UGT - Comunicados

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2017

UGT pede respeito pela concertação social

2017-01-13
UGT pede respeito pela concertação social

A UGT sempre foi contra a redução da TSU a pagar pelas empresas no princípio de acordo que no final de Dezembro juntou parceiros sociais para um entendimento que pressupõe o aumento do salário mínimo e outras matérias de contratação colectiva.

É com preocupação que a UGT encara o possível chumbo dos pedidos de apreciação parlamentar do diploma que formaliza a descida da TSU por parte dos partidos à esquerda do Governo e pelo PSD.

Para o líder da UGT esta decisão, já anunciada pelo partido social democrata, coloca em causa a concertação social e o papel dos parceiros sociais. Para Carlos Silva "colocar em causa a redução da TSU é colocar em causa o acordo na sua globalidade".

O líder da UGT estranha que um partido que critica o esvaziamento da concertação social comprometa  agora o esforço alcançado pelos parceiros sociais para alcançar um compromisso.

UGT analisa o Plano Nacional de Reformas no pilar – QUALIFICAÇÃO DOS TRABALHADORES

2017-01-12
UGT analisa o Plano Nacional de Reformas no pilar – QUALIFICAÇÃO DOS TRABALHADORES

A UGT realizou hoje na sua sede uma reunião com os seus sindicatos e organizações associadas (CEFOSAP, CITEFORMA, Associação Agostinho Roseta e Centro de Formação Alimentar da Pontinha) uma reunião com o objectivo de se efectuar uma reflexão sobre o Plano Nacional de Reformas, na área da qualificação dos trabalhadores através da FORMAÇÃO PROFISSIONAL.

Neste encontro os vários intervenientes analisaram o Plano Nacional de Reformas, designadamente o pilar da qualificação dos portugueses e todos os desafios que as áreas da educação, qualificação e formação enfrentam hoje em Portugal. Desde a alocação das verbas deste plano até ao direcionamento das políticas públicas de formação e qualificação, foram vários os temas abordados.

Para a UGT, a educação e a formação sempre mereceram uma atenção muito especial, tendo a nossa Central sindical participado activamente na reforma do ensino secundário, no lançamento das escolas profissionais, na criação do sistema de aprendizagem e no desenvolvimento do sistema de certificações escolares e profissionais.

Acresce a este enquadramento a vontade do Governo de alocar verbas do Portugal 2020 à área da formação profissional, designadamente através dos centros de gestão protocolada do IEFP com os parceiros sociais com assento na CPCS. Tal vontade ficou espelhada no recente acordo de concertação social alcançado no dia 22 de dezembro último, em vias de ser assinado pelos seus subscritores.

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Entrega Diplomas: UGT-Setúbal aposta na valorização de competências

2017-01-05
Entrega Diplomas: UGT-Setúbal aposta na valorização de competências

A UGT- Setúbal entregou hoje, na sede da UGT em Lisboa, diplomas de certificação de Técnico de Relações Laborais a vários formandos dos sindicatos filiados.

Esta foi uma iniciativa pioneira desenvolvida pela união distrital da UGT que em parceria com o CEFOSAP desenvolveram um trabalho porfícuo na  certificação de competências de vários formandos da região de Setúbal.

Assegurar uma efectiva dupla certificação e validação de competências pelos Centros para a Qualificação e o Ensino Profissional (CQEP), sem as interrupções injustificadas do passado recente, apostando sobretudo nos conhecimentos adquiridos em contexto de trabalho, enquanto instrumento essencial e indissociável do reforço da mobilidade e do combate ao desemprego, sempre foi uma das preocupações centrais da UGT.

Esta sessão contou com a presença do Secretário-geral, Carlos Silva, do Presidente da UGT-Setúbal, Rui Godinho, e da Secretária Executiva, Conceição Pinto, do Secretário-geral do SINTAP, José Abraão, do Presidente do SITESE, Luís Azinheira, e do Director do CEFOSAP, Jorge Mesquita, bem como de vários dirigentes sindicais da UGT.

 

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Perspectivas para 2017 - Aprofundar a mudança. Valorizar a concertação social

2017-01-03
Perspectivas para 2017 - Aprofundar a mudança. Valorizar a concertação social

A abertura ao diálogo social que o Governo revelou neste final de 2016 terá, em 2017, de se estender a outros níveis. Um diálogo que se traduza em respostas concretas para sectores como o financeiro, o dos transportes e a administração pública.

Clique no link abaixo e leia na íntegra o artigo do Jornal de Negócios