UGT - Comunicados

Notícias

2018

Vânia Ferreira eleita Presidente da UGT-Lisboa

2018-11-24
Vânia Ferreira eleita Presidente da UGT-Lisboa

A UGT-Lisboa realizou este sábado o seu III Congresso que elegeu mais uma mulher para comandar os trabalhos na união distrital. A eleita foi a jovem Vânia Ferreira, do Sindicato dos Bancários do Sul e Ilhas (SBSI).

No encerramento dos trabalhos, o Secretário-geral da UGT, Carlos Silva, desafiou a nova liderança da união a olhar para o distrito e promover a sindicalização.

Alertou ainda para a premência de se acudir às necessidades de qualificações dos portugueses, reafirmando os alertas deixados nas reuniões com os grupos parlamentares de que o Governo tem de ter uma posição assertiva na negociação dos fundos comunitários de apoio, não permitindo que se continue a cativar os apoios destinados às qualificações dos trabalhadores portugueses.

Dos novos órgãos eleitos destaque para a recondução de Manuel Camacho, agora para a presidência da Mesa do Congresso e Conselho Geral e de Paulo Alexandre, do SBSI, para presidente do Conselho Fiscalizador de Contas.

Além do Secretário-geral da UGT, Carlos Silva, estiveram também presentes no congresso distrital o Secretário Executivo e Tesoureiro, Joaquim Mendes Dias, e a Secretária Executiva, Paula Viseu. 

FOTOS

Intervenção da Secretário-geral Adjunta da UGT, Dina Carvalho, em representação da Presidente da UGT

Discurso do Presidente da UGT- Lisboa, Manuel Camacho, na sessão de abertura do III Congresso, naquela que foi a sua última intervenção enquanto presidente após 8 anos à frente da união distrital.

Discurso da Presidente eleita da UGT-Lisboa, Vânia Ferreira, na sessão de encerramento do III Congresso.

Discurso do Secretário-geral da UGT, Carlos Silva, na sessão de encerramento do III Congressso da UGT-Lisboa.

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SINDEPOR em Greve Cirúrgica

2018-11-23
SINDEPOR em Greve Cirúrgica

Pelo não cumprimento das leis e pela ausência de proposta digna para a carreira de enfermagem, o SINDEPOR em representação dos seus associados, foi forçado a agravar as suas formas de protesto, assumindo uma Greve Cirúrgica, que se foca nos 5 maiores centros hospitalares do país, que se iniciou no dia 22 de Novembro e poderá estender-se até ao último dia deste ano, caso o Ministério da Saúde não considere olhar para os enfermeiros com o respeito que merecem, reconhecendo a qualidade imprescindível da sua prática no contexto do SNS.

O SINDEPOR, desde que se constituiu sempre anunciou que privilegiava o diálogo e a negociação como forma de defender a classe profissional de enfermagem, assim como na resolução dos seus problemas.

Esses problemas são evidentes, quer no que respeita às atuais condições de trabalho, porque não respeitam as dotações seguras que permitam cuidados com a qualidade e segurança necessária aos utentes, nem a devida valorização dos profissionais que os praticam.

Tudo o que os enfermeiros exigem resume-se a melhores condições de trabalho, com reforço do investimento no sector da saúde, uma carreira especial que os dignifique e o cumprimento integral da legislação no que respeita ao descongelamento das progressões e atribuição do subsídio de função a todos os enfermeiros especialistas.

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SINTAP - Greve ao trabalho suplementar nos hospitais EPE

2018-11-23
SINTAP - Greve ao trabalho suplementar nos hospitais EPE

Mais de cinco meses após a sua assinatura, verificamos hoje que continuam a não ser cumpridos os Acordos Coletivos de Trabalho celebrados tendo em vista a equiparação do regime laboral dos trabalhadores com Contrato Individual de Trabalho (CIT) dos hospitais EPE ao regime laboral dos colegas com Contrato de Trabalho em Funções Públicas (CTFP), e que os limites legais estipulados para o trabalho suplementar continuam a não ser respeitados, em grande medida devido à falta de pessoal que é transversal a todos os serviços do setor da Saúde.

O SINTAP não pode também deixar de frisar os casos especialmente graves e preocupantes dos trabalhadores a quem pura e simplesmente foi aplicado o horário de trabalho de 35 horas com redução salarial sem que, considerando a data inicial do contrato, lhes tenha sido feita a reconstituição da posição remuneratória em que estariam atualmente caso fossem inicialmente contratados em regime de CTFP, bem como o direito de optarem pela situação que considerem ser para eles mais favorável.

Esta situação tornou-se absolutamente incomportável para os trabalhadores de ambos os regimes laborais, constituindo violações grosseiras dos seus direitos com graves consequências para a vida profissional e familiar de cada um, pelo que o SINTAP emitiu um pré-aviso de Greve ao trabalho suplementar válido de 8 de dezembro de 2018 a 30 de abril de 2019.

Leia o comunicado do SINTAP na íntegra no link abaixo

Assinado Acordo de Empresa entre o SINDEL e a GLOBALEDA

2018-11-23
Assinado Acordo de Empresa entre o SINDEL e a GLOBALEDA

Como corolário de um trabalho intenso e valoroso entre os responsáveis da empresa e os representantes dos trabalhadores, o SINDEL assinou no dia 22 de novembro de 2018, em Ponta Delgada um Acordo de Empresa - AE com a GLOBALEDA - Telecomunicações e Sistemas de Informação, SA.

A assinatura do AE é um marco importante na história da relação entre a empresa e os seus trabalhadores, que durante largos anos aguardaram esta possibilidade com muita expectativa.

O novo instrumento de regulação das relações laborais na GLOBALEDA “responde às pretensões dos trabalhadores, às necessidades de organização em matéria de Recursos Humanos e acautela a sustentabilidade e estabilidade futura da empresa, preservando o seu carácter competitivo”, diz a empresa – e o SINDEL corrobora. A GLOBALEDA, do Grupo EDA - Eletricidade dos Açores, foi criada em 1997 e conta atualmente com cem trabalhadores.

É uma empresa de base tecnológica na área da engenharia de sistemas de informação e telecomunicações.

FESAP - Carta aberta ao Primeiro-Ministro

2018-11-22
FESAP - Carta aberta ao Primeiro-Ministro

A FESAP enviou esta manhã ao Primeiro-ministro, António Costa, uma carta aberta sobre a Negociação Geral Anual na Administração Pública.

Leia a carta na íntegra no link abaixo