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2019

Concertação Social - UGT: "Competitividade não pode continuar a crescer à custa de baixos salários"

2019-12-09
Concertação Social - UGT: "Competitividade não pode continuar a crescer à custa de baixos salários"

Os parceiros sociais regressaram esta segunda-feira, à mesa das negociações da concertação social, com vista à obtenção de um Acordo de Médio Prazo sobre Competitividade e Rendimentos, na qual foi também abordada as medidas do Orçamento do Estado para 2020.

Em declarações no final do encontro e transmitidas pela RTP3, o Secretário-geral da UGT, Carlos Silva, afirmou que deve haver medidas de equilíbrio já no Orçamento do Estado deste ano, para os trabalhadores, face às medidas apresentadas pelo Governo de compensações às empresas.

O líder sindical afirmou que a competitividade das empresas tem de estar lado a lado com a valorização salarial dos trabalhadores.

Carlos Silva referia-se à questão apresentada pelo Executivo de querer uma “melhoria substancial” do IRS em 2022 e não já no Orçamento deste ano, questionando se “as empresas merecem já compensação em 2020, os trabalhadores têm de esperar por 2022?”

"No IRS, a mexida em escalões, eventualmente um novo escalão ou novos escalões, [e/ou] a melhoria das taxas intermédias de IRS só se verificará a meio da legislatura", revelou o Secretário-geral da UGT. Fazendo de seguida uma exigência: "Nós defendemos que se há medidas de compensação para as empresas, devem ser acompanhadas por medidas para os trabalhadores". 

O dirigente sindical deixou ainda um desafio ao Governo para que este “não empurre com a barriga para a frente" as medidas que podem melhorar o rendimento disponível dos trabalhadores em Portugal. "O Governo devia ir mais além na melhoria dos rendimentos dos trabalhadores, sobretudo da classe média", pediu.

(Fonte: RTP3)

 

UGT marca presença no 3.º Fórum Saúde Mental no Local de Trabalho

2019-12-06
UGT marca presença no 3.º Fórum Saúde Mental no Local de Trabalho

A UGT marcou presença no 3.º Fórum Saúde Mental no Local de Trabalho, que se realizou no dia 5 de Dezembro, no Auditório Carvalho Guerra da Universidade Católica Portuguesa, no Porto.

A central sindical representada pela Secretária-geral Adjunta, Dina Carvalho, participou neste encontro que pretendeu contextualizar a importância da promoção da saúde e de bem-estar no local de trabalho, dando a conhecer iniciativas desenvolvidas com este objectivo.

Fórum TSF: UGT sobre a alteração da idade de Reforma

2019-12-03
Fórum TSF: UGT sobre a alteração da idade de Reforma

Em declarações ao Fórum TSF sobre a idade de reforma, a Secretária-geral Adjunta da UGT, Paula Bernardo, afirmou que há muito que a central sindical defende a definição de uma idade fixa para a idade de reforma, pela previsbilidade que este factor introduz, quer pela possibilidade de os trabalhadores poderem gerir a sua carreira contributiva.

Para a dirigente sindical é importante que esta matéria volte a ser revisitada em sede de concertação social. Aliás a questão da Segurança Social, no que dis respeito à sua sustentabilidade, ou a idade de reforma, foram algumas das matérias propostas pela central sindical na preparação da agenda da concertação social para a os próximos meses.

UGT homenageada no 2.º Aniversário do SINDEPOR

2019-12-01
UGT homenageada no 2.º Aniversário do SINDEPOR

O SINDEPOR (Sindicato Democrático dos Enfermeiros de Portugal) assinalou o seu 2.º aniversário este sábado, numa cerimónia que teve lugar em Évora, e na qual a UGT se fez representar pelo seu Secretário-geral, Carlos Silva, pelo Secretário-geral Adjunto, Sérgio Monte, pelo Secretário Executivo, Luís Costa, e pelo assessor João Queiróz.

Durante a iniciativa, os quatro representantes da central sindical foram homenageados com a atribuição da condição de sócios honorários do SINDEPOR. Além dos dirigentes sindicais, a recém-eleita Bastonária da Ordem dos Enfermeiros, Ana Rita Cavaco, foi igualmente agraciada com a atribuição do mesmo título honorífico.

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40.º Aniversário - SINTAP debate sobre o papel dos sindicatos na sociedade e na Administração Pública

2019-11-30
40.º Aniversário - SINTAP debate sobre o papel dos sindicatos na sociedade e na Administração Pública

O SINTAP (Sindicato dos Trabalhadores da Administração Pública e de Entidades com Fins Públicos), filiado na UGT, assinalou no dia 29 de Novembro, o seu 40.º Aniversário, com a realização de uma conferência que abordou o tema do “Papel dos Sindicatos na Sociedade e na Administração Pública” e na qual estiveram presentes a Presidente da UGT, Lucinda Dâmaso, a Directora da ACTAV da OIT, Helena André, o Administrador do Banco de Portugal, Hélder Rosalino, bem como o Secretário-geral da UGT, Carlos Silva, e o Secretário de Estado da Administração Pública, José Couto.

Numa cerimónia que homenageou os fundadores do SINTAP, João Proença na qualidade de primeiro Secretário-geral do SINTAP dirigiu algumas palavras à audiência e deixou o recado que é preciso repensar o direito à negociação colectiva na Administração Pública. 

“É um cumprimento formal da lei porque o Governo é obrigado a ouvir os sindicatos, mas no fundo não negoceia. Já sabem que é difícil, fazem propostas para ouvir os sindicatos, mas não estão a tentar obter acordo. Isso é profundamente negativo, tem que se voltar ao espírito da negociação que serve para celebrar acordos”, defendeu o sindicalista.

O mesmo foi defendido pelo Secretários-gerais da UGT e do SINTAP. 

José Abraão destacou que depois dos sacrifícios impostos aos trabalhadores do Estado, estes aguardam que o próximo ano seja um ano de reconhecimento e dignificação.

José Abraão lembrou ao secretário de Estado da Administração Pública, que esteve presente em toda a sessão, que os salários dos trabalhadores do sector, hoje, valem menos do que há dez anos, em 2009, quando foram aumentados pela última vez.

Também o Secretário-geral da UGT, Carlos Silva, na sessão de encerramento frisou que o Governo tem de dar o exemplo. Enquanto patrão de 700 mil funcionários públicos, não pode exigir aos privados aquilo que ele próprio não cumpre. Para o líder da UGT, os aumentos na Administração Pública não podem ser inferiores a 2,7%, tendo por base o que está a ser negociado em sede de concertação social no acordo de política de rendimentos.

Em resposta aos três sindicalistas, o Secretário de Estado afirmou a disponibilidade para negociar e alcançar um acordo, contudo acrescentou que a tentativa de se alcançar um acordo vale por si só: às vezes o caminho é tanto ou mais importante do que o próprio resultado.