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2017

TSF: Comentário de Carlos Silva sobre a desertificação do interior do país

2017-11-17
TSF: Comentário de Carlos Silva sobre a desertificação do interior do país

Participação do Secretário-Geral da UGT, Carlos Silva, no Fórum TSF sobre "O que é urgente fazer para evitar a desertificação do interior?"

FESAP quer negociar com o Ministro da Saúde

2017-11-17
FESAP quer negociar com o Ministro da Saúde

A FESAP solicitou uma reunião de urgência ao Ministro da Saúde, Adalberto Campos Fernandes, junto de quem procurará que seja assumida a calendarização de reuniões negociais tendo em vista a resolução dos problemas que afetam os trabalhadores do setor da Saúde.

Leia no link abaixo a nota de imprensa na íntegra.

Dez mil professores no Parlamento contra as medidas do Governo

2017-11-16
Dez mil professores no Parlamento contra as medidas do Governo

Foram mais de dez mil os professores e educadores que se concentraram na manhã de hoje, dia 15, frente à Assembleia da República, no dia em que estava a ser discutida na especialidade a proposta do Orçamento do Estado para 2018 na Educação, que não prevê que seja contado o tempo de trabalho realizado pelos docentes durante o congelamento de carreiras (entre 31 de agosto de 2005 e 31 de dezembro de 2007 e entre janeiro de 2011 e 31 de dezembro de 2017).

Esta manifestação coincidiu com uma greve nacional de professores, convocada por todos os sindicatos do sector e que foi um outro claro sinal dado por professores e educadores do descontentamento relativamente a uma proposta que claramente os desconsidera e não respeita.

A marcha da FNE em direção ao Parlamento começou no Largo Vitorino Damásio, em Santos e contou com a presença do Secretário-Geral da UGT, Carlos Silva, acompanhado de uma delegação vasta da Central Sindical. Aos milhares de docentes presentes, chegados de todo o país, Carlos Silva fez questão de dizer que a sua presença demonstra um apoio inequívoco ao protesto e que toda a reivindicação quanto ao descongelamento "é justa e legítima" dizendo ainda que "a UGT valoriza muito a possibilidade que o Governo abre de poder haver um entendimento e uma solução negocial pois isso demonstra que os professores têm razão. Não se pode apagar nove anos de trabalho e carreira assim".

Os dez mil docentes presentes em frente às escadarias do Parlamento aprovaram uma resolução por unanimidade para recuperação dos mais de nove anos de serviço em que as carreiras estiveram congeladas. É exigida a contagem na totalidade do tempo de serviço que cumpriram para efeitos de reposicionamento e progressão na carreira, reforçando no documento "que estão abertos à negociação de uma recuperação faseada do tempo em que a carreira esteve congelada", acrescentando que, no entanto, estão indisponíveis para a perda, ainda que parcial, de anos de serviço que foram cumpridos com "inegável e reconhecido mérito".

Na resolução, os professores recusam "qualquer tipo de discriminação em relação a outras carreiras da administração pública" e referem ainda outras exigências, estas ligadas à aposentação, horários de trabalho e com a vontade para aprovação de "um regime justo e transparente de concursos para todos os docentes".

João Dias da Silva: " O Governo não pode ficar surdo "

Já o Secretário-Geral da FNE, João Dias da Silva, referiu a abrir o discurso no palco instalado em frente ao parlamento "que os professores não aceitam perder um dia de todo aquele que nos foi congelado" acrescentando ainda que "se hoje estamos aqui dez mil e se nas escolas temos uma greve com números acima dos 90% de adesão, o Governo não pode ficar surdo". O representante máximo da FNE atirou ainda que "dizem que não há dinheiro, mas ninguém perguntou aos trabalhadores, aos professores portugueses se podiam ficar a viver com salários reduzidos durante tanto tempo. Aplicaram e aguentámos. Basta de injustiças", disse com a convicção de que o que estão a fazer "é destruir a carreira dos professores e educadores portugueses se este tempo não for contabilizado. É preciso que ali na Assembleia os deputados ouçam que têm de recolocar os docentes no ponto de carreira a que têm direito em função do tempo de serviço que prestaram", dizendo que é tempo de dizer "basta deste desrespeito e desconsideração pelos professores", finalizou.

Carlos Silva: “Só perde quem desiste de lutar”

No discurso perante os dez mil professores, o Secretário-geral da UGT, Carlos Silva, apelou a todos para que não desistam de lutar, porque as revindicações dos professores são justas.

Carlos Silva declarou que foi a determinação de todos os professores e educadores do Pais que levou à retoma das negociações com o Ministério da Educação. “O Governo abriu as postas para a negociação, essa porta foi aberta com a vossa determinação em manter a greve. Pela vossa decisão em se concentrarem aqui hoje”, acrescentou.

O líder da UGT finalizou dizendo que união de todos os professores e educadores é um exemplo para outros sectores que “necessitam de uma demonstração daqueles que tiveram a capacidade de se unir para defender a sua vida, o seu futuro, e a qualidade da democracia”.

A FNE continua a apresentar a possibilidade de um descongelamento faseado das carreiras nos futuros orçamentos de Estado, mas deixa um aviso para o facto de que isso terá de ser realizado em tempo útil para não prejudicar os professores que, entretanto, se venham a aposentar.

Amanhã, dia 16, a FNE será recebida às 17horas no Ministério da Educação para uma reunião com a Secretária de Estado Adjunta e da Educação e a Secretária de Estado da Administração e do Emprego Público.

Veja AQUI a Fotogaleria

Veja o vídeo da concentração frente à Assembleia da República

Greve Nacional Professores e Posição UGT na comunicação social

2017-11-16
Greve Nacional Professores e Posição UGT na comunicação social

O Secretário-geral da UGT, Carlos Silva, em declarações à TSF, explica que o acordo para o descongelamento de carreiras dos professores poderá prolongar-se por vários anos, mas terá de ter como linha de partida o Orçamento de 2018.

"A linha de partida tem de ser com o atual Governo para o Orçamento de 2018, admitindo naturalmente que se vão sentar à mesa, que têm de negociar, e quem negoceia tem de perceber a margem de manobra, quer do lado do Governo, quer do lado das federações. Quando eu digo que isto, de poder ir além de uma legislatura, é o Governo que o diz, ou seja, o Governo termina a legislatura em 2019 e está a admitir que o início dos pagamentos poderá ocorrer em 2020."

OE2018 tem de ser a linha de partida para negociação com professores
Carlos Silva admite um acordo faseado "por vários anos", mas lembra que em eleições legislativas não há vitórias nem derrotas antecipadas.
in TSF - 16/11/2017 

Carlos Silva, da UGT: “Não há professores a mais”
Em entrevista ao ECO24, Carlos Silva admite que o pagamento aos professores tem de passar para a próxima legislatura e, em dia de greve nacional, rejeita a tese de que há professores a mais.
in ECO24 - 16/11/2017

Carlos Silva. UGT admite acordo faseado “até por futuras legislaturas"
Carlos Silva diz que falta peso político ao ministro da Educação e queixa-se de uma “certa orfandade” por este Governo não ouvir a UGT tanto quanto deveria.
in Rádio Renascença 15/11/2017

 

UGT recebe Pedro Santana Lopes

2017-11-16
UGT recebe Pedro Santana Lopes

No final da reunião com o candidato à presidência do PSD, Pedro Santana Lopes, o líder da UGT frisou que a central admite uma solução faseada em vários anos para o descongelamento das carreiras dos professores, mas alertou que esta solução terá de ter início já em janeiro de 2018.

Para Carlos Silva “o ponto de partida é 01 de janeiro de 2018, o ponto de chegada cabe discutir entre Governo e sindicatos. Se leva 5,6,7 ou 8 anos, o que é importante é que nenhum dia seja perdido”, afirmou.

O Secretário-geral da central sindical rejeitou que o processo negocial possa ser atirado “para a calendas”, sobretudo para depois das próximas eleições legislativas.

Veja o vídeo com as declarações do Secretário-geral da UGT, Carlos Silva.