UGT - Comunicados

Notícias

2017

UGT estará onde estão os mais fragilizados

2017-12-24
UGT estará onde estão os mais fragilizados

Estivemos em Figueiró dos Vinhos em Julho.

Agora reunimos em Pedrógão Grande.

Em Fevereiro estaremos em Oliveira do Hospital, Março em Castanheira de Pêra e no 1. de Maio em Figueiró de novo.

Em Abril estaremos em Tondela.

Em Junho iremos a Mação, em Outubro ao Fundão e em Dezembro a Seia.

A UGT estará onde estão os fragilizados pela dor imensa da perda de vidas humanas e de bens, património e os simples haveres pessoais de tantas e tantos homens e mulheres.

Estaremos junto de territórios devastados, onde a resiliência do nosso povo está posta à prova. Importa resistir, é verdade.

Mas a nossa gente precisa de continuar a receber apoio de todos nós, portugueses como nós, resistentes ao esquecimento, à solidão, à tristeza imensa que se abateu sobre tantos lares e tantas famílias.

Temos o dever de não esquecer, nem de deixar esquecer o que aconteceu e o porquê de ter acontecido.

A UGT nasceu e cresceu pelo instinto de resistência ao pensamento único, que o 25 de Abril nos fez reavivar e relembrar, depois de 48 anos de obscurantismo e repressão. Não quisemos sofrer do mesmo padecimento.

Por isso somos solidários com todos os que sofrem e lutam por um dia seguinte melhor e mais justo.

2018 tem de ser um ano mais justo para quem perdeu muito e aguarda por um novo dia nas suas vidas.

Importa reconstruir e renascer.

Por isso a UGT está no terreno, junto de quem mais precisa.

Será um ano de proximidade militante.

Importa ABRAÇAR PORTUGAL INTEIRO, tal como vimos fazendo ao longo de 40 Anos de luta, por melhores condições de vida e de trabalho.

Pelas Portuguesas e Portugueses.

Por Portugal.

Porque Portugal sabe que pode contar connosco, com a UGT, forte, coesa e solidária.

Carlos Silva

Secretário Geral da UGT