UGT - Comunicados

Notícias

2020

Orçamento Comunitário: Governo deve ter uma posição firme

2020-02-17
Orçamento Comunitário: Governo deve ter uma posição firme

A Presidente da UGT, Lucinda Dâmaso, à saída da reunião de Concertação Social, de preparação para o próximo Conselho Europeu, defendeu que “a Europa não pode ter apenas como objetivos o ser social, tem que os concretizar! E o concretizar é uma distribuição justa destes fundos [Europeus]”, ainda relativo à discussão do próximo orçamento comunitário, a UGT apoia o Governo nas negociações, “transmitimos ao senhor primeiro-ministro a nossa concordância com as posições que estão a ser tomadas, e transmitimos também que o Governo Português deve ser muito firme”.

CPCS - UGT não assinará um acordo com generalidades

2020-02-13
CPCS - UGT não assinará um acordo com generalidades

O Governo e os parceiros sociais voltaram a sentar-se à mesa, esta quarta-feira, para discutir o acordo de médio prazo sobre rendimentos, com o Executivo a defender que a valorização salarial deve seguir uma metodologia para fixar um referencial anual por sector.

No final da reunião, em declarações aos jornalistas, a Presidente da UGT, Lucinda Dâmaso, constatou que o Governo voltou a apresentar um “documento genérico”, com um conjunto de questões que não deixam de ter importância, contudo deixou claro que a central sindical não assinará um “acordo só de generalidades, nem com um conjunto de intenções”, esperando que após os contributos dos parceiros, o Executivo apresente uma proposta conclusiva.

“Precisamos de um acordo muito bem consolidado”, concluiu Lucinda Dâmaso.

FESAP: Proposta de aumentos salariais é inaceitável e agrava injustiças na Administração Pública

2020-02-12
FESAP: Proposta de aumentos salariais é inaceitável e agrava injustiças na Administração Pública

Numa incompreensível manipulação dos números e de contaminação da opinião pública, o Governo insiste numa proposta de aumentos salariais para a Administração Pública que mantém os insultuosos 0,3 % para todos os trabalhadores, mas introduz uma suposta melhoria que consiste num aumento de 4,85 € para o 4º nível da Tabela Remuneratória Única (TRU), e de 5,10 € para os trabalhadores do 5º nível da TRU, e que, além de discriminatória, fica muito aquém do que poderia ser considerado justo e aceitável.

 

Para a FESAP, esta proposta não vai ao encontro das suas reivindicações, uma vez que não abrange todos os trabalhadores, não trava a trajetória de perda de poder de compra que os salários dos trabalhadores da Administração Pública registam pelo 11º ano consecutivo e sublinha que o Governo mantém uma política salarial que promove a aproximação do salário médio ao salário mínimo, contrariando, de forma categórica, a propaganda do próprio Executivo sobre a necessidade de aproximar os salários em Portugal à média salarial da União Europeia, algo que certamente não será alcançado por esta via.

Leia a nota de imprensa da FESAP na íntegra no link abaixo

 

Fórum TSF - UGT alerta para os factores subjacentes ao aumento dos pedidos de baixas por doença

2020-02-12
Fórum TSF - UGT alerta para os factores subjacentes ao aumento dos pedidos de baixas por doença

As baixas por doenças atingiram um recorde em 2019. Foram atribuídos 1800 mil subsídios por doença, um número nunca antes visto desde que existem registos oficiais. Os patrões alertam para a necessidade de um maior controlo. O Governo garante que aumentou a fiscalização e explica que estes dados se devem apenas ao aumento do emprego.

A Secretária-geral Adjunta, Dina Carvalho, entrevistada no Fórum TSF, alertou para as más condições de muitos trabalhadores e para os factores que contribuem para o aumento dos pedidos de baixas. 

A dirigente sindical deixou a mensagem que não se pode generalizar e apontar o dedo aos trabalhadores dizendo que o aumento dos pedidos de subsídio de doença indiciam o uso abusivo desta condição.

 

Secretário-geral da UGT no Tudo É Economia

2020-02-11
Secretário-geral da UGT no Tudo É Economia

O Secretário-geral da UGT, Carlos Silva, foi o convidado desta semana do programa Tudo É Economia, na RTP3.

Em entrevista, Carlos Silva voltou a falar das relações entre a UGT e António Costa e afirmou que existe, na sua opinião, um bloqueio institucional por parte do Primeiro-Ministro, por não receber a central sindical.

Carlos Silva diz ainda que não vai seguir para um novo mandato à frente da UGT porque se sente um entrave.

Veja a entrevista na íntegra no link abaixo

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