UGT - Comunicados

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2019

UGT assume Presidência do Centro de Relações Laborais

2019-02-19
UGT assume Presidência do Centro de Relações Laborais

A eleição e a tomada de posse do novo Presidente do CRL - Sérgio Monte, Secretário-geral Adjunto da UGT – tiveram lugar em reunião realizada a 18 de Fevereiro, com a presença do Ministro do Trabalho, Solidariedade e Segurança Social. 

O Centro de Relações Laborais (CRL) é um órgão tripartido com competência para desenvolver actividades em áreas centrais para os trabalhadores: a dinamização da negociação colectiva e o acompanhamento do emprego e formação profissional.

Face à recusa da CGTP para assumir a Presidência do CRL, no quadro da rotatividade prevista no respectivo Regulamento, a UGT decidiu assumir aquele cargo, garantindo a continuidade e o aprofundamento do papel daquele organismo.

Mais uma vez, soubemos colocar acima de tudo os valores do diálogo social tripartido e os interesses dos trabalhadores que representamos e defendemos.

Será o respeito por esses valores e princípios que regerá o mandato da UGT na Presidência do CRL. 

O novo Presidente do CRL foi eleito com os votos favoráveis de todos os membros que integram este organismo à excepção da CGTP-IN que se absteve.

Opinião - O Melhor da Semana - Secretário-geral da UGT

2019-02-18
Opinião - O Melhor da Semana - Secretário-geral da UGT

No seu comentário semanal no Jornal da Noite, da SIC, Luís Marques Mendes destacou na rubrica "Melhor da Semana", o Secretário-geral da UGT, Carlos Silva, pela sua postura face às declarações do Primeiro-Ministro sobre a Central sindical.

(Fonte:SIC)

III Congresso UGT- Madeira – Continuidade na liderança e nas políticas

2019-02-17
III Congresso UGT- Madeira – Continuidade na liderança e nas políticas

A UGT-Madeira realizou no dia 16 de Fevereiro o seu III Congresso, que elegeu Ricardo Freitas para cumprir o seu terceiro mandato à frente da união regional.

No seu discurso na sessão de encerramento do congresso o líder eleito afirmou que a taxa de desemprego na região autónoma continua a ser a “mais alta do país”, contudo reconheceu que tal resulta do impacto do regresso de emigrantes da Venezuela.

Ricardo Freitas esclarece que o executivo madeirense tem feito algum esforço para alterar esta situação, mas indicou que a taxa de desemprego de 8,8% é um claro sinal de dificuldades, embora admita que a percentagem aumentou com o regresso de emigrantes da Venezuela, cerca de 7 mil desde 2016.

A sessão de encerramento contou também com a presença do Secretário-geral da UGT. Carlos Silva, que na sua intervenção destacou o papel da UGT na obtenção de “acordos essenciais” para a consolidação da democracia e manutenção da paz social, advertindo contudo que a central sindical “não tem medo de ir para rua”. O líder da UGT destacou ainda algumas das medidas positivas adotadas pelo governo madeirense, dando como exemplo a exclusão da representação da CGTP-IN do Conselho Económico e Social e o aumento do salário mínimo para um valor superior ao nacional (615 euros).

Ainda na sessão de encerramento, o vice-presidente do Governo Regional, Pedro Calado, sublinhou a questão da taxa de desemprego ter baixado de 18% em 2012 para 8,8% em 2019. Destacou ainda o descongelamento de carreiras no arquipélago que abrangeu em 2018, cerca de 9.500 funcionário públicos, um processo de representou um esforço de quase três milhões de euros para o Governo Regional.

FESAP e FNE fazem balanço da greve

2019-02-17
FESAP e FNE fazem balanço da greve

Os líderes da FESAP e da FNE, José Abraão e João Dias da Silva, respectivamente, realizaram no dia 15 de Fevereiro uma conferência de imprensa conjunta em Lisboa, onde consideraram que o segundo dia de Greve registou uma adesão massiva por parte dos trabalhadores da Administração Pública, de norte a sul do país e também dos arquipélagos dos Açores e da Madeira, em todos os setores de atividade.

Os dois líderes sindicais referiram que a percentagem total de adesão ronda os 80 por cento, destacando porém o setor da Educação como um dos mais afetados, com mais de 90 por cento das escolas encerradas ou a funcionarem com grandes limitações, e os setores da saúde e das autarquias como tendo registado adesões que ultrapassam os 80 por cento.

Nas finanças, justiça, segurança social, entre outros setores, registaram-se também percentagens de adesão muito elevadas.

José Abraão e João Dias da Silva reivindicaram novamente a uma só voz a necessidade urgente do Governo respeitar os compromissos assumidos e iniciar processos negociais que tenham em vista o alcance de resposta às reivindicações dos trabalhadores, sobretudo as que estão relacionadas com as remunerações e com as carreiras.

Caso o Governo não dê as respostas esperadas, as duas Federações prometeram avançar para novas formas de luta, deixando desde já pré-agendada para março uma vigília de dirigentes sindicais junto da residência oficial do primeiro-ministro.

"Estão sempre em aberto novas formas de luta, juntamo-nos a quem for necessário enquanto sentirmos que temos razão", reforçou o dirigente sindical adiantando que a vigília frente à residência oficial do primeiro-ministro, António Costa, é uma forma de "iluminar" o Governo para os problemas do setor.

Por sua vez, o dirigente da FNE salientou o "desgosto" dos trabalhadores face às expetativas criadas, pelo que estes estarão disponíveis para encarar novas ações de protesto "dentro do quadro da estrita legalidade", disse.

Fórum TSF - Carlos Silva sobre o atual clima de contestação social

2019-02-15
Fórum TSF - Carlos Silva sobre o atual clima de contestação social

Intervenção do Secretário-Geral da UGT Portugal, Carlos Silva, no Forum TSF - Rádio Notícias sobre a Greve da Administração Pública marcada pela FESAP e FNE, e onde aborda também o atual clima de contestação social vivido no país.