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2019

UGT não ignora situação dos trabalhadores não docentes da Escola Eugénio de Castro em Coimbra

2019-10-03
UGT não ignora situação dos trabalhadores não docentes da Escola Eugénio de Castro em Coimbra

Ao tomar conhecimento da situação vivida pelos funcionários da Escola EB 2/3 Eugénio de Castro em Coimbra, através de uma carta enviada ao Presidente do STAEE/Centro, a UGT não pode passar ao lado desta realidade cujas condições de trabalho precárias colocam em causa a dignificação da profissão destes trabalhadores e de um serviço público educativo de qualidade, cuja responsabilidade cabe ao Estado assegurar.

A existência de apenas um funcionário no período entre as 13h30 e as 15h00 para assegurar o funcionamento de um recinto escolar com 920 alunos, parece-nos uma situação inadmissível. que cabe ao Governo alterar, assegurando que o pessoal não docente corresponda às exigências de cada agrupamento de escolas.

Há muito que a UGT, designadamente os seus sindicatos veem alertando para a necessidade de revisão da portaria de rácios, promovendo a adequação do número de assistentes técnicos às exigências permanentes das escolas em termos de apoio e enquadramento dos alunos. 

Mas tal só é possível com diálogo com as organizações sindicais, que nestes últimos anos foram secundarizadas por um Governo autista que promove meros cuidados paliativos em matérias do ensino educativo que mereceriam uma efectiva revisão.

É por estes trabalhadores da Escola EB 2/3 Eugénio de Castro em Coimbra e por todos os outros espalhados pelas várias escolas portuguesas, que os sindicatos da Educação da UGT não baixarão os braços na luta por novas políticas de valorização dos profissionais do sector da Educação e de investimento num serviço público educativo de qualidade.