UGT - Comunicados

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2018

UGT-Braga na apresentação do projecto DesPreConceito

2018-12-01
UGT-Braga na apresentação do projecto DesPreConceito

A UGT – Braga foi convidada para participar, no dia 30 de novembro, na apresentação do projeto DesPreConceito. Este projeto é um projeto da Geração Tecla.E6G, financiado no âmbito do Programa Escolhas e promovido pela Juventude da Cruz Vermelha Portuguesa de Braga.

O projeto visa a reconstrução dos conceitos criados sobre as comunidades ciganas.

Este projeto, que contou com a parceria de Os Tais do Vídeo e o apoio da professora Maria José Casanova, surge do trabalho desenvolvido pela equipa do GT.E6G, no âmbito da atividade Oficinas de Fotografia e Vídeo, com o Grupo de Jovens Ativos Ciganos de Braga e concretizou-se de uma forma bastante participativa.

Com o grupo de jovens, ao longo de vários encontros, fizemos um levantamento das frases e expressões que frequentemente ouvem sobre o modo de vida dos ciganos. Depois de identificadas várias situações, que indicam preconceito e falta de informação por parte da sociedade maioritária, foram selecionados seis preconceitos que ocorrem com mais frequência.

Num segundo momento, os jovens construíram pequenos guiões que demonstram as situações que vivem e representaram-nos.

Paralelamente, fez-se um resumo de dados concretos e de informações sobre a história e cultura cigana com o objetivo de clarificar e ajudar a desconstruir os preconceitos existentes.

Assim surgem os seis vídeos de DesPreConceito que serão disponibilizados nas redes sociais e poderão ser utilizados como recursos em sessões formativas e informativas sobre História e Cultura Cigana.

Sendo o preconceito uma ideia prévia sobre uma pessoa ou um grupo de pessoas construída com base na informação existente, e percebendo que há pouca informação disponível sobre história e cultura cigana, entendemos que é importante disponibilizar mais informação, para que os conceitos possam ser actualizados. Assim, DesPreConceito visa a reconstrução dos conceitos criados sobre as comunidades ciganas.

Ver fotos (Flickr)

Secretariado Nacional: UGT considera que O.E.2019 é insuficiente para os trabalhadores

2018-11-30
Secretariado Nacional: UGT considera que O.E.2019 é insuficiente para os trabalhadores

A UGT aprovou no dia 29 de Novembro na reunião de Secretariado Nacional realizada em Seia, uma resolução na qual determina que o Orçamento do Estado para 2019, cuja aprovação na Assembleia da República teve lugar no mesmo dia, é insuficiente para os trabalhadores, porque não corresponde às expectativas criadas pelo Governo.

No documento pode ler-se que “este é um O.E. que, contendo muitas medidas que merecem a nossa concordância, como por diversas vezes já tivemos oportunidade de o afirmar, foi elaborado e discutido num contexto económico e orçamental que tem conhecido progressos significativos, mas em que as expectativas dos trabalhadores, tendo sido colocadas em alta pelo próprio Governo, estão longe de ser respondidas”.

Para a central sindical, o O.E. deveria ter reforçado os níveis de investimento público, para garantir a manutenção da rota de crescimento sustentado da economia e do emprego, pelo que considera que “não se entende a manutenção dos níveis insustentáveis de carga fiscal sobre os rendimentos do trabalho e um controlo orçamental apertado à custa das condições de trabalho e da valorização dos funcionários públicos”, bem como “a continuação de uma política de cativações que colocam em causa resposta a desafios estratégicos como a formação profissional, o reforço da qualidade dos serviços públicos ou o combate às assimetrias locais”.

A UGT reafirmou que continuará na primeira linha na defesa dos direitos dos trabalhadores, na luta por uma verdadeira política de rendimentos, com melhores salários, com uma carga fiscal que não continue a penalizar os rendimentos do trabalho e por uma negociação colectiva mais dinâmica.

A central sindical considerou positiva a decisão do Parlamento no sentido de serem retomadas as negociações relativas à contagem integral do tempo de serviço dos professores e restantes carreiras especiais da Administração Pública.

O documento sindical refirmou que é necessário garantir aumento salariais reais para todos os trabalhadores, bem como a valorização das carreiras na Administração Pública e no Sector Empresarial do Estado, pelo que “a UGT e os seus sindicatos tudo farão para que as expectativas geradas pelo Governo e pelos partidos que o apoiam sejam respondidas.”

A valorização da negociação colectiva e o aumento do salário mínimo nacional (SMN) foram também defendidos no documento. No que toca ao SMN, a UGT reafirmou que é possível ir além dos 600 euros garantidos pelo Governo a partir de janeiro e tudo fará para que o valor chegue aos 615€.

Contudo não deixou de criticar o profundo condicionamento da discussão em sede de concertação social pelo acordo partidário plasmado no programa do Governo que coloca entraves a que se realize entre parceiros sociais uma discussão mais aberta e que possa alcançar outros valores.

Tendo lugar a reunião na cidade de Seia, a UGT não deixou de reflectir a sua posição em relação à valorização do interior, relembrando que tem fomentado junto dos actores políticos e sociais a necessidade de ir mais além na resposta aos défices estruturais existentes e que se arrastam no tempo, não esquecendo áreas fundamentais como o emprego, a fiscalidade, o ordenamento do território ou a revalorização dos serviços públicos.

Leia a Resolução aprovada por unanimidade no link abaixo

UGT-Braga reflecte sobre a importância do movimento sindical

2018-11-30
UGT-Braga reflecte sobre a importância do movimento sindical

A convite da Associação Académica do IPCA (Instituto Politécnico do Cávado e Ave), a UGT – Braga, em nome da UGT, apresentou no dia 26 de Novembro, uma palestra sobre a importância do sindicalismo em matéria de legislação preventiva e de reparação de acidentes dentro da área da saúde e segurança no trabalho.

Foi ainda abordada a história das conquistas sindicais, demonstrando a importância da sindicalização na defesa dos trabalhadores e nas melhorias das condições sociais e profissionais dos mesmos.

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UGT reúne com o Presidente da Câmara Municipal de Seia

2018-11-29
UGT reúne com o Presidente da Câmara Municipal de Seia

Antecedendo os trabalhos do Secretariado Nacional, uma delegação da UGT reuniu com o Presidente da Câmara Municipal de Seia, Filipe Camelo, para a apresentação de cumprimentos, mas também para dar voz à questão da valorização do interior, contribuindo para que esta temática se mantenha viva, alertando os quadros políticos para a necessidade de um quadro de políticas mais integrado e eficaz que afronte os défices estruturais existentes nas zonas de baixa densidade populacional.

Nesta reunião, a UGT não deixou de relembrar as suas propostas em domínios como o reforço dos apoios à mobilidade e à fixação de trabalhadores, a maior proximidade e a melhoria dos serviços públicos, ou mesmo o reforço das condições para a instalação de empresas geradoras de empregos que qualidade.

A UGT também não esqueceu o papel relevante que o poder local tem na resposta a estas problemáticas no interior e nomeadamente da proximidade às pessoas, sendo a Câmara Municipal de Seia disso exemplo, com um conjunto relevante de políticas integradas de apoio à família, que têm vindo a ser implementadas pelo município e que têm granjeado galardões como de “Autarquia + Familiarmente Responsável”.

A central sindical denota mais uma vez o acolhimento positivo que teve neste município na deslocalização das suas reuniões, o que reforça a sua determinação sindical em prosseguir o seu trabalho de proximidade e de alerta para a centralidade exacerbada que Lisboa exerce no país, mas também para a necessidade e para a urgência de construir um País – territorial e socialmente – mais coeso e justo.

A UGT fez-se representar pelo Secretário-geral, Carlos Silva, e pelos Secretários-gerais Adjuntos, Sérgio Monte, Paula Bernardo, Dina Carvalho e José Cordeiro.

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UGT defende negociação coletiva como solução para o Porto de Setúbal

2018-11-26
UGT defende negociação coletiva como solução para o Porto de Setúbal

Em declarações à Antena1, o Secretário-geral Adjunto da UGT, Sérgio Monte, defendeu que a solução para a questão da precariedade dos trabalhadores do Porto de Setúbal passa pela negociação coletiva.

A UGT no passado dia 16, em comunicado já tinha defendido que era fundamental encontrar uma solução que respeitasse os direitos dos trabalhadores portuários e que fosse garante para as empresas da região para que estas possam escoar as suas mercadorias, sem que seja posta em causa a continuidade da jornada laboral.