UGT - Comunicados

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2016

AHRESP/OCC - UGT desmistifica relação entre facilitação de despedimentos e criação de emprego

2016-03-01
AHRESP/OCC - UGT desmistifica relação entre facilitação de despedimentos e criação de emprego

No discurso durante as Jornadas da AHRESP-OCC, que tiveram lugar hoje no Centro de Congressos de Lisboa, o Secretário-geral da UGT criticou o discurso persistente de alguns empresários sobre a necessidade de uma maior flexibilização do mercado de trabalho.

Para o líder da UGT as questões centrais e estruturais para o mercado de trabalho, devem focar-se na criação de emprego de qualidade e em uma mais efectiva regulação.

"A focalização adequada das políticas activas de emprego, o reforço e efectivação da formação profissional, a efectividade da lei, ou um intenso combate à precariedade, são as verdadeiras questões do mercado de trabalho e são prioridades que todos devemos partilhar e em que, acreditamos, são possíveis plataformas de entendimento comum", afirmou.

Carlos Silva falou no painel "Emprego - Contratar e Simplificar", cujo encerramento esteve a cargo do Ministro do Trabalho, Solidariedade e Segurança Social que durante o seu discurso desafiou os parceiros sociais a alcançarem um acordo sobre negociação colectiva em sede de concertação social.

Clique no link abaixo e veja o discurso do Secretário-geral da UGT na íntegra

 

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UGT reúne com Primeiro-ministro para analisar sector financeiro

2016-02-26
UGT reúne com Primeiro-ministro para analisar sector financeiro

Uma delegação da UGT, constituída pelo Secretário-geral da UGT, Carlos Silva e pelos três presidentes dos sindicatos bancários filiados na Central (SBSI, SBN e SBC) reuniram hoje com o Primeiro-ministro, António Costa, com o Ministro das Finanças e com o Secretário de Estado das Finanças.

Neste encontro foram analisadas as actuais circunstâncias vivenciadas no sector financeiro português, designadamente a situação do Novo Banco.

Dado o melindre da situação e face a alguma incerteza perante o futuro desta instituição, a UGT e os seus sindicatos entenderam não tomar nenhuma posição pública sobre a matéria.

Contudo, dentro das suas responsabilidades sindicais e na salvaguarda da defesa dos milhares de postos de trabalho dos funcionários do Novo Banco, foram encetadas um conjunto de iniciativas com o objectivo de encontrar uma solução que garanta, por um lado, a confiança dos clientes e dos mercados no Novo Banco, e por outro lado, não menos importante, a defesa dos direitos dos trabalhadores.

 

Novo Banco reduz postos de trabalho

2016-02-25
Novo Banco reduz postos de trabalho

Os Sindicatos da Febase reuniram-se hoje com a administração do Novo Banco para obterem esclarecimentos sobre o processo de reestruturação, iniciado o ano passado e que prosseguirá face aos resultados do exercício ontem divulgados.

Perante aos resultados de 2015, confirma-se o cenário menos favorável, ou seja, a reestruturação iniciada no ano passado vai prosseguir, prevendo a redução total de cerca de mil postos de trabalho – sendo que uma parte significativa deste objetivo já foi alcançado.

Assim, o banco vai continuar o processo recorrendo aos mecanismos já em curso – reformas antecipadas e rescisões por mútuo acordo – ou a outro instrumento legal.

Independentemente das formas a utilizar, a administração comprometeu-se com o acompanhamento do processo pelos Sindicatos.

Por sua vez, os Sindicatos da Febase fizeram propostas no sentido de minimizar os efeitos negativos do processo para os trabalhadores, ficando a aguardar o agendamento de nova reunião para debatê-las.

Como sempre fizeram em reestruturações noutras instituições, os Sindicatos da Febase vão tentar salvaguardar o maior número possível de postos de trabalho no Novo Banco e defender os seus trabalhadores.

Os Sindicatos e os respetivos Serviços Jurídicos estão à disposição dos trabalhadores para qualquer esclarecimento de que necessitem.

 

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Uniões da UGT debatem a formação sindical

2016-02-15
Uniões da UGT debatem a formação sindical

Os presidentes e secretário executivos das 20 uniões distritais da UGT encontram-se hoje reunidos em conferência para abordar as questões da formação sindical.

A UGT, através do CEFOSAP, pretende que a formação sindical assuma um claro protagonismo no recrutamento de novos quadros sindicais, mas também na melhoria das qualificações e competências dos nossos activistas. O desenvolvimento de acções orientadas para a melhoria dos conhecimentos dos dirigentes sindicais pretende promover a captação de novos associados e fidelização dos actuais.

Clique AQUI e veja as fotos desta iniciativa

 

 

UGT em Ponte de Sôr

2016-02-12
UGT em Ponte de Sôr

A convite do SINDEQ, o Secretário-geral e vários dirigentes da Central deslocaram-se a Ponte de Sôr para promover uma série de encontros com o município, empresários e trabalhadores da cidade.

Na Câmara Municipal a comitiva da UGT foi recebida pelo Presidente, Hugo Hilário e pelo vereador, Luís Jordão e, em reunião, o Secretário-geral, Carlos Silva, teve a oportunidade de realçar novamente a postura de diálogo e propositura que marcam a acção da central na defesa dos direitos dos trabalhadores.

Ainda no período da manhã, a delegação da UGT teve a oportunidade de visitar a fábrica SEDACOR, ligada ao sector da exportação de produtos de cortiça, onde falou com a administração e com os trabalhadores  tomando conhecimento da situação vivenciada nesta empresa. Esta unidade industrial está integrada no grupo JpsCorkGroup criado em 1924 e que desde essa data se dedica à produção de artigos de cortiça visando o mercado nacional e internacional.

A tarde começou com uma reunião na delegação regional do SINDEQ em Ponte de Sôr onde vários dirigentes sindicais da região juntamente com o director do CEFOSAP, Jorge Mesquita, abordaram a questão da formação sindical.

À margem da visita a Ponte de Sôr, o Secretário-geral questionado pelos jornalistas sobre a necessidade de poderem ser tomadas medidas adicionais de forma a garantir que o Orçamento do Estado de 2016 cumpre o Pacto de Estabilidade, Carlos Silva afirmou que o Executivo deve manter uma determinada linha de actuação que permita o fim da austeridade que assombrou os portugueses nos últimos anos.

O líder sindical também não se mostrou espantado com o facto de o Eurogrupo ter exigido medidas adicionais caso não seja cumprido o controle da dívida pública, mas considerou que devemos esperar pela aprovação do OE e pela sua implementação.

Salientou mais uma vez que existe "sensibilidade social" na proposta de Orçamento e que "não será pela UGT e por outros parceiros sociais que o OE não terá sucesso".

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