UGT - Comunicados

Notícias

2020

UGT elogia exemplo extraordinário do enfermeiro português que cuidou de Boris Johnson

2020-04-13
UGT elogia exemplo extraordinário do enfermeiro português que cuidou de Boris Johnson

Leia os comentários da UGT ao exemplo dado pelo enfermeiro português, Luís Pitarma, que tratou de Boris Johnson e mereceu o elogio pelo Primeiro-ministro britânico.

Este é um dos exemplos de milhares de profissionais que emigraram e que têm sido desvalorizados ao longo dos anos pelos sucessivos governos.

Tempo de Antena UGT - 13 de Abril de 2020

2020-04-13
Tempo de Antena UGT - 13 de Abril de 2020

A UGT e os seus sindicatos fazem uma retrospectiva das medidas do Governo e do empenho de milhares de trabalhadores que durante esta pandemia têm sido um exemplo de empenho e solidariedade.
#UGT #Sindicatos #Saúde #Educação #Enfermeiros #TSDTS#SectorBancário #SAMS #Covid_19 #PoliticasSociais #Equidade #JustiçaSocial

Mensagem SG UGT - Esperança no futuro da Europa e um agradecimento a todos os profissionais da saúde

2020-04-09
Mensagem SG UGT - Esperança no futuro da Europa e um agradecimento a todos os profissionais da saúde

É com uma mensagem de esperança no futuro da Europa, numa época de tempos de incerteza originados pela pandemia, que o Secretário-geral da UGT se dirige a todos os trabalhadoras e trabalhadoras do nosso País desejando uma Santa Páscoa e endereçando um especial agradecimento a todos os profissionais de saúde que todos os dias dedicam as suas vidas ajudando e salvando os idosos e doentes infectados com a Covid-19.

 

Lay-off na TAP - UGT envia carta ao Ministro das Infraestruturas

2020-04-08
Lay-off na TAP - UGT envia carta ao Ministro das Infraestruturas

A UGT enviou esta quarta-feira uma carta ao Ministro das Infraestruturas, Pedro Nuno Santos, alertando para a situação de duas centenas de trabalhadores tripulantes da TAP que foram notificados da não renovação dos contratos a termo, numa altura em que a empresa aderiu ao regime de lay-off simplificado.

A central sindical chama a atenção para o facto de que sendo o Governo um dos principais detentores do capital da TAP e estando a aplicar medidas de apoio às empresas e à manutenção dos postos de trabalho, a situação destes trabalhadores não é tolerável.

Leia abaixo a carta do Secretário-geral da UGT ao ministro 

 

Exmº. Senhor

Ministro das Infraestruturas e da Habitação

Dr. Pedro Nuno Santos

Tomamos conhecimento que a TAP empresa que aderiu ao layoff simplificado e na qual o Estado é detentor de grande parte do capital social, notificou por carta registada, cerca de duas centenas de trabalhadores tripulantes, da sua intenção de não renovar os respetivos contratos a termo certo que terminariam em abril e maio do presente ano.

Entendemos que esta situação deveria ser colmatada o mais rápido possível através da suspensão dos referidos contratos e consequente integração destes trabalhadores no regime do layoff simplificado.

Num tempo em que o Governo tem vindo a implementar medidas para apoiar as empresas na manutenção dos postos de trabalho e sendo o Estado um dos principais detentores do capital desta Empresa, não nos parece consentâneo a manutenção esta situação.

Com os melhores cumprimentos,

Carlos Silva

Secretário Geral da UGT

UGT apoia a sugestão do Presidente da República no esforço de apoio da Banca às empresas e famílias

2020-04-06
UGT apoia a sugestão do Presidente da República no esforço de apoio da Banca às empresas e famílias

Hoje tem lugar uma reunião do Presidente da República com os presidentes dos 5 maiores bancos nacionais, no sentido de os alertar para a necessidade de apoiar, de forma célere e com o mínimo de burocracia, as empresas e as famílias portuguesas, que sofrem os efeitos da pandemia COVID-19.

Na UGT estão filiados os maiores sindicatos portugueses do setor financeiro, que representam cerca 60000 trabalhadores, que sofreram restruturações, rescisões de contratos, não renovação de milhares de contratados a prazo, enfrentaram o desespero de depositantes enganados com as suas poupanças - BPN, BPP, BES - viram os seus salários reduzidos em prol da sustentabilidade da sua instituição empregadora - como foi o caso do BCP - e viram alterada a sua contratação coletiva, depois de um duro período negocial de 5 anos.

Tudo isto depois de duas décadas de milhares de milhões de lucros estratosféricos aos acionistas, uma crise iniciada com desvarios de bancos e banqueiros que reduziu em mais de 15000 o número de trabalhadores do setor, sem esquecer os biliões de euros pagos por todos os contribuintes portugueses com o colapso do BPN, BPP e BES.

É tempo de a Banca deixar de olhar apenas para si própria e para os seus lucros e distribuição de dividendos aos acionistas, e cuidar dos vivos - empresas e famílias, acelerando a concessão de crédito através de linhas que permitam combater o sufoco de milhares de micro empresas e PME’s e aplicar moratórias às famílias nas suas prestações de crédito à habitação, entre outros produtos que permitam à economia respirar e sobreviver.

É tempo de o humanismo substituir-se à usura e ao lucro absoluto.

E se para pagar salários aos seus trabalhadores e ajudar a manter os seus postos de trabalho tiverem de ser concedidos créditos a fundo perdido, caberá ao Estado garantir esse financiamento.

Empresas e trabalhadores dependem uns dos outros para sobreviver.

É agora que se vai aferir de que fibra são feitos os nossos banqueiros, quando toca a rebate no esforço de preservar a unidade nacional na resistência ao invasor biológico.