UGT - Comunicados

Notícias

2019

UGT presente na Conferência da CIP sobre o Futuro do Trabalho

2019-01-17
UGT presente na Conferência da CIP sobre o Futuro do Trabalho

Uma delegação da UGT representada pela Secretária-geral Adjunta, Paula Bernardo, e pelo Secretário Executivo, Carlos Alves, esteve presente na Conferência promovida pela CIP (Confederação Empresarial de Portugal), onde foi apresentado o estudo “Automação e o Futuro do Trabalho em Portugal”, que se debruçou sobre o impacto da automação no futuro do trabalho e apontou os desafios que se colocam no processo de transição para a era digital e os efeitos nas qualificações e salários dos trabalhadores.

O estudo antecipa um cenário em que, neste contexto, a massificação dos “robôs” (em rigor, tecnologias como as da robótica e da inteligência artificial, entre outras) poderá levar à eliminação de 1,1 milhões de empregos em Portugal — e, em compensação, serão criados entre 600 mil e (os mesmos) 1,1 milhões de novos empregos, no melhor cenário. A investigação conclui, também, que 1,8 milhões de trabalhadores irão necessitar de melhorar as suas competências ou mudar de emprego nos próximos 11 anos.

Na sequência deste estudo e num comentário para a Antena 1, o Secretário-geral da UGT referiu que a chave para a defesa dos postos de trabalho face à globalização da automação está na melhoria das competências através da formação profissional.

Brexit - UGT reúne com Michel Barnier e destaca a importância de se evitar uma "saída descontrolada"

2019-01-17
Brexit - UGT reúne com Michel Barnier e destaca a importância de se evitar uma "saída descontrolada"

A UGT, representada pela Secretária Internacional, Catarina Tavares, e pelo Secretário-Geral Adjunto, José Cordeiro, reuniu, juntamente com os restantes parceiros sociais, com o negociador chefe para o Brexit, Michel Barnier, que se deslocou a Lisboa para dar a conhecer o andamento do processo e as consequências do chumbo do acordo pelo Parlamento britânico.

Em declarações à Lusa no final da reunião, Catarina Tavares, salientou a importância de se conseguir um acordo de saída do Reino Unido da União Europeia que evite "uma saída descontrolada".

Para a dirigente sindical “o ideal seria um acordo. Uma saída descontrolada não serve a ninguém”, explicando a preocupações da UGT relativamente a uma saída abrupta (sem acordo) do Reino Unido, com implicações em Portugal ao nível da economia (com uma previsível quebra de exportações) e das suas consequências ao nível do mercado de emprego, quer em Portugal quer nos portugueses que trabalham no Reino Unido.   

Recorde-se que os parceiros estiveram presentes na quarta-feira numa reunião extraordinária da Concertação Social, que teve como ponto único de agenda as "Medidas de Preparação e Plano de Contingência para a saída do Reino da União Europeia ['Brexit'].

Nessa reunião, o líder da UGT, Carlos Silva, disse confiar no plano do Governo e voltou a apelar para que os empregadores não aproveitem a situação para despedirem trabalhadores. “Esperemos que isso não sirva como janela de oportunidade para criar outra vez desemprego em Portugal porque quem sofre é sempre o trabalhador”, afirmou Carlos Silva. 

Brexit - UGT confia no plano do Governo

2019-01-16
Brexit - UGT confia no plano do Governo

Secretário-Geral da UGT Portugal, Carlos Silva, à saida da reunião de concertação social reafirmou que faz uma avaliação positiva da intervenção do Governo neste processo.

O líder da central sindical espera que esta situação não sirva como janela de oportunidade para os empregadores despedirem trabalhadores e consequentemente, criar outra vez desemprego em Portugal.

Nesta reunião foram debatidas as "Medidas de Preparação e Plano de Contingência para a saída do Reino Unido da União Europeia" apresentadadas pelo Governo Português.

Braga recebe mais uma Conferência promovida pela FNE e a UGT

2019-01-16
Braga recebe mais uma Conferência promovida pela FNE e a UGT

A cidade de Braga recebeu mais uma das Conferências do Ciclo de Conferências sobre Educação, que a FNE organiza em conjunto com a UGT, CEFOSAP, ISCTE-IUL, CBS e a UFP.

Na sessão de abertura, o Secretário-geral da UGT, Carlos Silva, acusou o Governo de “delapidar” os serviços públicos “em áreas fundamentais” como a Educação e a Saúde. O líder da UGT manifestou a sua solidariedade para com os funcionários não-docentes e professores, que actualmente lutam pela contagem integral do tempo de serviço para efeitos de progressão na carreira.

“Qual o destino da educação em Portugal quando, a cada Governo, se alteram as formas pedagógicas de se fazer educação e a carreira dos professores? Porque que é que um Governo que é eleito para governar para as pessoas delapida os serviços públicos em áreas fundamentais?”, questionou Carlos Silva.

O Secretário-geral lamentou também que o Governo de António Costa esteja “cada vez mais interessado” em “agradar” a nível internacional do que em resolver os problemas interno.

Também João Dias da Silva, Secretário-geral da Federação Nacional de Educação (FNE) considerou que “os tempos não têm sido fáceis” para os trabalhadores que representa. “Somos todos agentes para a qualidade da educação, mas para tal é preciso que os trabalhadores sejam reconhecidos”, considerou.

O dirigente sindical deu exemplos da falta de trabalhadores não-docentes nas escolas e a insatisfação dos professores por não verem reconhecido todo o seu tempo de serviço, o que tem motivado algumas greves e manifestações um pouco por todo o País. Revelou ainda que no final do ciclo de conferências, que esteve em várias localidades do país, será elaborado um documento a ser entregue ao Ministério da Educação, que será uma resenha dos debates e mais um contributo para que a tutela tenha a percepção da sociedade sobre o que é preciso mudar para termos a garantia de que o nosso sistema de educação é de qualidade e tem sustentabilidade.

Este encontro contou ainda com a presença de Maria da Graça Carvalho, membro da Unidade de “Aconselhamento Científico” da Comissão Europeia que abordou os principais desafios dos sistemas de ensino superior, ciência e inovação em Portugal.

A sessão de encerramento teve como convidados o Presidente da UGT-Braga, César Campos, a Presidente da UGT, Lucinda Dâmaso, e o Presidente da Câmara Municipal de Braga, Ricardo Rio.

Na sua intervenção o autarca defendeu que os municípios não podem ser o “bode expiatório das falhas do Estado e do Poder Central” no sector da Educação e recusou a transferência de mais competências para os municípios sem recursos financeiros e meios objectivos.

Já a Presidente da UGT declarou que a contagem do tempo de serviço “é uma questão que é fundamental para os professores”, alertando que a carreira docente “não está a ser aliciante, não está a ser reconhecida e valorizada”. “Tudo isto faz com que a as novas gerações não queiram ser professores”, disse a dirigente sindical, alertando para “dados muito preocupantes” relativamente à procura desta profissão. “São os alunos com as notas mais baixas que entram no ensino superior para serem professores”. 

Além do Secretário-geral da UGT esteve também presente na conferência o Secretário-geral Adjunto, Sérgio Monte.

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Leia mais sobre esta conferência em www.fne.pt

 

 

Audição da UGT - Apreciação de iniciativas legislativas no G.T - Leis Laborais

2019-01-15
Audição da UGT - Apreciação de iniciativas legislativas no G.T - Leis Laborais

A UGT foi hoje ouvida no Grupo de Trabalho - Leis Laborais da Assembleia da República no âmbito das iniciativas legislativas de alteração ao Código do Trabalho.

A central sindical fez-se representar pelo Secretário-Geral Adjunto, Sérgio Monte, e pelos Secretários Executivos, Carlos Alves e Luís Filipe Costa.

Oiça as intervenções dos dirigentes da UGT no video abaixo:

Sérgio Monte 02:43 a 14:24 e 42:56 a 51:18

Carlos Alves - 51:37 a 01:02:04