela primeira vez”, demonstrando que ficou satisfeito por o Governo ter chamado a UGT para reunir, antes da votação final global do Orçamento do Estado.

"Estamos sempre a tempo de evitar um divórcio, mas tem que haver vontade das partes e a nossa foi hoje revisitada por decisão do Governo, o que foi bom”, acrescentando que "independentemente dos resultados dessa reunião, importa perceber que o movimento sindical, e a UGT em particular, é um parceiro fundamental da Concertação Social".

"Mantenho a expectativa de ser recebido institucionalmente pelo primeiro-ministro, mas há aqui também uma necessidade de distender um pouco a tensão que aconteceu nos últimos tempos", afirmou.

Além do Secretário-geral estiveram presentes na Renault o Secretário-geral Adjunto, Sérgio Monte, o Secretário Executivo, Luís Costa, o Secretário-geral do SINDEL, Rui Miranda, a Presidente da UGT-Aveiro, Margarida Alves, assim como vários dirigentes do sindicato e da união distrital.

 

UGT no XVII Congresso da ANAFRE

2020-01-25
UGT no XVII Congresso da ANAFRE

A UGT esteve representada na sessão solene de abertura do XVII Congresso Nacional da ANAFRE (Associação Nacional de Freguesias), que se realizou nos dias 24 e 25 de janeiro, em Portimão, pelos Secretários Executivos, Carlos Alves e Carlos Moreira.

“Freguesia: Mais próxima e solidária. Mais descentralização!” foi o lema escolhido para transmitir a ideia de coesão territorial, numa lógica de preponderância do papel das freguesias na concretização de políticas de maior proximidade aos cidadãos. 

Neste congresso, que contou com a presença do primeiro-ministro, António Costa, na sessão de abertura, Jorge Veloso substituiu Pedro Cegonho na presidência da ANAFRE.

Greve Administração Pública - UGT reúne com SINDEPOR

2020-01-21
Greve Administração Pública - UGT reúne com SINDEPOR

A UGT, representada pelo seu Secretário-geral, Carlos Silva, pelo Secretário-geral Adjunto, Sérgio Monte, e pelo Secretário Executivo, Luís Costa, reuniu esta tarde com os dirigentes do Sindicato Democrático dos Enfermeiros de Portugal (SINDEPOR) com o objectivo de analisar os problemas no sector da saúde, bem como a participação deste sindicato na luta da Administração Pública do próximo dia 31 de Janeiro.