UGT - Comunicados

Notícias

2018

UGT na luta dos trabalhadores da Infraestruturas de Portugal

2018-03-22
UGT na luta dos trabalhadores da Infraestruturas de Portugal

O Secretário-geral da UGT, juntamente com vários dirigentes sindicais, entre os quais o Secretário-geral do SINTAP, José Abraão, estiveram presentes esta tarde junto dos trabalhadores da Infraestruturas de Portugal (IP), numa concentração frente ao Ministério do Planeamento e das Infraestruturas.

Esta concentração foi a consequência da ausência de resposta do Governo ao pedido de reunião feito pelos sindicatos, onde se pretendia encontrar uma solução para o processo negocial em curso, visando uma atualização salarial, uma vez que os salários são os mesmos desde 2009.

As organizações sindicais esperam encontrar uma solução negociada com a administração que leve à valorização intercalar dos salários e evite o actual conflito ou a realização da greve agendada para o próximo dia 02 de Abril.

Recorde-se que a IP é uma empresa pública que resultou da fusão entre a Rede Ferroviária Nacional – REFER e a EP – Estradas de Portugal.

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Conflito laboral na Infraestruturas de Portugal

2018-03-20
Conflito laboral na Infraestruturas de Portugal

No passado dia 12 de Março os trabalhadores das empresas do universo IP (IP-Infraestruturas; IP-Engenharia; IP-Telecom e IP-Património) estiveram em greve pela exigência do aumento a intercalar dos salários que são os mesmos desde o ano de 2009.

Esta greve ocorreu porque, inexplicavelmente, a administração apresentou-se com uma posição fechada para se encontrar uma solução negociada, tendo como referência o acordo obtido noutra empresa do sector e tutelada pelo mesmo Ministério.

Os Sindicatos reafirmam a sua vontade de encontrar uma solução negociada, que sem prejuízo da continuação das negociações, leve à valorização intercalar dos trabalhadores e reafirmam a proposta feita no passado dia 10.

Na defesa desta proposta vão solicitar uma reunião ao Ministério do Planeamento e das Infraestruturas e ao Presidente do Conselho de Administração da IP para a discutir e encontrar as soluções negociadas que evitem o agravamento do actual conflito e a realização de novas lutas nos tempos próximos.

No caso de não haver respostas num curto espaço de tempo, as organizações sindicais, designadamente o SINTAP, realizarão uma concentração em frente ao Ministério da Tutela, no próximo dia 22 de Março às 14h30, na qual estará presente o Secretário-geral da UGT, Carlos Silva.

Entregaram ainda um novo pré-aviso para a realização de uma nova greve no dia 2 de Abril, caso de todas as diligências e acções a desenvolver não tiverem a resposta à reivindicação de um aumento intercalar dos salários, sem prejuízo da continuação da negociação de toda a contratação colectiva para as empresas do universo IP.

As razões da jornada de luta estão incluídas no Pré-aviso, designadamente:

-    Pelo aumento intercalar dos salários nos termos da proposta sindical;

-    Pela aplicação da Contratação Colectiva a todos os trabalhadores, independentemente da manutenção do vínculo.

UGT-Vila Real - Formação: Prevenção de Incêndios Florestais

2018-03-19
UGT-Vila Real - Formação: Prevenção de Incêndios Florestais

A UGT-Vila Real irá iniciar no próximo mês de Abril uma acção de formação destinada a activos e desempregado sobre Prevenção de Riscos Florestais.

Informações e Inscrições

UGT- Vila Real

Rua Marechal Teixeira Rebelo, nº155

5000-525 Vila Real

email: vilareal@ugt.pt

Telefone: 259372326 

Telemóvel: 927526530

UGT no Açores - Carlos Silva desafia Governo regional para a criação do Conselho Económico e Social

2018-03-18
UGT no Açores - Carlos Silva desafia Governo regional para a criação do Conselho Económico e Social

O Secretário-geral da UGT foi recebido no dia 16 de Março pelo Presidente do Governo Regional dos Açores, Vasco Cordeiro, num encontro onde foram abordados, entre outros temas, a proposta de transformação do Conselho de Concertação Estratégica da região em Conselho Económico e Social.

A proposta já enviada pelo Governo regional ao Parlamento visa transformar o Conselho Regional de Concertação Estratégica – que integra representantes dos trabalhadores, empregadores, sectores das pescas e da agricultura ou autarquias – num órgão mais amplo, tendo sido escutados antes da elaboração da proposta os parceiros sociais da região, nomeadamente a UGT.

No final da reunião em declarações aos jornalistas, Carlos Silva afirmou ter abordado com o líder do executivo açoriano a situação económica e social dos Açores, numa antecipação à temática que seria discutida no seminário organizado pela UGT regional (UGT-Açores) no dia seguinte, dedicado ao tema “Crescimento e emprego: perspetivas de desenvolvimento económico e social nos Açores”.

Já o Presidente do Governo regional salientou após o encontro, a questão da descida da taxa de desemprego nos Açores, lembrando que a taxa se situa agora “bem abaixo dos 9%, em 8,3% no último trimestre de 2017, por comparação aos cerca de 18% no começo de 2017”.

No dia seguinte, o Secretário-geral da UGT participou no seminário organizado pela UGT-Açores, em parceria com a Câmara de Comércio e Indústria dos Açores (CCIA) e com a Federação Agrícola dos Açores (FAA), em Angra do Heroísmo, no qual se pretendeu debater e perspetiva um novo modelo de desenvolvimento económico e social para os Açores, visando a atração de investimento, a criação de empresas e de emprego.

Durante o seminário, Carlos Silva insistiu na questão da implementação do Conselho Económico e Social na Região, bem como a Comissão Permanente de Concertação Social, afirmando que “é tempo de dar corda aos sapatos e dar lugar à sociedade civil para poder intervir, sendo parceiros, de corpo inteiro, junto do Governo regional, entre sindicatos e trabalhadores”.

Realçou ainda que os sindicatos “não são contra os empresários”, mas sim a favor dos trabalhadores, referendo que “queremos que os trabalhadores, neste país, tenham condições de trabalho, trabalho digno, com salários bem remunerados”.

EDP Tabela Salarial 2018 - SINDEL chega a acordo

2018-03-15
EDP Tabela Salarial 2018 - SINDEL chega a acordo

Lutando contra tudo e contra todos, foram finalmente criadas condições para que o SINDEL desse o seu acordo de princípio no processo de atualização salarial da EDP para 2018.

O acordo agora estabelecido – cujos valores se situam (com o arredondamento) na margem negocial do mandato que o Plenário de dirigentes e delegados sindicais nos tinha conferido – só foi possível em resultado da posição intransigente da Comissão Negociadora do SINDEL, que se recusou a aceitar as propostas “finais” da EDP que aparentemente recolhiam contentamentos outrora insuspeitáveis.

Mais uma vez é o SINDEL a lutar até ao fim, apoiado por muito poucos, pelos seus objetivos e pelas legítimas expectativas dos trabalhadores!

Leia no link abaixo o comunicado do SINDEL