UGT - Comunicados

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2020

UGT defende a negociação colectiva na Renault em Cacia

2020-01-27
UGT defende a negociação colectiva na Renault em Cacia

Uma delegação da UGT, a convite do SINDEL, esteve no dia 24 de janeiro, em Aveiro, mais concretamente na fábrica da Renault em Cacia, para um encontro com os trabalhadores e representantes da empresa com vista a uma troca de impressões para levar a multinacional do sector automóvel à contratação colectiva.

À saída das reuniões com os trabalhadores e administração, o Secretário-geral da UGT, Carlos Silva, disse que a contratação colectiva tem força de lei e os acordos directos com a comissão de trabalhadores não, acrescentando que a UGT queria com esta deslocação “que o papel dos sindicatos fosse mais importante dentro destas multinacionais".

Não queremos aqui colocar qualquer patamar entre a comissão de trabalhadores e a administração, só que a negociação colectiva é ela própria uma fonte de direito e os acordos das empresas não”, afirmou.

Em declarações aos jornalistas à saída da Renault, o líder da UGT revelou que recebeu um telefonema a convocar a central para uma reunião com as ministras do Trabalho e da Administração Pública, “o que acontece pela primeira vez”, demonstrando que ficou satisfeito por o Governo ter chamado a UGT para reunir, antes da votação final global do Orçamento do Estado.

"Estamos sempre a tempo de evitar um divórcio, mas tem que haver vontade das partes e a nossa foi hoje revisitada por decisão do Governo, o que foi bom”, acrescentando que "independentemente dos resultados dessa reunião, importa perceber que o movimento sindical, e a UGT em particular, é um parceiro fundamental da Concertação Social".

"Mantenho a expectativa de ser recebido institucionalmente pelo primeiro-ministro, mas há aqui também uma necessidade de distender um pouco a tensão que aconteceu nos últimos tempos", afirmou.

Além do Secretário-geral estiveram presentes na Renault o Secretário-geral Adjunto, Sérgio Monte, o Secretário Executivo, Luís Costa, o Secretário-geral do SINDEL, Rui Miranda, a Presidente da UGT-Aveiro, Margarida Alves, assim como vários dirigentes do sindicato e da união distrital.

 

UGT no XVII Congresso da ANAFRE

2020-01-25
UGT no XVII Congresso da ANAFRE

A UGT esteve representada na sessão solene de abertura do XVII Congresso Nacional da ANAFRE (Associação Nacional de Freguesias), que se realizou nos dias 24 e 25 de janeiro, em Portimão, pelos Secretários Executivos, Carlos Alves e Carlos Moreira.

“Freguesia: Mais próxima e solidária. Mais descentralização!” foi o lema escolhido para transmitir a ideia de coesão territorial, numa lógica de preponderância do papel das freguesias na concretização de políticas de maior proximidade aos cidadãos. 

Neste congresso, que contou com a presença do primeiro-ministro, António Costa, na sessão de abertura, Jorge Veloso substituiu Pedro Cegonho na presidência da ANAFRE.

Greve Administração Pública - UGT reúne com SINDEPOR

2020-01-21
Greve Administração Pública - UGT reúne com SINDEPOR

A UGT, representada pelo seu Secretário-geral, Carlos Silva, pelo Secretário-geral Adjunto, Sérgio Monte, e pelo Secretário Executivo, Luís Costa, reuniu esta tarde com os dirigentes do Sindicato Democrático dos Enfermeiros de Portugal (SINDEPOR) com o objectivo de analisar os problemas no sector da saúde, bem como a participação deste sindicato na luta da Administração Pública do próximo dia 31 de Janeiro.

 

Secretário-geral da UGT no Gente que Conta

2020-01-20
Secretário-geral da UGT no Gente que Conta

Veja a entrevista ao Secretário-geral da UGT no programa Gente que Conta do Porto Canal, com o jornalista Paulo Baldaia.

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Fórum TSF - Regulação da organização do tempo de trabalho deve ser feita pela negociação colectiva

2020-01-15
Fórum TSF - Regulação da organização do tempo de trabalho deve ser feita pela negociação colectiva

A UGT considera que a valorização dos salários é um tema prioritário, num país de baixos salários e em que a riqueza gerada não se tem traduzido em aumentos salariais significativos, mas considera que a questão da organização do tempo de trabalho sempre foi um ponto central na agenda do movimento sindical.

Em declarações para o Fórum TSF, Carlos Alves, Secretário Executivo da UGT considera que as soluções que estão a ser testadas são pontuais, mas merecem ser seguidas atentamente. O papel da regulação destas matérias deve, em primeira linha, ser assumido pela negociação colectiva, uma vez que esta se assume como a forma mais adequada para encontrar soluções específicas para empresas e sectores.

Para a UGT, a negociação colectiva deve assumir o papel primordial no teste aos novos exemplos europeus, mas reafirmou também o importante papel que a negociação colectiva assume já hoje na regulação dos tempos de trabalho, com soluções igualmente inovadoras.

O dirigente sindical afirma ainda que, em comparação com os restantes países europeus, os portugueses são os que trabalham mais horas, o que se deve a um conjunto de factores como os baixos salários ou a gestão do tempo de trabalho feita nas nossas empresas, com impactos adversos na saúde e bem-estar dos trabalhadores, mas também em políticas estruturantes como são os casos da conciliação, da natalidade ou do envelhecimento activo.

“Temos de olhar com outros olhos para aquilo que é o tempo de trabalho e a gestão do tempo de trabalho em Portugal e operar uma mudança de mentalidade, com a clara consciência que nem sempre o maior número de horas trabalhadas leva a maior produtividade ou melhores resultados”, afirmou.

(Fonte:TSF)