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2017

Incêndios: UGT reivindica respostas para as populações e para a empresas

2017-06-27
Incêndios: UGT reivindica respostas para as populações e para a empresas

No final da reunião de concertação social, onde foi abordada a questão dos trabalhos em curso relativos aos incêndios de Pedrogão Grande, Figueiró dos Vinhos e Castanheira de Pêra, o Secretário-geral da UGT, deu nota, em declarações ao jornalistas, que foram dadas indicações de que até ao final da semana se está a proceder a um levantamento das necessidades mais urgentes e que no próximo mês terá lugar uma reunião extraordinária de concertação social para abordar especificamente a questão da reforma das florestas e também um ponto de situação dos apoios às populações e às empresas destes concelhos.

Para Carlos Silva o importante é “perceber como se vai reativar e reviver a vida económica do interior do país, com tantos postos de trabalho perdidos, com empresas perdidas, com perdas para o turismo e com o crescimento e o desenvolvimento do interior colocado em causa nestes concelhos”.

Acrescentou ainda relativamente à reforma da floresta os partidos e actores políticos não têm direito a aproveitar esta catástrofe para capitalizar politicamente, considerando ser fundamental um pacto de regime em relação esta matéria, "para além de uma legislatura" e que necessita de consenso alargado.

Relativamente ao segundo ponto da ordem de trabalhos, o Secretário-geral da UGT, manifestou a sua satisfação relativamente a alguns aspectos propostos pelo Governo no regime de reformas antecipadas, nomeadamente a queda do factor de sustentabilidade cuja aplicação impunha fortes cortes nos valores das pensões.

A UGT reivindicou ainda que as condições de acesso a uma reforma antecipada sem qualquer penalização devia ser os 60 anos de idade e 40 anos de carreira contributiva, por considerarmos que 40 anos de trabalho não podem deixar de ser considerados uma longa carreira contributiva.

Ainda no âmbito desta matéria, o Secretário-geral da UGT afirmou ainda que insistiu com o Governo para que o regime de antecipação seja aplicável aos trabalhadores da Administração Pública.