UGT - Comunicados

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2018

UGT debate os Fundos de Pensões e a sua criação ao nível da Negociação Colectiva

2018-04-11
UGT debate os Fundos de Pensões e a sua criação ao nível da Negociação Colectiva

A UGT realizou nos dias 10 e 11 de Abril, uma acção de sensibilização destinada a negociadores sindicais subordinada ao tema “Fundo de Pensões e a sua Criação ao Nível da Negociação Coletiva” na qual foi abordada a importância dos regimes complementares, individuais ou coletivos, na sustentabilidade futura do sistema de Segurança Social, dando especial enfoque ao Regime Previdencial, normalmente designado como Regime Contributivo.

O primeiro dia foi essencialmente dedicado à experiência sindical existente nesta área, e às perspectivas que as entidades gestoras dos fundos de pensões detêm relativamente à gestão e ao futuro funcionamento destes regimes complementares.

Num primeiro painel, composto pelos Presidentes e Secretários Gerais da área Financeira e do Sector Empresarial do Estado, foram abordadas as suas experiencias ao nível da negociação colectiva nomeadamente quanto ao processo de criação, funcionamento e gestão destes regimes complementares nos respectivos sectores.

No dia 11, os oradores convidados abordaram os vários modelos de repartição e de capitalização conhecidos na Europa, para o regime de pensões, assim como as vantagens e vicissitudes do nosso Regime Previdencial, sobretudo na ótica da sua sustentabilidade futura.

Esta acção pretendeu ser a base para uma reflexão mais profunda sobre os caminhos e linhas orientadoras no sentido do reforço estrutural do sistema de Segurança Social, e do aprofundamento, adequação e diversificação das suas fontes de financiamento, e de uma proteção social mais justa e eficaz, ajustada às novas realidades sociais.

Esta foi uma iniciativa realizada no âmbito do POISE, visando a promoção da sustentabilidade e a qualidade do emprego.

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UGT-Portalegre reclama apoios aos trabalhadores da ROBCORK

2018-04-11
UGT-Portalegre reclama apoios aos trabalhadores da ROBCORK

Os territórios de baixa densidade populacional, como é o caso do Distrito de Portalegre, devem ter por parte das entidades que tutelam a atividade económica uma atenção e discriminação positiva na apreciação das situações que têm acontecido.

O encerramento de empresas nestes territórios causa sempre situações de mau estar social associado ao desemprego, principalmente, das faixas etárias mais altas com poucas possibilidades de inserção no mercado de trabalho.

A formação para outras competências, para possíveis ofertas de trabalho, é um objetivo da UGT-Portalegre, cumprindo assim a sua missão de apoio aos trabalhadores.

Leia no link abaixo a moção da UGT-Portalegre

Secretário Geral da UGT visita maior produtora mundial de caiaques e a empresa Procalçado

2018-04-10
Secretário Geral da UGT visita maior produtora mundial de caiaques e a empresa Procalçado

Uma delegação da UGT (União Geral dos Trabalhadores), liderada pelo secretário-geral, Carlos Silva, em conjunto com o secretário-geral do SINDEQ (Sindicato das Industrias e Afins), Osvaldo Pinho, entre outros dirigentes sindicais, visitou as instalações da empresa "Nelo" em Vila do Conde.

"A Nelo aposta na contratação sem termo, combatendo a precariedade e pagando aos seus trabalhadores salários acima do setor. Seria bom que todas as empresas fossem assim. Gostamos de conhecer estes bons exemplos que esperámos que possam ser replicados em outros setores", afirmou Carlos Silva, da UGT

O secretário-geral da central sindical confessou-se "surpreendido" pela trabalho conjunto, feito entre a empresa e o Instituto de Emprego e Formação Profissional, na valorização das competências dos seus funcionários, apontando ser um bom exemplo "na qualificação dos trabalhadores".

"Isto desmitifica a ideia que faltam trabalhadores qualificados no nosso país. A Nelo percebeu que os trabalhadores quando estão motivados trabalham, valorizando-os com integração, formação e boa remuneração. Temos de, em Portugal, manter esta guerra pela valorização dos trabalhadores e pelo combate à precariedade", vincou Carlos Silva.

No segundo dia, o Secretário-geral da UGT deslocou-se a Vila Nova de Gaia, a uma empresa de fabrico de componentes para calçado, onde esteve reunido com a administração e em contacto directo com as preocupações dos trabalhadores.

Estas visitas englobam-se na política de proximidade que a central sindical UGT pretende desenvolver junto dos trabalhadores portugueses.

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INFO UGT - MAR. 2018

2018-04-09
INFO UGT - MAR. 2018

A edição n.5 da revista digital da UGT - INFO UGT - já está disponível para consulta.

 

 

Daniel Matos é o novo Presidente da UGT-Castelo Branco

2018-04-07
Daniel Matos é o novo Presidente da UGT-Castelo Branco

O III Congresso da UGT-Castelo Branco, que se realizou este sábado, dia 7 de Abril, no Hotel Rainha D. Amélia elegeu Daniel Matos como o novo Presidente da união distrital.

Este congresso contou com a presença do Secrertário Geral Adjunto da UGT, Luís Correia, que fez a abertura dos trabalhos, e do Secretário-geral da UGT, Carlos Silva, na sessão de encerramento, assim como do Presidente da Câmara Municipal de Castelo Branco, entre outros convidados da área político-sindical.

No discurso de tomada de posse, o recém-eleito Presidente da união distrital afirmou que no seu mandato “o objectivo é local e distrital, combater a precariedade no distrito, tentar ajudar as entidades a fomentar mais emprego no distrito para que os jovens se mantenham por cá. São esses os desafios.”

O novo presidente, dirigente do SBSI, acrescentou que os sectores da agricultura, da banca e da educação terão especial atenção neste mandato, embora Daniel Matos não queira restringir a actuação a estas áreas. “Temos sempre a preocupação de ter uma diversidade de sindicatos e conseguir abranger a maior parte dos setores. Foi isso que aconteceu no anterior secretariado e o que acontecerá agora neste. É fundamental que eles nos tragam os problemas que existem em todos os setores, para nós podermos atuar”, adiantou.

A sessão de encerramento contou com a intervenção do Secretário-geral da UGT, na qual reforçou a importância da representação da UGT a nível distrital.

“As UGTs regionais foram uma grande conquista no Congresso Nacional, em 2009. Apesar de sermos um país pequeno, temos muitas desigualdades e assimetrias. O Interior foi esquecido. Precisamos de uma UGT forte em Castelo Branco, que saiba falar com toda gente e esteja de mãos dadas com o poder local”, afirmou.

Carlos Silva defendeu que os portugueses têm de “reconquistar aquilo que perderam” e que as empresas têm de “pagar salários dignos”. O líder sindical criticou a postura dos Sindicatos entre 2011 e 2015, quando o país esteve sobre intervenção internacional, e que isso prejudicou a forma como os mais jovens olham para o setor sindical.

O Secretário-Geral da UGT deu o exemplo internacional para explicar como o setor sindical funciona mal em Portugal.

“O Luxemburgo, o Brasil, Espanha têm várias centrais sindicais e não as vejo atacarem-se umas às outras. Estão juntas na rua pela defesa dos trabalhadores. Isto em Portugal é impossível. Há uma desvalorização da UGT, mas há muitos setores que só querem negociar connosco e os outros Sindicatos vão a reboque”, concluiu.

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