UGT - Comunicados

Notícias

2019

SOJ em greve parcial até Outubro

2019-06-05
SOJ em greve parcial até Outubro

Os Oficiais de Justiça começaram hoje uma greve parcial que vai prolongar-se até Outubro. Os trabalhadores vão parar 4 vezes por dia durante períodos de 20 minutos até uma hora. Exigem melhores salários, o descongelamento de carreiras e reclamam o pagamento de horas extra.

O Presidente do Sindicato dos Oficiais de Justiça, Carlos Almeida, explica os motivos desta greve.

 

Campanha "Não Desistimos" - Professores exigem reconhecimento dos docentes

2019-06-04
Campanha "Não Desistimos" - Professores exigem reconhecimento dos docentes

A Federação Nacional da Educação (FNE) iniciou hoje uma nova campanha que consiste na colocação de faixas em centenas de escolas por todo o país, alusivas à recuperação dos 9 anos, 4 meses e 2 dias de tempo de serviço congelado, mostrando assim ao Governo e particularmente ao Ministério da Educação que os professores e educadores portugueses vão continuar a lutar por aquilo que é seu por lei e por justiça.

Escolas do Porto, Coimbra, Lisboa e Évora vão ser as primeiras a receber esta campanha que neste primeiro dia vai contar com a presença dos Presidentes dos Sindicatos da FNE, ligados a cada zona.

A mensagem contida nesta iniciativa regista que a FNE e os seus Sindicatos mantêm-se mobilizados no propósito de garantirem a concretização do objetivo '942' demonstrando que, apesar da recuperação imposta pelo governo de 2 anos, 9 meses e 18 dias, a FNE não desmobiliza.

Esta faixa é clara quanto à mensagem que se quer transmitir aos Educadores e Professores Portugueses e à Sociedade, e essa mensagem é a de que não se desiste, em nome da dignidade profissional, dos alunos e da Educação.

Esta campanha vai decorrer ao longo de todo o mês de junho e no seu decurso os dirigentes e ativistas dos Sindicatos que integram a FNE vão colocar estas faixas em centenas de escolas por todo o país.

Esta é uma forma de a FNE continuar a afirmar que a consideração da totalidade do tempo congelado corresponde à exigência do reconhecimento do trabalho desenvolvido pelos Docentes portugueses e desta forma combater a intoxicação de desinformação que persiste contra um direito legítimo dos professores, já que a sociedade foi invadida por informação veiculada por muita gente, nomeadamente pelo Ministério da Educação, que não disse a verdade relativamente àquilo que é o impacto da recuperação do tempo de serviço e as razões que justificam este direito.

O SPZC (na foto), um dos sindicatos da FNE, deu um sinal claro na região centro de que a luta dos professores pela recuperação de todo o tempo de serviço congelado não vai parar.  A campanha consiste na colocação de uma faixa no exterior de todas as escolas da zona centro dando um aviso claro que a luta dos professores por aquilo a que têm direito não terminou. E, deixa um aviso claro. O Governo que sair das próximas eleições terá que lidar de novo com esta matéria na agenda sindical.  

 

UGT de Vila Real continua a apostar na descentralização da sua atividade

2019-06-04
UGT de Vila Real continua a apostar na descentralização da sua atividade

A UGT de Vila Real e a Câmara Municipal de Peso da Régua celebraram um protocolo para assegurar aos funcionários e aos munícipes do Peso da Régua o acesso a formação profissional, em parceria com o Centro de Formação e Aperfeiçoamento Profissional – CEFOSAP. A contínua aposta na descentralização da atividade sindical desta União Geral de Trabalhadores tem permitido aproximar todos os agentes do mercado de trabalho, com o intuito de que juntos possamos encontrar soluções que invertam a desertificação do Interior através da aposta na força do fator trabalho.

O desenvolvimento do Interior e o aumento de competências por parte dos trabalhadores têm sido preocupações constantes de Nataniel Araújo, Presidente da UGT de Vila Real, para quem “uma aposta clara na formação contribuirá decisivamente para termos melhores trabalhadores e melhores empresas. O desenvolvimento do Interior depende muito da qualificação, da aquisição de competências por parte dos trabalhadores em diversas áreas e muito em breve serão anunciados outros concelhos para onde a descentralização em curso será dirigida”.

A UGT-Vila Real agradece ao seu novo parceiro, o Município do Peso da Régua, a confiança demonstrada com a celebração deste protocolo de cooperação, no qual serão os munícipes e, fundamentalmente, os trabalhadores os principais usufrutuários desta sinergia agora iniciada.

Novos Dirigentes do SPZC tomaram posse para o quadriénio de 2019-2023

2019-06-01
Novos Dirigentes do SPZC tomaram posse para o quadriénio de 2019-2023

No dia 31 de maio, na Quinta do Outeiro em Tentúgal realizou-se a cerimónia de tomada de posse dos novos corpos sociais do Sindicato dos Professores da Zona Centro (SPZC)

A cerimónia de posse contou com a presença dos líderes das principais organizações sindicais em que o SPZC está filiado, Carlos Silva e Lucinda Manuela da UGT, João Dias da Silva da FNE e José Abraão da FESAP.

José Ricardo, reconduzido no cargo de Presidente da Direção assumiu no seu discurso que este será o seu último mandato à frente do SPZC. José Ricardo assim decidiu na certeza de que possui na sua equipa pessoas com qualidade, pessoas mais jovens e enérgicas que permitem assegurar o futuro do Sindicato com serenidade e responsabilidade. O Presidente do SPZC assume esta decisão de forma consciente e sobretudo responsável. Entende que este é o momento de fazer a passagem do testemunho para uma geração de dirigentes que tem vindo a ser preparada há vários anos. E, salienta, que se o não fizer agora, amanhã poderá ser tarde. “Faço-o agora, pensando unicamente no SPZC e no seu futuro” frisa José Ricardo

Os discursos dos líderes sindicais presentes na cerimónia foram marcados por fortes críticas ao Governo pela forma como tem conduzido o setor da Educação e, principalmente, pelo desrespeito com que têm tratado os professores e educadores. Carlos Silva, Secretário Geral da UGT denunciou a forma como o Governo tem tratado a Concertação Social, transferindo para o Parlamento o que é de direito do movimento sindical.

José Ricardo na última intervenção apontou que os serviços públicos continuam a degradar-se pela falta de investimento e que o rendimento líquido dos trabalhadores da administração pública continua a ser uma miragem. A reposição de rendimentos tão propalada pelo Governo,  fazendo crer que os trabalhadores têm os bolsos com mais dinheiro não é sentido ninguém. “E, não é sentido porque a pesada carga de impostos diretos e indiretos se encarrega de abafar o rendimento reposto, ou seja, têm-nos dado com uma mão e de imediato tiram-nos com a outra”, referiu José Ricardo. O Presidente do SPZC apontou ainda que o País continua a sofrer as marcas do seu elevado endividamento público e as consequências da gestão promíscua, danosa e corrupta que se tem estabelecido, nas últimas décadas, entre o poder político e o poder económico.

O Presidente do SPZC levantou um conjunto de problemas no setor da educação que devem marcar a agenda sindical e política dos próximos tempos. Desde a organização pedagógica da escola, passando pela indisciplina e violência verbal, física e psíquica por parte de alunos e encarregados de educação aos professores, pelo sistema de colocação de professores e pela sua valorização profissional e social.

Questões como a urgência em aprofundar alternativas ao financiamento do sistema de pensões de reforma, o envelhecimento do corpo docente e a falta de atratividade pela profissão de professor por parte dos jovens constituíram preocupações que o SPZC vai colocar na sua agenda política e sindical.

Trabalho por turnos - UGT reúne com Grupos Parlamentares

2019-05-30
Trabalho por turnos - UGT reúne com Grupos Parlamentares

Num momento em que se encontram em discussão na Assembleia da República as propostas de alteração ao Código do Trabalho, a UGT solicitou reuniões a todos os grupos parlamentares no sentido de os sensibilizar para a questão do regime de trabalho por turnos rotativos em empresas de laboração contínua. Esta é uma situação que merece especial atenção por parte da UGT e dos seus sindicatos que nos encontros com os deputados destacaram não só a necessidade de regulamentar esta matéria transversalmente a todos os sectores, como também reafirmaram a importância do papel da negociação colectiva nesta questão.

A UGT foi recebida pelos grupos parlamentares do CDS-PP e do PSD estando já agendada uma reunião com o B.E.