UGT - Comunicados

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2016

Salário Mínimo: UGT defende uma actualização para os 565 euros

2016-11-24
Salário Mínimo: UGT defende uma actualização para os 565 euros

No final da reunião de concertação social, a UGT defendeu a actualização do salário mínimo para os 565 euros. Carlos Silva disse ainda haver por parte da central sindical que lidera a vontade em obter um acordo.

(Fonte: RTP)

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Salário Mínimo: UGT propõe 565€, mas está disponível para negociar

2016-11-23
Salário Mínimo: UGT propõe 565€, mas está disponível para negociar

O Secretário-geral UGT foi o convidado do Jornal 2 para falar sobre a questão do aumento do salário mínimo nacional. 

(Fonte: RTP)

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Conferência Sindical: UGT debate a negociação colectiva

2016-11-23
Conferência Sindical: UGT debate a negociação colectiva

A UGT realizou ontem uma conferência sindical sobre negociação colectiva. Um encontro bastante participado, que juntou os dirigentes sindicais negociadores dos vários sectores de actividade do público ao privado.

O primeiro painel que teve como convidado o subdirector geral da DGERT, Fernando José, pretendeu fazer um balanço da negociação colectiva nos últimos anos.

Desde o número de trabalhadores abrangidos por contratos colectivos, até aos processos de conciliação, passando pelas portarias de extensão, o subdirector da DGERT explicou o que esta entidade tem feito no âmbito da negociação colectiva. O secretário executivo da UGT, Sérgio Monte também esteve neste painel e considerou que é fundamental efectuar um diagnóstico exacto da negociação colectiva. Deu nota que nos últimos anos houve uma diminuição do fluxo dos trabalhadores abrangidos pela negociação colectiva e que no período em que Portugal esteve sob influência da Troika o modelo de negociação colectiva foi destruído com as medidas impostas. Considera que as matérias da contratação colectiva, essenciais para o movimento sindical, devem ser discutidas em sede de concertação social.

O segundo painel pretendeu analisar e perspetivar a introdução de novos equilíbrios na negociação colectiva, nas matérias do princípio do tratamento mais favorável, da denúncia dos contratos, da caducidade e das portarias de extensão. Para este debate foi convidado o jurisconsulto e antigo Secretário de Estado do Trabalho, Monteiro Fernandes. A representar a UGT esteve o coordenador do Gabinete jurídico da central, Carlos Alves.

Monteiro Fernandes manifestou à audiência o seu cepticismo em relação à capacidade de as alterações à legislação laboral operaram uma mudança positiva na negociação colectiva. Para ele as alterações à lei poderão influenciar negativamente. Apesar disso considerou que existiram alterações patológicas que alteraram o equilíbrio de forças em detrimento dos sindicatos, dando como exemplo o caso da caducidade. Em matéria de portarias de extensão, afirmou que as mesmas deverão continuar a existir mas com alguma razoabilidade.

Durante a tarde houve uma troca de experiências negociais com os vários representantes sindicais dos principais sectores, público e privado, nas matérias das portarias de extensão e da caducidade. Surgiram durante o debate preocupações relativas Às questões do emprego precário e do recurso ao outsourcing e as suas consequências para a negociação colectiva.

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SBN inaugura nova residência sénior

2016-11-21
SBN inaugura nova residência sénior

O Sindicato dos Bancários do Norte (SBN) inaugurou na passada sexta-feira, com a presença do Primeiro-ministro, António Costa, a Pinheiro Manso Residência Sénior.

Este projecto pretende dar resposta às gerações séniores, quer ao nível de equipamentos adaptados, como também no acompanhamento e assistência dos mais idosos.

Esta nova residência sénior é composta por seis pisos, disponibilizando um total de 73 quartos e tem capacidade para receber 120 residentes. Dividida por três valências - estadia permanente, temporária e centro de dia, a Pinheiro Manso Residência Sénior contará com 65 profissionais da área da saúde, geriatria e serviços.

A UGT fez-se representar nesta inauguração pelo Secretário-geral, Carlos Silva, pela Presidente, Lucinda Dâmaso, pelo Secretário-geral Adjunto, Luís Correia, e pelo Secretário Executivo, Sérgio Monte.

 

 

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FESAP envia carta reivindicativa ao Primeiro-ministro

2016-11-18
FESAP envia carta reivindicativa ao Primeiro-ministro

A FESAP enviou ontem uma carta reivindicativa ao Primeiro-ministro, António Costa, na qual estabelece as prioridades de negociação para os trabalhadores da Administração Pública.

A FESAP exige que a tutela dê passos firmes e concretos no relançamento do diálogo social e da negociação colectiva na Administração Pública de modo a dar uma resposta rápida às principais preocupações dos funcionários públicos.

Assim, esta federação determina que se inicie urgentemente os processos negociais que conduzam ao descongelamento das carreiras e respectivas progressões, ao combate à precariedade no emprego público, à manutenção da ADSE na esfera pública, entre outras matérias.

Esta carta dirigida ao chefe do Governo resultou de uma Assembleia Geral da FESAP que elegeu José Abraão, como o novo Secretário-geral.