UGT - Comunicados

Notícias

2019

UGT recebe missão do FMI

2019-05-11
UGT recebe missão do FMI

A UGT recebeu na sua sede, no dia 10 de Maio, uma missão técnica do Fundo Monetário Internacional (FMI), denominada “Artigo IV”, que com uma frequência anual efectua o acompanhamento e monitorização das economias dos seus membros.

Nesta reunião estiveram em cima da mesa as questões relacionadas com o mercado de trabalho, a negociação colectiva, o salário mínimo e as desigualdades de género.

Em representação do FMI estiveram Alfredo Cuevas, Alex Pienkowski, André Santos, Koralai Kirabaeva e Mesmin Koulet-Vickot. Já a UGT fez-se representar neste encontro pelo seu Secretário-geral, Carlos Silva, pelos Secretários-gerais Adjuntos, Sérgio Monte, Dina Carvalho e Paula Bernardo, pelo Secretário Executivo, Carlos Alves e pela Secretária Internacional, Catarina Tavares.

FNE não deixará cair a bandeira da recuperação do tempo de serviço dos professores

2019-05-10
FNE não deixará cair a bandeira da recuperação do tempo de serviço dos professores

Convidado do Bom Dia Portugal, na RTP, o Secretário-geral da Federação Nacional de Educação (FNE), João Dias da Silva, reafirmou que não desistirá de lutar pela recuperação total do tempo de serviço congelado dos docentes.
Para o dirigente sindical caso esta sitação não ocorra nesta legislatura, a FNE não baixará os braços e numa próxima legislatura, com um novo governo continuará a luta.
Recorde-se que o Parlamento vota hoje o texto final relativo às apreciações parlamentares do BE, PCP e PSD sobre o tempo de carreira dos professores.

(Fonte:RTP)

 

SINTAP quer aumentos salariais, correcção das injustiças e revisão das carreiras gerais

2019-05-10
SINTAP quer aumentos salariais, correcção das injustiças e revisão das carreiras gerais

O Secretariado Nacional do SINTAP, reunido em Lisboa, a 10 de maio de 2019, após análise da atual situação político-sindical, considera que a inversão da política salarial e da política de carreiras para a Administração Pública está muito aquém do que é expectável e justo para os trabalhadores.

As medidas que os sucessivos governos têm adotado para a Administração Pública representam um total desprezo pelo valor das funções essenciais do Estado e do trabalho de quem as executa e representam uma inaceitável violação do direito à carreira e à progressão na mesma, uma vez que o tempo de serviço e a experiência acumulada são cada vez menos relevantes para efeitos de valorização salarial ou de progressão nas carreiras.

O SINTAP não aceita que o esforço feito pelos trabalhadores durante o período de congelamento salarial e de progressão nas carreiras seja premiado com um “apagão”, total ou parcial, do seu tempo de serviço, como aconteceu recentemente com os assistentes operacionais.

Leia na íntegra da Resolução do Secretariado Nacional do SINTAP

Debate TSF - Secretário-geral da UGT no Olhe que Não

2019-05-09
Debate TSF - Secretário-geral da UGT no Olhe que Não

Participação do Secretário-Geral da UGT Portugal, Carlos Silva no programa Olhe que Não da TSF, onde foi debatido "Quem defende melhor os trabalhadores: os sindicatos tradicionais ou os novos sindicatos?"

Clique para ouvir o Programa

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Eleições Europeias - UGT exorta candidatos a defenderem o Pilar Europeu dos Direitos Sociais

2019-05-09
Eleições Europeias - UGT exorta candidatos a defenderem o Pilar Europeu dos Direitos Sociais

"Quero lembrar aos trabalhadores e às trabalhadoras do nosso país que há eleições para o Parlamento europeu no próximo dia 26 de Maio.

A democracia deu-nos o direito ao voto.

Não o desperdicemos.

A Europa tem sido a grande responsável por atingirmos um patamar de desenvolvimento, desde a nossa adesão em 1986.

Se temos infra-estruturas que atravessam todo o território nacional e modernizámos a nossa economia e os nossos padrões de qualidade de vida, muito o devemos à nossa integração europeia.

E hoje, quando o poder económico esmaga os direitos sociais, quando obriga a cortar salários para salvar Bancos (mesmo que estes se atrevam a proceder a aumentos salariais na ordem dos 0,75% em média, com a apresentação de lucros de milhões de euros), quando pagamos todos algum desvario cometido por anteriores Governos, a verdade é que a imagem de Portugal hoje no mundo é, apesar de tudo, bem mais positiva.

Por isso a UGT exorta os partidos políticos candidatos às eleições europeias a valorizarem e a defenderem o Pilar Europeu dos Direitos Sociais, onde emerge a necessidade de podermos “desligar do trabalho”, de conciliar a vida profissional com a vida pessoal e privada, onde as questões sociais, tão assentes no modelo social europeu, não sejam uma mera miragem do que este já foi, mas seja um novo ponto de chegada, para fixar os direitos dos cidadãos europeus e identificá-los com esta Europa em que, apesar das vicissitudes que tem vivido nos últimos anos, continuamos a acreditar.

Exortamos os partidos políticos a acompanharem o movimento sindical europeu na fixação de um salário mínimo europeu, também com o objectivo de uniformizar este patamar de dignidade a todos os trabalhadores europeus, independentemente do país onde se encontrem a trabalhar e a receber o seu salário.

Acreditamos na Europa enquanto espaço de Paz e de convívio entre 400 milhões de cidadãos. Na Europa sem fronteiras, solidária, coesa e forte na defesa dos seus cidadãos e das suas Nações, como a imaginou Jacques Delors e outros visionários da construção europeia.

A UGT apela à mobilização dos portugueses para estas eleições europeias de 26 de Maio.

A UGT sempre se bateu pela Europa e pela nossa integração.

Continuamos a ser seus fiéis adeptos.

E para a melhorar temos de continuar a lutar por ela. Não deixemos aos outros o que nos cabe a todos e a cada um de nós fazer."

Carlos Silva

Secretário-geral da UGT

(In 1º Maio UGT em Braga)