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2020

António Costa: "Agora é a fase de os bancos ajudarem"

2020-03-19
António Costa: "Agora é a fase de os bancos ajudarem"

O primeiro-ministro afirmou esta quinta-feira que esta "é a fase de os bancos ajudarem" a economia, nomeadamente através de moratórias no pagamento de capital e juros de empréstimos, retribuindo o suporte à sua atividade que lhes foi dado pela comunidade.

No final do Conselho de Ministros que aprovou esta quinta-feira as medidas para concretizar o estado de emergência decretado na quarta-feira pelo Presidente da República, o primeiro-ministro foi questionado sobre a adesão dos bancos à possibilidade de ser constituída uma moratória de capital e juros, de forma a aliviar a tesouraria das empresas, confrontadas com quebra de atividade por causa do surto do Covid-19.

(In Correio da Manhã)

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Covid-19 - Carlos Silva gostava de ver mais medidas para as famílias

2020-03-18
Covid-19 - Carlos Silva gostava de ver mais medidas para as famílias

O Secretário Geral da UGT avaliou no Fórum TSF as medidas apresentadas pelos Ministros das Finanças e da Economia, Mário Centeno e Pedro Siza Vieira.

O líder da central sindical gostava de ver as medidas para as famílias com a mesma relevância que foi dada às empresas, sem serem os trabalhadores a pagarem pela crise: "Muitos empregadores estão a colocar em cima dos trabalhadores a tónica e o ónus das suas responsabilidades. Isto é quase um lava mãos."

TVI 24 - UGT preocupada com os reflexos desta pandemia

2020-03-18
TVI 24 - UGT preocupada com os reflexos desta pandemia

O Secretário Geral da UGT, Carlos Silva, considera que a economia não pode parar e mostra preocupação quanto aos reflexos desta crise, afirmando ainda que podem ser tomadas mais medidas por parte do Estado, deixando, no entanto, uma palavra de confiança para todos os portugueses.

RR - Coronavírus. Ajuda às empresas “é um esforço considerável”, mas acesso tem de ser simplificado

2020-03-18
RR - Coronavírus. Ajuda às empresas “é um esforço considerável”, mas acesso tem de ser simplificado

O secretário-geral da União Geral de Trabalhadores (UGT), Carlos Silva, reconhece que o novo pacote de ajuda financeira às empresas, para enfrentar as consequências do coronavírus, “é um esforço considerável”.

“Para o esforço do país é realmente um esforço considerável, três mil milhões”, diz à Renascença o sindicalista. No entanto, acrescenta, pode não ser o suficiente.

“É fundamental que a economia continue a funcionar e para a economia funcionar é fundamental que os empregos sejam preservados”, sublinha.

Por isso, diz Carlos Silva, o executivo deve munir-se de uma “bazuca financeira”, recorrendo, por exemplo, “à disponibilidade da presidente da Comissão Europeia e do próprio Banco Central Europeu e do Eurogrupo em reforçarem o apoio aos estados da União Europeia, com mais uma injeção financeira”.

Carlos Silva alerta ainda para os riscos de virem a ser desrespeitados direitos dos trabalhadores. “Temos conhecimento que há empresas que vão deixar de laborar, já estão paradas, há ‘lay offs’ que podem eventualmente até ser abusivos e entrarem em esquemas que violem os direitos dos trabalhadores - imposição unilateral das férias, ‘lay offs’ abusivos, despedimentos coletivos, suspensão dos seus vínculos”, enumera.

(Fonte: Rádio Renascença)

Parceiros sociais apoiam a declaração do estado de emergência

2020-03-18
Parceiros sociais apoiam a declaração do estado de emergência

A emergência COVID-19 criou uma situação grave, de âmbito global, que só pode ser resolvida com respeito e reforço da cooperação internacional. A Declaração Conjunta, de 16 de março, dos parceiros europeus representados no Comité Económico e Social Europeu, apelando à conjugação de esforços, manifesta confiança nas medidas adotadas ou em preparação pela União Europeia e testemunha a unidade de ação, essencial neste momento crítico e de desfecho ainda imprevisível.

Consulte o documento no link abaixo